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Plano Outono Inverno prevê estratégia de testes para triar rapidamente doentes

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

A definição de uma estratégia nacional para a realização de testes laboratoriais que faça “a rápida separação” de doentes com covid-19 dos restantes pacientes é uma das medidas do Plano de Saúde Outono Inverno 2020/21.


“A circulação do vírus da gripe, vírus sincicial respiratório e outros vírus respiratórios sazonais no outono-inverno, em simultâneo com o SARS-CoV-2” impõe “a definição de uma estratégia nacional para a realização de testes para o diagnóstico diferencial dos sintomas respiratórios infecciosos, que concretize a rápida separação de doentes com covid-19 dos restantes doentes”, defende o plano publicado hoje no Portal do SNS.

Esta estratégia deve ser alvo de “um acompanhamento científico qualificado, rigoroso e permanente, de forma a integrar atempadamente, verificado o cumprimento dos requisitos de certificação e validação, a utilidade clínica de outros testes” laboratoriais para SARS-CoV-2 (não moleculares) e outras amostras biológicas para pesquisa do novo coronavírus, como por exemplo a saliva.

“O objetivo é que, conjugando os tipos de testes existentes (em particular a sua validade e qualidade laboratorial, e a sua especificidade e sensibilidade), seja garantida a celeridade da obtenção do resultado”, refere o documento.

A estratégia estratifica e destina os tipos de testes laboratoriais para SARS-CoV-2 conforme o seu fim: testes rápidos com resultados em menos de 60 minutos e testes com resultados disponíveis em 24 horas.

“Neste âmbito, serão equacionadas respostas de proximidade, nomeadamente a realização de testes laboratoriais para SARS-CoV-2 ‘point-of-care’ que permitam tomar decisões rápidas de separação, isolamento e contenção dos casos de covid-19”, adianta o plano.

As autoridades de saúde sublinham que a realização de testes laboratoriais para SARS-CoV-2 tem “uma finalidade clínica”, pelo que será reforçada a informação aos profissionais de saúde, decisores e população, explicando que “é um processo que se inicia, antes de mais, com uma prescrição que pretende atingir um objetivo, quer seja o diagnóstico, o rastreio ou a monitorização e vigilância epidemiológica”.

Desde 2004, que a DGS promove a implementação de Planos de Contingência com o objetivo de minimizar os efeitos do frio extremo e das infeções respiratórias sazonais na saúde da população.

“Este ano, o Plano de Contingência de Saúde Sazonal será adaptado às circunstâncias de uma emergência de saúde pública, o que justifica uma abordagem integrada no sentido de preparar os serviços de saúde para o Outono-Inverno 2020-21 no atual contexto pandémico, mantendo a atividade assistencial programada e urgente, de acordo com as necessidades em saúde dos cidadãos”, sublinha o documento, que será alvo de revisão e atualização bimestral.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 961 mil mortos no mundo desde dezembro do ano passado, incluindo 1.920 em Portugal.

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Covid-19: Mais 40 mortos, 4.656 infetados e 1.747 recuperados no país

Boletim diário da DGS

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Foto: O MINHO (Arquivo)

Portugal regista hoje mais 40 mortos e 4.656 novos casos de infeção por covid-19, em relação a quinta-feira, segundo o boletim epidemiológico diário da Direção-Geral da Saúde (DGS). É um novo recorde de casos diários.

2.831 dos novos casos são no Norte.

De acordo com o boletim, desde o início da pandemia até hoje registam-se 137.272 casos de infeção confirmados e 2.468 mortes.

Há ainda 77.449 recuperados, mais 1.747 nas últimas 24 horas.

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Governo quer impor recolher obrigatório

Avança a SIC

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Foto: O MINHO

O Governo quer decretar o recolher obrigatório, restrições específicas para cada concelho, dependendo do grau de risco, e o teletrabalho obrigatório, como medidas para evitar a propagação do novo coronavírus, avança a SIC.

Segundo aquela televisão, estas são as três medidas que o Executivo está a apresentar aos partidos com assento parlamentar, nas reuniões que decorrem esta sexta-feira.

A dúvida será se é necessário voltar a decretar o estado de emergência para dar ao Governo o enquadramento legal que lhe permita pôr em prática medidas mais restritivas.

Esta será uma das decisões a ser fechada no Conselho de Ministros extraordinário do próximo sábado.

O recolher obrigatório só pode ser imposto em Portugal com a declaração do estado de emergência, segundo defendem alguns membros do executivo com base no sistema legal de Portugal.

De acordo com o jornal Público, não é possível implementar o reconhecer obrigatório em situação de calamidade.

A medida já está em vigor em alguns países europeus, como Espanha, Itália, França e Bélgica, para fazer face ao aumento dos casos de covid-19.

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Até ao fim do ano já poderá haver vacinas autorizadas

Segundo Durão Barroso, presidente da Aliança Global para as Vacinas

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Foto: Ilustrativa / DR

O presidente eleito da Aliança Global para as Vacinas (GAVI), Durão Barroso, disse hoje que há notícias encorajadoras relativamente às vacinas que levam a pensar que até ao final do ano poderá já haver autorização para algumas.

“Estamos numa fase muito avançada para as vacinas. Nos chamados ensaios ou testes e até ao lavar do cesto é vindima”, disse Durão Barroso, que inicia funções na GAVI em 01 de janeiro de 2021, adiantando, contudo, que “há notícias encorajadoras” e que “há algumas vacinas que estão muito perto de uma autorização para utilização de emergência”.

O ex-presidente da Comissão Europeia falava hoje no encerramento de uma formação para jornalistas dedicada à presidência portuguesa da União Europeia, realizada pela agência Lusa.

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