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Desporto

Piloto de Braga campeão nacional de Fórmula Renault

Miguel “Al Capone” Abreu

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Foto: DR

O piloto de Braga Miguel “AlCapone” Abreu sagrou-se este fim de semana campeão nacional de Fórmula Renault 2.0, na ultima prova do campeonato que se disputou no circuito do Estoril.

“AlCapone” chegou ao Estoril na segunda posição, mas carimbou o triunfo nas duas corridas da última prova do ano com o seu Fórmula Renault, o que permitiu ao piloto sagrar-se o vencedor do troféu.

Fundada em 1971, a Fórmula Renault é uma classe de automobilismo que serve de acesso a outras categorias de monolugares como Fórmula 3, Fórmula 2, Fórmula E e Fórmula 1.

“É um resultado muito bom. Foi o ano do regresso dos formulas com assas a Portugal, é foi o meu ano de estreia em qualquer tipo de competição automóvel…O carro evoluiu muito e eu melhorei bastante. É um incentivo muito grande, e mostramos que Braga é uma cidade de grandes pilotos”, disse o piloto, citado em comunicado enviado a O MINHO.

“Para além da parte desportiva, o trabalho dentro e fora de pista nos dias de corridas permito-nos entender melhor toda a dinâmica da competição, e isso é importante para o projeto internacional que lideramos, e que está sediado no circuito de Braga o projeto breuca”, considera.

O piloto garante que para o ano é para “voltar a competir”, mas também “lançar uma academia para pilotos de fórmula em Braga”: “Vamos ter o melhor simulador do mercado, (excluindo os das equipas de formula 1), e vamos desenvolver outros métodos de evolução de pilotos, num investimento de mais de 1,5 milhões de euros, e temos vindo a ganhar experiência, tanto dentro como fora da pist”.

O projeto trabalha com lendas do F1 como Emmerson Fittipaldi, e com a academias de pilotos: a Campos Racing Academy.

“Achamos que Braga tem todas as condições para se tornar um laboratório tecnológico nesta área, e um centro de formação de excelência de pilotos de toda a europa, o que pode também significar, para além da componente desportiva, um ganho para a cidade de várias dezenas de milhões de euros por ano”; salienta ainda Miguel Abreu.

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