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Alto Minho

Placebo anunciam regresso a Portugal para concerto em Vilar de Mouros

Iggy Pop e Limp Bizkit já estavam anunciados

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Os Placebo vão aturar na próxima edição do festival EDP Vilar de Mouros, em Caminha, anunciou hoje a banda britânica nas redes sociais.

O regresso a Portugal, marcado para 28 de agosto, foi feito através de uma publicação no Instagram da banda.

Os Placebo juntam-se assim aos norte-americanos Iggy Pop e Limp Bizkit, na edição de 2020 do festival de verão mais antigo de Portugal, que terá disponíveis bilhetes para três dias – entre 27 e 29 de agosto – por 80 euros e bilhetes diários a 40 euros

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Alto Minho

Tuna junta-se para cantar “Havemos de ir a Viana” a partir de casa

Em tempos de confinamento, a Hinoportuna – Tuna do Instituto Politécnico de Viana do Castelo lançou, este domingo, um videoclipe da música “Havemos de ir a Viana”, feito a partir das casas dos seus membros. Vídeo: YouTube

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Em tempos de confinamento, a Hinoportuna – Tuna do Instituto Politécnico de Viana do Castelo lançou, este domingo, um videoclipe da música “Havemos de ir a Viana”, feito a partir das casas dos seus membros.

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Alto Minho

Covid-19: Confirmado primeiro infetado em Cerveira

Coronavírus

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Foto: DR / Arquivo

Um habitante de Vila Nova de Cerveira deu positivo no teste para Covid-19, informou hoje a autarquia, naquele que é o primeiro caso confirmado no concelho, até à data.

Num comunicado divulgado nas redes sociais, a câmara municipal acrescenta que “a entidade de saúde responsável pela comunicação dos dados não nos reportou nem a idenficação da pessoa, nem a freguesias a que pertence, no entando, dado o historial conhecido, suspeitamos que possa tratar-se de um caso anteriormente sinalizado em Mentrestido”.

Imagem: Facebook de CM Cerveira

Até às 24:00 de sábado, registaram-se 5.962 casos confirmados no país, devido à Covid-19. Morreram 119 pessoas.

Covid-19: 119 mortes e 5.962 casos confirmados no país

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PCP questiona Governo sobre o encerramento “ilegal” de panificadora de Caminha

Camipão

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Foto: DR / Arquivo

O PCP questionou a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social sobre o encerramento “ilegal” de uma panificadora em Caminha, que deixou cerca de 60 trabalhadores no desemprego.

“De acordo com informação prestada ao grupo parlamentar do PCP, a empresa Camipão, com sede no lugar da Cruz Velha, em Vila Praia de Âncora, parou o seu funcionamento ilegalmente, deixando aproximadamente 60 trabalhadores no desemprego”, refere a pergunta dirigida ao Governo pela deputada do PCP, Diana Ferreira e a que a agência Lusa teve hoje acesso.

No documento, a deputada comunista adianta que “desde 2018 se verificavam situações de incumprimento dos direitos laborais na empresa”, apontando “atrasos no pagamento de subsídios de férias e Natal e dos salários”.

“Estas situações na Camipão foram denunciadas por várias organizações sindicais que solicitaram a intervenção da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT). No dia 20 o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte requereu ação inspetiva, com caráter de urgência, dado até aquela data a empresa não ter pago metade do salário do mês de janeiro, bem como a totalidade do salário de fevereiro”, explica a deputada.

No requerimento enviado ao Governo, a deputada comunista acrescenta que a “Camipão não regularizou o pagamento do subsídio de Natal de 2018 a alguns trabalhadores, nem pagou o subsídio de Natal, a todos os trabalhadores, referente ao ano de 2019”.

“O extenso rol de irregularidades apontadas pelo sindicato, abrange ainda ilegalidades na marcação de férias, nas categorias profissionais e no cumprimento de direitos consagrados na contratação coletiva. No dia 25 a empresa encerrou todos os seus estabelecimentos, sem ter notificado por escrito os trabalhadores”, aponta.

Diana Ferreira sublinhou que “o encerramento ocorre num período em que os trabalhadores estão com o salário e subsídio de Natal em atraso, facto que já havia originado sérios problemas”.

“O sentimento de injustiça dos trabalhadores – que têm obrigações pessoais, familiares, contas para pagar – perante a situação relatada é muito grande”, reforça.

A deputada comunista quer saber “se Governo tem conhecimento da situação e como explica que ao longo de anos, a empresa ter praticado este incumprimento dos seus deveres sem que seja conhecida intervenção da ACT”.

Diana Ferreira reclama ainda esclarecimentos sobre as medidas que o Governo vai tomar para que sejam “integralmente respeitados” os direitos dos trabalhadores , se vai “tentar salvaguardar os postos de trabalho e a viabilidade da empresa” e como vai agir para garantir o “urgente pagamento do subsídio de desemprego aos trabalhadores afetados”.

Anteriormente a Lusa tentou, sem sucesso, contactar o administrador da empresa, José Presa, que, nas últimas eleições autárquicas foi eleito vereador do PSD na Câmara de Caminha, mandato que viria a suspender, em maio de 2019, por um ano.

Na altura a Lusa contactou o presidente da câmara, o socialista Miguel Alves, que disse não poder confirmar o encerramento, acrescentando que “na quarta-feira a Camipão suspendeu a produção de pão e fechou as lojas por haver intranquilidade e desconforto entre os funcionários”.

“A câmara teve de arranjar outra empresa para fornecer o pão para servir aos alunos e famílias carenciados do concelho a quem o município está a assegurar refeições neste período de pandemia da covid-19. Fomos avisados menos de 24 horas antes da suspensão da laboração”, explicou.

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