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Braga

Polícia Municipal começou hoje a fazer a segurança da feira semanal de Braga

O MINHO acompanhou 1.º dia

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

A Polícia Municipal (PM) começou esta terça-feira a fazer a segurança da feira semanal de Braga, serviço até agora efetuado pela PSP.


O MINHO acompanhou o primeiro dia de ação da PM na feira semanal, para onde foram alocados, de acordo com o comandante, quatro operacionais em exclusividade.

“O que combinámos com a Invest Braga [empresa municipal que gere a feira] é que o número de efetivo pode ser variável, mediante as condições da própria feira. Ou seja, no verão com uma flutuabilidade maior de pessoas, provavelmente precisamos de ter lá mais [polícias]. No Inverno, verificando-se menos afluência, teremos menos”, explica a O MINHO o comandante da PM, Leandro Ferreira.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

“Não obstante termos pessoas em serviço permanente lá [na feira], não deixamos de ter um dispositivo que também canaliza a sua ação para as imediações”, acrescenta. Ou seja, além dos polícias em permanência, a atividade de rotina da PM também passa pelo local da feira e imediações. “Andamos lá por perto na fiscalização de parques de estacionamento adjacentes, de estacionamento que é consequência da própria feira. E temos patrulhas que passam por lá”, descreve o comandante da PM.

Questionado por O MINHO se não seria necessário um reforço do efetivo, Leandro Ferreira responde que, “decorrente da feira, não”, mas que o projeto de “futuro” é que “a PM seja reforçada com mais elementos”. “Mas isso é um macro projeto”, assinala.

Em relação a este primeiro dia na feira semanal, o comandante considera que “correu muito bem, o balanço é muito positivo”, notando “alguma curiosidade por parte dos feirantes por ver lá a PM”.

“Até porque alguns dos vendedores já nos conhecem de outras feiras, porque nós já fazíamos a de quinta-feira, a de sábado e a dos ‘passarinhos’ ao domingo”, destaca Leandro Ferreira, esclarecendo quais são as funções específicas deste serviço.

“Fazemos o controlo de trânsito em cada uma das rotundas, garantimos o cumprimento das regras sanitárias que estão agora em vigor, como o uso de máscara por todos (vendedores e população), e damos apoio no que for preciso à empresa de segurança que lá trabalha no cumprimento das regras dos lugares e do acesso ou não acesso ao mercado”, enumera.

Com a decisão da empresa municipal Invest Braga, a PM faz o pleno do policiamento das feiras na cidade.

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Braga

Explosivo de Beirute era para empresa da Póvoa de Lanhoso

Nitrato de amónio

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Foto: DR / Nicolas Tawk

As 2.750 toneladas de nitrato de amónio que explodiram, na passada terça-feira, no porto de Beirute destinavam-se à Fábrica de Explosivos de Moçambique (FEM), que é propriedade da empresa portuguesa Moura & Silva, da Póvoa de Lanhoso.

A notícia é avançada, este sábado, pelo jornal Público, a quem um porta-voz da empresa garante, no entanto, que aquela carga ainda não era sua – foi feita a encomenda, mas apenas seria paga quando chegasse ao seu destino, a cidade da Beira, no Norte de Moçambique.

“Esta foi uma encomenda normal, de uma matéria que a empresa utiliza na sua atividade comercial, cumprindo sempre de forma escrupulosa todos os requisitos legais e melhores práticas internacionais”, assegurou.

Segundo o Público, o nitrato de amónio apreendido na capital libanesa poderia ter como finalidade, provavelmente, ser usado nas minas do Norte de Moçambique.

Os químicos que provocaram a explosão no porto de Beirute chegaram à capital libanesa há sete anos, a bordo de um navio de carga alugado pela Rússia e nunca deviam ter parado naquele local.

Em 2013, o navio “Rhosus”, com bandeira da Moldávia e proveniente da Geórgia, fez uma escala não planeada em Beirute, a caminho de Moçambique.

O dono do navio ordenou uma paragem não planeada para receber carga adicional. Mas o navio acabou por não sair de Beirute, envolvido numa disputa legal sobre taxas portuárias.

Como ninguém a reclamou e o dono do navio foi acusado de abandono, a carga acabou por ser descarregada e colocada num armazém do porto de Beirute, onde esteve até terça-feira.

As explosões fizeram pelo menos 154 feridos, número que poderá ainda aumentar, tendo em conta as pessoas que continuam desaparecidas. Há cerca de 5 mil feridos.

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Braga

Gasta 2 euros e ganha 5 mil na raspadinha em Braga

Padim da Graça

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Foto: DR

Um feliz apostador ganhou 5 mil euros numa raspadinha “Grande Sorte”, depois de acertar no boletim premiado no bar da Associação Desportiva Aguias da Graça, em Padim da Graça, Braga.

A raspadinha no valor de dois euros foi adquirida na passada quinta-feira, ao final da tarde, por um cliente habitual, de Padim da Graça, e foi motivo de grande alegria, como seria de esperar.

“Até ficou branco. Não estava a acreditar que ganhou”, conta a O MINHO Carlos Dias, que explora o bar da Associação Desportiva Águias da Graça.

“Saiu bem a quem foi. É uma pessoa que merece”, garante Carlos Dias, acrescentando que se trata de um apostador ocasional.

No bar daquele clube de Braga já têm saúdo “prémios de 500 e 1.000 euros, mas de 5.000 foi a primeira vez”.

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Braga

Motorista da Uber acusa taxista de agressão e insultos xenófobos em Braga

Aconteceu esta semana junto ao Bragaparque

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Foto: Uber (Arquivo)

Uma motorista de TVDE (serviço de transporte individual e remunerado de passageiros em veículos descaracterizados a partir de plataforma eletrónica) – vulgo Uber – apresentou queixa na PSP de Braga contra um taxista que a terá agredido junto ao estacionamento do centro comercial Bragaparque.

“Já tenho advogada. Vou, também, queixar-me ao Tribunal por agressão e atitudes racistas e xenófobas, devido aos insultos e ameaças que proferiu por eu ser brasileira”, disse Liane Silva, em declarações a O MINHO.

O caso ocorreu no começo desta semana junto à porta lateral daquele centro comercial: a motorista estava estacionada e o taxista chegou, começando a dizer-lhe que não podia parar ali, passando a importuná-la e agredi-la.

Tirou-lhe, também, o telemóvel quando ela se predispôs a chamar a Polícia, levando-o para um carro particular que lhe pertencia, sublinha a Eliane.

De seguida, a cidadã chamou o segurança do Bragaparque, dizendo-lhe que o taxista lhe furtara o telefone, só que – garante – também este foi agredido, tendo, por isso, recebido tratamento hospitalar. Nesse entretanto, a equipa de segurança do espaço chamou a PSP, que identificou o alegado agressor.

O MINHO contactou a principal central de táxis de Braga, onde ninguém conhece o incidente.

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