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Desporto

Plantel do Vitória está “tranquilo” com ‘caso Marega’

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O defesa central do Vitória Pedro Henrique disse hoje que o plantel está “tranquilo” face à situação de Marega, expulso no último jogo na I Liga portuguesa de futebol, com o Nacional, referindo que “toda a gente erra”.

O melhor marcador do campeonato, com 10 golos, foi expulso na partida da 10.ª jornada por agressão a Sequeira, aos 25 minutos, e abandonou o Estádio D. Afonso Henriques com o jogo em curso, mas o brasileiro, de 23 anos, disse que o grupo “absorveu bem” o caso e que não pode “crucificar” o jogador por um erro que pode acontecer aos restantes.

“Já fui expulso na época passada. A gente perdeu o jogo. E, se ele pedir desculpa ou não, o grupo está tranquilo, porque sabe que ele não fez por mal no jogo passado”, reiterou o futebolista sobre o maliano, entretanto suspenso por três jogos, antes do treino matinal do plantel na academia vitoriana.

O jogador realçou, aliás, que a equipa, a jogar em inferioridade numérica por 65 minutos, conseguiu inverter um resultado negativo e alcançar o terceiro triunfo consecutivo na I Liga frente ao Nacional (2-1), o que, a seu ver, demonstra a união existente no seio do grupo.

“A gente estava numa situação muito adversa, mas sempre acreditou, jogando em casa, com o apoio dos adeptos. Essa vitória dá mais motivação para o resto do campeonato e mostra a união da nossa equipa”, referiu.

O jogador esclareceu que o “foco” da equipa é apenas a Liga Europa, apesar de estar só a um ponto do segundo lugar, e atribuiu o mérito da campanha até agora realizada ao trabalho muito bom do treinador Pedro Martins e restante equipa técnica, bem como aos jogadores, apesar de alguns aspetos a corrigir.

“A gente está no caminho certo, mas não pode pegar só nisso. Há alguns aspetos que a equipa tem de melhorar também: algum posicionamento, alguma coisa que o Pedro [Martins] pede e ainda não estamos a fazer bem”, disse.

O futebolista, que chegou a Guimarães na época passada, oriundo do Cianorte, do Brasil, encontra-se no último ano de empréstimo, mas confessou que gostava de continuar em Guimarães após esta época.

“Estou focado em ajudar o Vitória a conseguir os objetivos. Quanto à renovação, ainda não me procuraram, mas se procurarem fico bastante feliz”, adiantou.

Pedro Henrique assumiu igualmente que gostava de ganhar a Taça de Portugal pelo Vitória e anteviu que, no encontro frente ao Boavista, a 20 de novembro, para a quarta eliminatória, a equipa pode “fazer um grande jogo” se apresentar o mesmo “empenho” e “determinação” até agora.

O defesa-central pronunciou-se ainda sobre o sorteio da Taça da Liga, que decorreu na quarta-feira e colocou os vimaranenses no grupo D, com Benfica, Paços de Ferreira e Vizela, equipa da II Liga, salientando que a equipa “vai contar com o apoio dos adeptos” por ter “dois jogos em casa” e outro “perto”, em Vizela.

 

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Futebol

“O Vitória foi enorme”

Taça da Liga

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Foto: DR

Declarações dos treinadores do Vitória e do FC Porto, após a segunda meia-final da Taça da Liga de futebol, disputado em Braga, que terminou com uma vitória dos ?dragões’, por 2-1:

Ivo Vieira (treinador do Vitória): “Tivemos aqui um jogo bem disputado, entre duas equipas que quiseram ganhar. O FC Porto é muito forte, uma equipa ‘grande’, mas o Vitória foi enorme, pelo que aconteceu na bancada, com os nossos adeptos. E merecíamos mais em termos de resultado. Depois de estarmos em vantagem (1-0), não poderíamos consentir o golo que sofremos. Foi um golo muito consentido. Numa altura daquelas, temos de ter mais nervo, mais arreganho, mais concentração. Nessa fase do jogo, poderíamos ter intranquilizado mais o FC Porto em transição, e o jogo poderia ser diferente.

Os jogadores lutaram pela ideia de jogo, contra uma equipa competitiva, forte, com pressão alta. Fizemos um golo. O FC Porto fez dois. Fizemos mais um golo, mas não vou comentar. Não vou falar sobre árbitros, vou falar de futebol. O nosso futebol precisa de saúde, precisa de liquidez para valer mais fora de portas. Quero tentar acrescentar ao futebol português com o meu trabalho.

É nítida a nossa dimensão, a nossa grandeza fora de campo. Dentro de campo, temos de ter outras respostas. Temos apresentado um nível razoável a bom nos jogos ‘grandes’, mas não temos estado à altura nos golos. A equipa tem ideia, tem organização, ataca muito, mas os ditos ‘grandes’ têm feito a diferença na finalização. Eu também preciso de tomar melhores decisões.

Não foi pelo meio-campo que não conseguimos desequilibrar mais o jogo a nosso favor. É difícil ganhar duelos e segundas bolas frente a uma equipa como o FC Porto. Há coisas em que ainda podemos melhorar, como o facto de o André André ainda estar com algumas rotinas em falta para acrescentar. Queríamos atrair os médios do FC Porto para podermos progredir pelas laterais e termos extremos a jogar por dentro. O FC Porto fez uma primeira pressão muito competente na primeira parte. No início da segunda parte, melhorámos e chegámos mais à área.

Temos uma equipa jovem, com dores de crescimento. A exemplo dos jogos com os ‘grandes’, a equipa foi crescendo na Liga Europa. Perdeu os primeiros três jogos, mas depois foi pontuando. Precisamos de crescer em alguns momentos do jogo. Pelo que produz, a equipa deveria ganhar mais vezes.

O Lucas [Evangelista] é um jogador que dá muito em prol da equipa, mas estava cansado, e a intenção [da substituição, aos 77 minutos] foi tirar o Lucas [Evangelista] para colocar o [Léo] Bonatini a ’10’ e o João Pedro a ponta de lança.”

Sérgio Conceição (treinador do FC Porto): “Foi um jogo equilibrado, competitivo, entre duas equipas que queriam estar na final. Os meus parabéns ao Vitória pela réplica que deu. Na primeira parte, o jogo foi equilibrado, mas estivemos mais próximos da baliza contrária. O único remate do Vitória foi a acabar a primeira parte, num lance em que dois jogadores escorregaram. Os jogadores tiveram alguma falta de aderência devido ao estado do relvado.

Na segunda parte, até ao penálti, houve mais controlo do jogo por parte do Vitória. O penálti fez-me lembrar o lance do ano passado, em que fizemos o penálti a acabar [contra o Sporting]. Nesse domínio do Vitória, não houve grandes situações de perigo e vimo-nos a perder com esse penálti. Houve uma grande demonstração de caráter na reação e demos a volta. Houve uma situação de golo anulado a acabar, mas parece-me bem anulado e foi um resultado justo.

Vamos ter de preparar o jogo com o Braga nestes dois dias, tendo em conta o trabalho do novo ‘staff’ técnico [do Braga], que tem essa ideia do [novo treinador] Rúben [Amorim]. Vamos prepará-lo da melhor maneira, para termos um resultado diferente do que tivemos no campeonato [derrota por 2-1].

É uma vitória que nos permite estar na final da Taça da Liga. Houve grande determinação e grande caráter por parte dos jogadores. Os jogadores que falharam o penálti no último jogo [com o Braga] foram os que marcaram o golo neste jogo. O importante é melhorarmos no nosso trajeto. Quanto ao nosso futebol, ouvimos e aceitamos as críticas. A partir daí temos concentração máxima no que temos a melhorar. Ganhámos um jogo que nos permite discutir uma final e um título, no sábado.

Há duas ou três semanas, este relvado estava em pior estado, pelo menos na aparência. Os jogadores disseram-me que as mudanças de direção eram difíceis. Caíram várias vezes ao longo da partida. Que o relvado esteja um bocadinho melhor no sábado para o espetáculo ser também melhor.

Tenho contas a ajustar com a Taça da Liga, com a Taça de Portugal, com o campeonato [em alusão a títulos em que já falhou a conquista]. Trabalhamos para isso.

Depois da Taça da Liga, temos mais um jogo em casa com o Gil Vicente já na terça-feira. Queríamos que o jogo fosse na quarta-feira, mas não foi possível, porque o jogo com o Benfica [20.ª jornada] foi marcado para um sábado. Queríamos que fosse ao domingo, mas as nossas pretensões não foram atendidas. A partir daí, os jogos foram sempre recuando.

O Danilo tem sido um fantástico jogador ao nível do espírito de sacrifício. Tem jogado algo limitado. Achámos por bem hoje não o colocar. Tem sido um verdadeiro capitão.”

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Futebol

Adeptos do Vitória vandalizaram cadeiras no Estádio de Braga

Taça da Liga

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Foto: O MINHO

Algumas cadeiras do Estádio Municipal de Braga foram vandalizadas e arrancadas no sector onde se encontravam adeptos do Vitória SC, no final do encontro da meia-final da Taça da Liga.

O vandalismo ocorreu na altura em que o VAR anulou um golo dos conquistadores, aos 95 minutos, que dava a chance de levar o jogo, frente ao FC Porto, para o desempate através de grandes penalidades.

Para além das cadeiras, há ainda registo de vandalismo numa das casas de banho do estádio, com vários danos infligidos no material.

Aos 18 minutos do encontro, o árbitro Jorge Sousa teve de interromper a partida, depois de adeptos de Guimarães atirarem artigos pirotécnicos para o relvado.

Com a derrota, o Vitória falha aquela que poderia ser a primeira final 100% minhota da Taça da Liga, depois do SC Braga ter vencido o Sporting, na terça-feira.

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Desporto

Dezenas à porta, 5 mil no Facebook, reviravolta contra o Benfica e o Óquei de Barcelos é líder

13.ª jornada do Campeonato

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O Óquei Clube de Barcelos bateu hoje o Benfica, por 6-4, em jogo da 13.ª jornada do Campeonato Nacional de hóquei em patins, numa partida em que esteve a perder 0-3.

Com muitos adeptos fora do pavilhão por falta de espaço, o Óquei de Barcelos ultrapassou o adversário desta noite na classificação e isolou-se no primeiro lugar, com 32 pontos. Benfica e Sporting (31), FC Porto e Oliveirense (28) vêm atrás.

Facebook de OC Barcelos transmitiu o encontro

Para além dos 2.500 adeptos que assistiram ao jogo no Pavilhão Municipal de Barcelos, vários milhares acompanharam o jogo, em direto, através da página do clube na rede social Facebook, onde chegaram a estar, em simultâneo, mais de cinco mil pessoas.

(em atualização)

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