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Pilotos do Minho em luta renhida pelo título de campeão nacional de drift

Espanhóis pela primeira vez na prova.

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As provas de drift passaram este ano a ser oficializadas pela FPAK. Foto: Joaquim Gomes/O MINHO

Melgaço é este fim-de-semana palco da etapa final do campeonato nacional de drift, com os pilotos do Minho a disputarem os primeiros lugares da prova, tendo a participação de corredores espanhóis, o que sucede a primeira vez nesta modalidade de automobilismo.


A disputa é renhida e os três primeiros pilotos da categoria Pro são Nélson Rocha (Ponte de Lima), Diogo Correia (Vila Verde) e André Silva (Braga), já na categoria Semi Pro, Paulo Nunes (Melgaço), seguido por Pedro Couto (Vila do Conde) e em terceiro Carlos Carvalho Nazaré), sendo em Iniciados os primeiros classificados neste momento Hélder Neto (Santo Tirso) em segundo Daniel Azevedo (Porto) e terceiro Paulo Pereira (Aveiro).

É o primeiro campeonato inteiramente federado, com organização do Clube Automóvel do Minho (CAM), tendo lugar sábado e domingo no Centro de Estágios, com cerca de 30 atletas federados, que disputarão os títulos das três categorias, Pro, Semi Pro e Iniciados, num momento de oficialização da modalidade.

Será uma das provas mais exigentes do campeonato e “os pilotos encontrarão em Melgaço o percurso mais exigente de todos a nível de motor, com todas as condições de segurança salvaguardadas”, segundo explicou a O MINHO o presidente do CAM, Rogério Peixoto.

“Este é um dos únicos locais, de entre as várias provas realizadas, que reúne as devidas infraestruturas, sem necessidade de efetuar intervenções ou investimentos significativos”, destacou a organização do evento, satisfeita “com as excelentes condições de Melgaço”.

O sábado e parte da manhã de domingo serão de treinos para os participantes e as etapas finais acontecem no domingo de tarde entre as 15h00 e as 17h00, segundo referiu o CAM.

António Domingues, Fábio André Cardoso, Francisco Ranhada e Paulo Nunes são os pilotos melgacenses inscritos, sendo o concelho de Melgaço tido como “capital do drift”.

Esta prova, de entrada livre, será também a estreia de alguns pilotos espanhóis no Campeonato de Portugal de Drift e poderá ser visualizada em Livestream para quem não se puder deslocar, sendo aqui definidos os campeões nacionais das três categorias do drift.

Esta é a primeira vez que o Destino de Natureza Mais Radical de Portugal recebe uma prova da modalidade, ação promovida pelo Clube Automóvel do Minho e pela Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting, com o apoio da Câmara Municipal de Melgaço.

Guilhabreu (Vila do Conde), Pinhel (Guarda), Reguengos de Monsaraz (Évora) e Baltar (Paredes), foram os locais que já acolheram as quatro anteriores provas deste campeonato.

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Miguel Oliveira “entusiasmado” com o regresso às pistas

Mundial de MotoGP

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Miguel Oliveira. Foto: Facebook

O piloto português Miguel Oliveira (KTM) mostrou-se hoje “entusiasmado” com o regresso às pistas no Mundial de MotoGP, cuja primeira prova da temporada 2020 se realiza no domingo, no circuito espanhol de Jerez de la Frontera.

“Estou contente e, obviamente, entusiasmado por voltar a correr. Jerez sempre foi uma etapa muito especial para mim, pois é o que fica mais perto de casa”, disse o piloto de Almada, em declarações difundidas pela equipa Tech3.

Miguel Oliveira observou que a prova deste ano será “extra especial, pois marca o regresso à competição”, após a suspensão motivada pela pandemia de covid-19, que provocou mais de 566 mil mortos e infetou mais de 12,79 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

“Estou contente e muito, muito feliz por ver toda a gente outra vez reunida e voltar ao trabalho num fim de semana que será diferente, sem fãs nas bancadas, com muitas restrições”, sublinhou.

No entanto, apesar das limitações, o piloto luso promete “dar o máximo para deixar toda a gente orgulhosa”.

Também o patrão da equipa Tech3, o francês Hervé Poncharal, mostrou-se satisfeito com o regresso da competição: “Com tanta coisa que aconteceu, entretanto, é como um sonho, algo que parecia impossível há apenas três meses”.

O facto de haver menos corridas (17) e com pouco intervalo entre si obriga “a estratégias diferentes”.

O Grande Prémio de Espanha será a primeira de 17 corridas previstas para 2020.

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Motores

Fórmula 1 anuncia mais duas corridas mas Portimão continua à espera

Estoril foi palco do último GP em Portugal

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Foto: DR / Arquivo

Os Grandes Prémios de Mugello (Itália) e de Sochi (Rússia) foram hoje confirmados no calendário mundial de Fórmula 1 pela Liberty Media, responsável pelo campeonato do mundo, sendo a nona e décima provas da temporada.

O circuito de Mugello, propriedade da Ferrari, acolherá o GP 1000 Ferrari, que assinala a milésima corrida da equipa italiana no Mundial, no dia 13 de setembro.

Duas semanas mais tarde, em 27 de setembro, será a vez de Sochi acolher o GP da Rússia, tal como inicialmente previsto.

Desta forma, Portimão continua na calha para receber uma prova de Fórmula 1 24 anos depois de o Estoril ter sido palco do último GP de Portugal.

No entanto, a data inicialmente apontada – 04 de outubro – já não deverá ser utilizada por motivos logísticos.

O norte-americano Chase Carey, patrão da Liberty Media, já tinha anunciado que ainda estava a ser estudada a possibilidade de o campeonato poder ir ao continente americano (GP do Brasil, México, EUA e Canadá ainda não foram cancelados).

Com a pandemia de covid-19 a alastrar naquela região do planeta, começa a ser cada vez mais provável o adiamento dessa ronda americana, libertando datas no final de outubro para a realização do GP de Portugal.

O início da competição estava previsto para 15 de março, na Austrália, mas a prova foi cancelada devido à pandemia de covid-19.

Ao todo, já foram canceladas ou adiadas 13 das 22 corridas da temporada, mas os responsáveis do campeonato esperam ter um calendário com 15 a 18 corridas até ao fim deste ano.

A sucessão de cancelamentos abriu a porta à utilização de novos circuitos na segunda metade da temporada do Mundial de Fórmula 1, como o circuito de Mugello ou o Autódromo Internacional do Algarve.

Calendário da Fórmula 1:

03 a 05 julho – Grande Prémio da Áustria – Spielberg

10 a 12 julho – Grande Prémio Steiermark – Spielberg

17 a 19 julho – Grande Prémio da Húngria – Budapest

31 julho a 02 agosto – Grande Prémio de Inglaterra – Silverstone

07 a 09 agosto – Grande Prémio 70 Anos de F1 – Silverstone

14 a 16 de agosto – Grande Prémio de Espanha – Barcelona

28 a 30 de agosto – Grande Prémio da Bélgica – Spa-Francorchamps

04 a 06 setembro – Grande Prémio de Itália – Monza

11 a 13 de setembro – GP Ferrari 1000 – Mugello

25 a 27 de setembro – GP da Rússia – Sochi

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Patrão da Fórmula 1 adia decisão sobre o GP de Portugal

Em Portimão

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Autódromo de Portimão. Foto: DR / Arquivo

Uma decisão sobre a realização de um Grande Prémio de Fórmula 1 em Portugal só deverá ser “tomada nas próximas semanas”, anunciou hoje o promotor do Campeonato do Mundo, o norte-americano Chase Carey.

Em declarações ao sítio oficial do Mundial na internet, o patrão da F1 disse que “é preciso acompanhar a evolução da pandemia em alguns países antes de tomar uma decisão”.

Recorde-se que o mesmo responsável tinha prometido anunciar a segunda parte do calendário deste ano, revisto após a pandemia de covid-19, até à realização da primeira ronda, o GP da Áustria, que se disputa este fim de semana.

Portugal é um dos países que está a ser equacionado para acolher uma das provas deste ano, depois de as primeiras dez jornadas terem sido adiadas ou canceladas.

“Acredito que nas próximas semanas poderemos fazer o anúncio, pelo menos de parte do calendário. O ideal era podermos anunciar todas as restantes provas”, disse o norte-americano.

Chase Carey explicou que “há algumas corridas que já sabemos que vão integrar o calendário, mas temos de perceber que outras corridas se vão, de facto, realizar”, precisou.

A expectativa dos promotores era de disputar 15 a 18 provas este ano”. “Temos algumas corridas com as quais já fechámos o acordo, falta saber a data”, frisou ainda.

O mesmo responsável admitiu, nesta entrevista à Fórmula 1, que os países mais problemáticos são os do continente americano.

“Quando olhamos para os EUA, México ou Brasil, neste momento parecem, claramente, terem uma maior incidência de infeções do que outros locais”, disse.

“Por isso, estamos a tentar receber indicações daquilo que poderemos fazer nesses países”, explicou.

“Quando apontamos para novembro e vemos que ainda faltam quatro meses, que é mais tempo do que aquele que levamos de pandemia, percebemos que é difícil para todos saber o que vai acontecer”, concluiu.

O Campeonato do Mundo de Fórmula 1 deveria ter arrancado a 15 de março, mas a prova de abertura, o GP da Austrália, acabou por ser cancelada depois de dois trabalhadores da equipa Haas terem testado positivo.

O Mundial vai começar domingo, com o GP da Áustria, no circuito de Spielberg.

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