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Polícia Marítima resgata de águas gregas 82 pessoas, incluindo 32 crianças

Embarcação “Tubarão”

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A Polícia Marítima resgatou hoje de madrugada de águas gregas 82 migrantes, incluindo 32 crianças, que estavam a bordo de dois botes, anunciou a Autoridade Marítima Nacional.

A embarcação “Tubarão”, da Polícia Marítima, em missão na ilha grega de Lesbos, intercetou um primeiro bote, com 41 migrantes, dos quais 13 crianças e 13 mulheres, que foram transportados para o porto de Skala Skamineas, onde foram entregues às autoridades gregas.

Um segundo bote, com outros 41 migrantes, incluindo 19 crianças e 10 mulheres, foi intercetado por uma embarcação da guarda costeira grega, uma vez que se encontrava fora da área de intervenção da Polícia Marítima portuguesa, que, no entanto, colaborou na operação de resgate.

Os migrantes foram transportados para o porto Skala Skamineas na embarcação da Polícia Marítima e entregues às autoridades gregas.

Desde 2014, a Polícia Marítima já salvou 5.650 migrantes.

Portugal participa desde essa altura na missão europeia de controlo das fronteiras marítimas gregas e externas da União Europeia.

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País

Motoristas: Se acordo para regular cargas e descargas “não funcionar, a política vai intervir”

Segundo o ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos

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Foto: DR/Arquivo

O ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, disse hoje que se o acordo assinado entre Governo, patrões e sindicatos para regular as operações de cargas e descargas “não funcionar, a política vai intervir”.

Pedro Nuno Santos falava na cerimónia de assinatura do acordo-quadro resultante do grupo de trabalho criado para avaliar o funcionamento das cargas e descargas, operações de que os motoristas se queixaram nas greves de abril e agosto.

“Se aquilo que está aqui assinado não for cumprido podem ter a certeza de que nós vamos intervir legalmente”, afirmou o governante.

O ministro das Infraestruturas e da Habitação classificou o acordo hoje assinado como o “início da resolução daquilo que é uma vergonha”.

“É uma vergonha que um camião esteja seis ou sete horas à espera de fazer uma descarga. (…) Como ninguém diz, digo eu: é uma vergonha”, reiterou, acrescentando que há empresas “com grande poder económico” que o “usam para ter uma relação vantajosa” face ao seu fornecedor.

Segundo Pedro Nuno Santos, o “caso mais grave é o da grande distribuição”.

“Digo a muitos dos nossos empresários: não vivemos numa república das bananas. (…) Se há falta de pessoal, têm de fazer uma coisa simples, que é contratar”, defendeu.

Também presente na cerimónia de assinatura do acordo-quadro, que decorreu no Ministério das Infraestruturas, em Lisboa, o coordenador do grupo de trabalho responsável pelas negociações, Guilherme Dray, considerou o acordo alcançado “importante e inovador”.

“Juntámos todos os agentes do setor, incluindo as distribuidoras, empresas, petrolíferas, distribuição de combustíveis (…) e por essa via procurámos trazer aqui um acordo que permitisse trazer paz a este setor”, afirmou o responsável.

Na quinta-feira, o jornal Público avançou a notícia de que, à luz deste acordo, “o expedidor ou destinatário de uma carga que faça com que um motorista de transporte de mercadorias tenha de esperar mais de duas horas para efetuar o serviço de carga e descarga para o qual foi contratado vai ter de pagar uma indemnização pelo tempo de paralisação do veículo”.

A mesma publicação referia ainda que “por cada hora que um camião esteja parado além dessas duas horas será devido um pagamento entre os 12 e os 40 euros por hora, consoante a capacidade do veículo ou se este está a fazer serviço nacional, ibérico ou internacional”.

O grupo de trabalho composto pelos ministérios das Infraestruturas, Economia e Trabalho, os sindicatos e a associação patronal foi criado com o objetivo de melhorar a regulamentação das operações de cargas e descargas no setor dos transportes de mercadorias.

Na altura da sua criação, o presidente da Fectrans, José Manuel Oliveira, defendeu que aquelas funções não deviam ser asseguradas por motoristas, o que, aliás, está já definido na convenção coletiva de trabalho, mas, disse, nem sempre é cumprido.

Os motoristas de matérias perigosas cumpriram duas greves este ano: uma em abril, exigindo melhores condições salariais, que parou o país esgotando os ‘stocks’ de vários postos de abastecimento de combustível, e outra em agosto (esta convocada em conjunto com o SIMM) para reivindicar junto da Antram o cumprimento de um acordo assinado em maio, que previa uma progressão salarial.

Já depois de o SIMM se ter desvinculado da greve de agosto e de ter anunciado que ia regressar às negociações com o patronato, os motoristas de matérias perigosas chegaram a entregar um pré-aviso para uma nova greve em setembro, desta feita ao trabalho extraordinário, fins de semana e feriados, que não chegou a realizar-se devido à assinatura de um princípio de acordo com a Antram.

Estas greves levaram à intervenção do Governo, que adotou medidas excecionais para assegurar o abastecimento de combustível e que assumiu também o papel de mediador nas negociações entre patrões e motoristas.

Em 29 de outubro, a Antram e os sindicatos de motoristas assinaram o novo contrato coletivo de trabalho para a classe profissional.

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País

Passageiros aéreos crescem 6% na UE em 2018, Portugal sobe acima da média

Segundo o Eurostat

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Foto: O MINHO / Arquivo

O número de passageiros aéreos na União Europeia (UE) chegou aos 1,1 mil milhões, no ano passado, uma subida de 6% face a 2017, com Portugal a avançar acima da média europeia (7%), segundo o Eurostat.

O Reino Unido é o Estado-membro que maior número de passageiros teve nos seus aeroportos (272 milhões de pessoas), seguido da Alemanha (222 milhões), Espanha (220) e Itália (153 milhões).

Em Portugal, viajaram no ano passado 51 milhões pessoas, um acréscimo de 7% face a 2017, dos quais cinco milhões foram em voos nacionais e os restantes em internacionais: 36 milhões na UE e nove milhões em países terceiros.

Na média da UE, quase metade do transporte aéreo de passageiros foi dentro do bloco europeu (513 mihões, 46%) seguindo-se o transporte fora do bloco europeu (410 milhões, 37%), enquanto o transporte nacional pesou 16%, com 181 milhões de passageiros.

O aeroporto de Lisboa surge no 14.º lugar no volume de passageiros em 2018 (29 milhões, mais 8,9% do que no ano anterior), com Londres Heathrow a liderar a tabela (80 milhões de passageiros aéreos, um acréscimo de 2,7% face a 2017).

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Aerosmith celebram 50 anos com concerto em Portugal

Em Lisboa

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Foto: DR/Arquivo

A banda norte-americana Aerosmith vai estar em digressão pela Europa no próximo ano, quando assinala 50 anos de existência, com passagem por Portugal, num concerto a ter lugar no dia 06 de julho, na Altice Arena, em Lisboa.

Em comunicado divulgado hoje pela promotora Everything is New, é anunciado que a banda do vocalista Steven Tyler vai dar início à digressão europeia no dia 13 de junho, na cidade italiana de Milão, seguindo depois para Zurique, Dessel, Praga, Paris e Madrid, antes de chegar a Lisboa.

Os bilhetes para o concerto em Portugal, com preços entre 59 (no Balcão 2) e 95 euros (no ‘Golden Circle’), vão ser postos à venda na próxima sexta-feira.

Antes da digressão, os Aerosmith vão continuar em residência na cidade norte-americana de Las Vegas, onde têm um calendário de 50 concertos.

“Os únicos e incríveis Aerosmith, formados por Steven Tyler (vocal), Joe Perry (guitarra), Brad Whitford (guitarra), Tom Hamilton (baixo) e Joey Kramer (bateria) são uma peça viva na história da música americana. Com mais de 150 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo, inúmeros prémios, e presença no Rock and Roll Hall of Fame, não existe muito que esta banda não tenha alcançado em cinco décadas, desde a sua formação”, indica a Everything is New em comunicado.

A banda já atuou por várias vezes em Portugal, a última das quais em 2017, no mesmo espaço, em Lisboa.

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