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Barcelos

PJ investiga alegado desvio de 671 mil euros em associação de Barcelos

Mobility Friends nega qualquer irregularidade

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Foto: Facebook de Mobility Friends

A Polícia Judiciária de Braga está a investigar uma queixa de ex-membros da Associação Intercultural Amigos da Mobilidade (Mobility Friends), de Barcelos, por alegada apropriação indevida, pelo presidente da mesma, de 671 mil euros, avança o Jornal de Notícias (JN).


A Associação, com sede na freguesia de Gamil, nega qualquer ilegalidade e alega que os queixosos querem vingar-se e disputar-lhes o mercado, uma vez que têm uma instituição com a mesma finalidade.

A denúncia, feita por dois cidadãos polacos, ex-sócios da Associação, refere outras ilegalidades como as de recebimento de dinheiro sem fatura, compra de terreno com recurso a sub-faturação, e aquisição de casas pré-fabricadas por 775 mil euros, quando o seu valor real seria muito inferior.

Ao JN, o advogado da Associação, Rui Senra da Cruz, disse desconhecer a investigação, que a associação não foi ouvida em qualquer inquérito e nega qualquer irregularidade.

Adiantou que já foi feita uma “queixa-crime contra os autores por difamação e denúncia caluniosa e estes já foram constituídos arguidos”.

O advogado da Mobility Friends alega, ainda, que os queixosos estão a agir por vingança e por quererem disputar-lhes o mercado.

A associação, sem fins lucrativos, presta serviços a grupos de jovens oriundos de outros países da Europa em intercâmbio no quadro do programa Erasmus +.

Ainda de acordo com aquele jornal, a associação vive um momento judicialmente conturbado já que foi alvo de nove processos judiciais movidos quer pelos dois polacos, quer por ex-funcionários.

Por seu turno, a Mobility Friends terá movido quatro processos aos dois queixosos e a ex-funcionários.

Aliás, no Tribunal de Barcelos já foi julgada e aguarda sentença uma ação cível interposta pelos dois empresários polacos exigindo a anulação da expulsão da associação.

Nessa ação, alegam que compraram quota de outro sócio, por uma soma avultada, mas, ao contrário do que teria sido acordado, ficaram sem poderes diretivos.

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Barcelos

Ex-funcionária pede 48 mil euros de indemnização a associação de Barcelos

Burla

em

Foto: Facebook de Mobility Friends

Não houve acordo no Tribunal de Trabalho de Braga na audiência de tentativa de conciliação hoje realizada entre as partes.

Vai, assim, para julgamento uma ação de uma ex-funcionária contra a Associação Intercultural Amigos da Mobilidade (Mobility Friends), de Gamil, Barcelos que reclama 48 mil de indemnização e remunerações não pagas.

Para além desta ação, há mais três ex-funcionários a exigir dinheiro em Tribunal por verbas não recebidas de horas extras e outras componentes salariais.

Em contrapartida, a Associação, com sede em Gamil, meteu-lhes uma ação cível em que pede cerca de 50 mil euros a cada um dos quatro por quebra do contrato de trabalho, nomeadamente do sigilo a que estariam obrigadas. E uma outra por difamação.

Na ação agora em discussão, a queixosa diz que a Mobility Friends comunicou à Segurança Social e às Finanças o pagamento dos 8 mil euros, mas nunca lhos entregou.

Queixa de perseguição

A ex-funcionária, uma cidadã de origem polaca, apresentou, também, uma queixa-crime contra a Associação, acusando-a de ameaças, perseguição, e bullying.

Diz que, entre outras coisas, lhe colocou um funcionário à porta de casa com intuitos intimidatórios. O inquérito corre no Ministério Público de Barcelos.

Conforme O MINHO noticiou, a PJ de Braga está a investigar uma queixa de dois ex-membros da Associação por alegada apropriação indevida, pelo seu Presidente, de 671 mil euros.

A denúncia, feita por dois cidadãos polacos, ex-sócios da Associação, aponta, ainda, para outras ilegalidades como as de recebimento de dinheiros sem fatura, compra de um terreno com recurso a subfaturação, e aquisição de casas préfabricadas por 775 mil euros, quando o seu valor real será muito inferior.

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Barcelos

Vai a sepultar na quinta-feira homem que morreu em choque frontal em Barcelos

Óbito

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Foto: Cidade Hoje

O homem de 48 anos que morreu na sequência de uma colisão frontal, no sábado, em Chorente, no concelho de Barcelos, será sepultado na quinta-feira.

O funeral de Hilário Afonseca Casanova está marcado para as 17:00 no cemitério de Chorente, freguesia onde residia.

Devido à pandemia de covid-19, as cerimónias fúnebres serão restritas à família.

Como O MINHO noticiou, o homem morreu no sábado na sequência de um choque frontal num caminho junto à pista de autocross de Chorente.

No local estiveram os Bombeiros de Barcelinhos e de Viatodos, apoiados pelo INEM.

A GNR registou a ocorrência.

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Barcelos

Covid fecha um dos maiores restaurantes de Barcelos

Pérola

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Foto: Restaurante Pérola / Facebook

O restaurante Pérola, em Barcelos, vai encerrar temporariamente, a partir desta terça-feira, devido a caso suspeito de covid-19, anunciou hoje o estabelecimento na sua página de Facebook.

“Informamos os nossos clientes que a partir de terça-feira dia 27, iremos temporariamente cessar todos os nossos serviços (sejam presencialmente ou em take away). Infelizmente foi detetado um possível caso positivo de covid-19 na nossa equipa de colaboradores (cujo resultado ainda não sabemos) e como medida de precaução as autoridades competentes determinaram o encerramento temporário do espaço para testar a equipa e detetar possíveis contágios”, refere a publicação.

O restaurante, localizado na Avenida D. Nuno Álvares Pereira, um dos maiores e concorridos da cidade de Barcelos, salienta, para “descansar” os clientes e fornecedores, que “o colaborador possivelmente infetado já está isolado há mais de uma semana, sendo que no âmbito das suas responsabilidades profissionais não mantém qualquer contacto direto com os clientes e/ou fornecedores”.

“Estamos em contacto com as autoridades competentes e em nenhum momento nos foi indicado para notificar nem clientes nem fornecedores que possam ter tido algum contacto de perigo. É uma medida preventiva que desde o início sugerimos e apoiamos”, realça o Pérola, garantindo: “Tão breve que nos seja dada autorização para retomar a nossa atividade, assim o faremos”.

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