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Ponte de Lima

Pirotecnia Minhota ajudou Macau em concurso que é um dos “maiores cartazes turísticos” da região

Foi a responsável por grandes eventos como os espetáculos de abertura da Expo’98, a inauguração do aeroporto de Macau e a comemoração dos 30 anos de independência de Angola.

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Foto: Facebook de Macao Government Tourism Office UK (C)

A Pirotecnia Minhota foi este ano responsável por prestar consultoria ao Governo de Macau durante a 29.ª edição do Concurso Internacional de Fogo de Artifício, um dos cartazes turísticos daquela região.

A empresa com sede em Santa Cruz do Lima, Ponte de Lima, teve como missão fazer os convites/seleção das empresas participantes até a supervisão da montagem e desmontagem e classificação dos espetáculos, num trabalho para o qual foi escolhida em fevereiro/março deste ano e que se prolongou durante vários meses.

Foto: Facebook de Macao Government Tourismo Office UK

Foto: Facebook de Macao Government Tourismo Office UK

Foto: Facebook de Macao Government Tourismo Office UK

A empresa chinesa Liuyang New Year Fireworks foi a vencedora desta 29.ª edição do concurso, que terminou a 01 de outubro, Dia Nacional da China, no qual milhares de pessoas se reuniram na baía em frente à Torre de Macau para assistirem ao último dia do concurso, reservado aos espetáculos da Itália e da China.

Na cerimónia de entrega de prémios, a responsável pela Direção dos Serviços de Turismo (DST) descreveu o evento como um dos “maiores cartazes turísticos” do território, capaz de atrair turistas de todo o mundo.

“A DST irá continuar a apresentar eventos diversificados e inovadores, em cooperação com diferentes serviços governamentais, instituições, associações (…) com o objectivo de transformar Macau num centro mundial de turismo e lazer”, sublinhou Helena de Senna Fernandes.

Este ano, o concurso foi exigente para a organização – e, logo, para os dois consultores enviados pela empresa de Ponte de Lima – já que, durante o período em que decorreu o festival, Macau voltou a ser atingido por um tufão (Manghkut), no dia 16 de setembro, obrigando as autoridades a içarem o sinal 10 de tempestade tropical, o máximo na escala de alerta, e a recalendarizar os espetáculos.

Recorde-se que, no ano passado, o concurso foi cancelado devido aos estragos provocados pelo tufão Hato, que atingiu Macau em 23 de agosto, causando dez mortos, mais de 240 feridos e prejuízos avaliados em 1,3 mil milhões de euros.

No concurso de 2018, participaram equipas das Filipinas, Coreia do Sul, Japão, Bélgica, França, Alemanha, Áustria e Portugal, com companhia pirotécnica “Luso”, de Almada, distrito de Lisboa.

A Pirotecnia Minhota, empresa centenária que introduziu os espetáculos piromusicais em Portugal, realiza as maiores romarias nacionais, como as Feiras Novas, de Ponte de Lima, e as Festas D’Agonia, em Viana do Castelo, mas também o grandioso fogo de Passagem do Ano, na Madeira, ou o da noite de São João, em Braga e no Porto, e já recebeu vários prémios internacionais, nomeadamente no Mónaco, Canadá, Macau, Suécia, e Alemanha. Foi a responsável por grandes eventos como  espetáculos durante  a Expo’98, a inauguração do aeroporto de Macau e a comemoração dos 30 anos de independência de Angola.

Emprega 25 trabalhadores permanentes, para além de contratar outros colaboradores durante os períodos de maior atividade, como a Páscoa, Verão e final do ano. É liderada pelo empresário e maestro-técnico David Costa, que é também dirigente da Associação Nacional de Empresas de Produtos Explosivos (ANEPE).

 

Notícia atualizada às 15h06.

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Alto Minho

O último grande nevão no Alto Minho. Foi a 14 de janeiro de 1987

Quarta-feira, 14 de janeiro de 1987. O Alto Minho foi surpreendido por um nevão, que deixou em êxtase os muitos que nunca haviam visto neve. Em Ponte de Lima, Modesto Miranda (Artvídeo) captou imagens do ‘grande acontecimento’, mais tarde partilhadas no YouTube, num documentário sobre a sua obra, produzido no âmbito do projeto PontedeLima.com (PDG5 Media, proprietária do jornal O MINHO).

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Quarta-feira, 14 de janeiro de 1987. O Alto Minho foi surpreendido por um nevão, que deixou em êxtase os muitos que nunca haviam visto neve. Em Ponte de Lima, Modesto Miranda (Artvídeo) captou imagens do grande acontecimento, mais tarde partilhadas no YouTube, num documentário sobre a sua obra, produzido no âmbito do projeto PontedeLima.com (PDG5 Media, proprietária do jornal O MINHO).

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Alto Minho

Alunos de Ponte de Lima foram a Lisboa cantar as Janeiras ao ministro da Educação

“Obrigado ao Senhor Ministro e a toda a sua elite”

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Cerca de 40 alunos e professores do Agrupamento de Escolas (AE) António Feijó, de Ponte de Lima, estiveram esta quinta-feira no Ministério da Educação a cantar as janeiras.

Foto: cedida a O MINHO

Os estudantes dos 7.º, 8.º e 9.º anos, incluindo vários alunos que também frequentam a Academia de Música Fernandes Fão, dedicaram uma canção original ao Ministro da Educação e sua equipa. “Obrigado ao Senhor Ministro e a toda a sua elite”, diz a canção, na qual os alunos limianos, que vieram “em romaria ao Ministério da Educação”, se apresentam como sendo de uma vila que é “obra-prima, de beleza sem igual”.

Foto: cedida a O MINHO

Acompanhado pelos Secretários de Estado da Educação, João Costa e Susana Amador, e pelo Secretário de Estado da Juventude e do Desporto, João Paulo Rebelo, o ministro Tiago Brandão Rodrigues agradeceu a dedicatória alto-minhota, destacou o projeto pedagógico daquele Agrupamento, sublinhando o ensino articulado e a ligação à Academia Fernandes Fão. Ao presidente da autarquia de Ponte de Lima, o governante agradeceu o empenho em ter trazido este grupo “de verdadeiros cantores” até Lisboa.

Foto: cedida a O MINHO

O Ministro da Educação foi ainda surpreendido, uma vez que dois dos docentes presentes haviam sido seus professores no 7.º ano de escolaridade, em Paredes de Coura, onde estudou: “Que bom revê-los! E muito obrigado por estas estrofes tão especiais que hoje nos trazem”, referiu.

O átrio do edifício sede do Ministério da Educação, onde se juntaram governantes, dirigentes e trabalhadores dos serviços, encheu-se para ver e ouvir as canções da época, interpretadas pelos alunos de Ponte de Lima que, de seguida, almoçaram na cantina do Ministério, acompanhados pelo Ministro da Educação.

Esta quinta-feira cumpriu-se a tradição de vários anos, com a presença de alunos no Ministério da Educação a cantar as janeiras. Em 2016, o Ministro Tiago Brandão Rodrigues recebeu alunos e professores do AE de Condeixa-a-Nova, em 2017 do AE de Algueirão – Sintra, em 2018 a Academia de Amadores de Música de Lisboa, em 2019 o Grupo Pintar e Cantar dos Reis de Alenquer e, em 2020, os alunos do AE António Feijó, de Ponte de Lima.

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Alto Minho

Ponte de Lima fecha contas de 2019 com mais de 6 milhões de saldo positivo

Finanças municipais

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Foto: DR / Arquivo

Ponte de Lima, no distrito de Viana do Castelo, fechou as contas de 2019 com um saldo positivo superior a 6,3 milhões de euros, mais de 1,1 milhões de euros que no ano anterior, informou hoje a Câmara local.

“O município apresenta uma disponibilidade financeira de 6.302.020,00 euros, tendo mesmo aumentado este valor relativamente ao ano de 2018 em mais 1.149.148,00 euros, não aumentado o volume de dívida, o que se afigura positivo ao nível da gestão prevista para o ano de 2020, permitindo a continuidade das iniciativas e investimentos orientados pela mesma política criteriosa de gestão dos dinheiros públicos”, sustenta aquela autarquia.

Em comunicado, o município presidido por Victor Mendes (CDS-PP) realçou “a necessidade das autarquias se adaptarem a um novo cenário de financiamento, na medida em que o Portugal 2020 representou uma séria restrição ao tipo de investimentos elegíveis que não são, muitas das vezes, em áreas prioritárias de desenvolvimento para o concelho e para a região”.

Victor Mendes, presidente da Câmara de Ponte de Lima. Foto: DR

“Este cenário continua a representar uma perda de importantes receitas nas contas das autarquias”, defendeu o município, acrescentando que “o esforço financeiro é obviamente maior na realização de investimentos não financiados mas essenciais ao desenvolvimento do concelho, sendo apenas possível para aquelas autarquias que apresentavam alguma disponibilidade financeira, como é o caso de Ponte de Lima, obrigando a uma gestão mais difícil, mas que não tem impedido o município de concretizar os seus propósitos”.

Na nota hoje enviada à imprensa, a Câmara de Ponte de Lima destacou ainda ter “abdicado” de “um conjunto de receitas municipais” por entender “serem um importante fator de atratividade do concelho e de redução dos desequilíbrios sociais”.

“Os benefícios fiscais, por exemplo, são uma medida que implica uma perda de receita de cerca de 2,6 milhões de euros por ano, o que corresponde a cerca de 10 milhões de euros para um período de quatro anos de mandato”, reforçou.

Aquele valor, especificou a autarquia, representou em 2019 a “perda de receita para a autarquia de 849.335,00 euros”, valor que “também contabiliza as receitas não arrecadas da cobrança da derrama às empresas, a isenção do pagamento de IMT na aquisição de lotes nas zonas industriais e a baixa taxa de IMI aplicada no concelho”.

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