Seguir o O MINHO

Braga

Picoto Park: uma vista de 360º sobre a cidade de Braga

Escalada, paintball, mini golfe, tiro ao alvo, quick jump, arborismo e uma paisagem de cortar a respiração. A cinco minutos do centro da cidade. Picoto Park abre em março

em

É o único lugar com uma vista de 360º sobre Braga. O monte Picoto vai ser um parque de aventura. E mostrar toda a cidade através de uma experiência diferenciadora e com um slogan muito apropriado: ‘adventure with a view”.

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Escalada, paintball, mini golfe, tiro ao alvo, quick jump, arborismo e uma paisagem de cortar a respiração é possível a cinco minutos do centro da cidade. O Picoto Park abre a 23 de março. O MINHO foi conhecer os 14 mil metros de área incorporados com um parque para 500 viaturas.

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

“É um parque de aventuras destinado a todo o tipo de grupos desde os 3 anos até adultos, onde há actividades de cariz ecológico, promovendo a interacção entre os grupos e as famílias”, começa por contar António Mirra, o responsável do parque sentado numa mesa de madeira, no exterior do bar.

Aliás, bar que vai funcionar de forma permanente para quem quiser passar um fim de tarde tranquilo, utilizando o lounge, idealizado para ter uma vista sobre parte da cidade.

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

É também por aqui que fica a área infantil que permite aos pais estarem a relaxar não perdendo de vista os filhos.

“Isto não é uma Bracalândia”, insiste várias vezes António Mirra. “Os nossos carroceis são ecológicos funcionam à base de roldanas e manivelas e temos muito material criado com recurso a madeiras reaproveitadas”.

Na parte superior fica o verdadeiro parque de aventuras direcionado para “grupos escolares, festas de aniversário, team building para empresas e grupos de amigos ou famílias que queiram ter experiências na natureza”.

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

O responsável faz uma pausa para explicar que “as festas de aniversário, por exemplo, terão um formato que não é usual porque as crianças serão sempre acompanhadas por monitores”.

É que a segurança é uma das chaves deste parque.

As características únicas a nível nacional do próprio monte do Picoto são realçadas por António Mirra: “está a poucos minutos do centro da cidade; permite atividades de BTT e orientação e já temos parcerias com Tuk Tuks e segways que facilmente chegam cá”.

“Quando todo o trabalho de reflorestação que está a ser feito ‘crescer’, com o miradouro, a ciclovia e os trilhos para caminhadas, fica aqui um local como não há no país”, a que se juntam acessibilidades para cadeiras de rodas e carrinhos de bebé.

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Por isso, António Mirara espera que o Picoto Park seja catalisador de outras iniciativas e que “os operadores turísticos possam fazer deste, o centro para visitar outros locais à volta da cidade”.

Experiência

António Mirra é natural da Póvoa de Varzim, começou a trabalhar na área dos parques de aventuras com 22 anos e 17 anos depois, embarca numa nova andança. “A nossa empresa já tem um parque no Gerês, outro em S. Pedro de Rates e ajudou a construir 30 parques para outras entidades”. O do Picoto foi idealizado e projetado “pela nossa equipa”.

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Morador em Braga há 10 anos, o Monte do Picoto sempre foi a primeira opção para criar um parque de aventuras. Ainda fez uma proposta para uma área no Parque da Ponte (sem resposta até hoje), ainda reservou um espaço na zona do Bom Jesus mas depois de ganhar a concessão por 25 anos, no Monte Picoto voltou ao sonho inicial.

Inauguração

A inauguração está marcada para 23 de março. “Temos feito alguns testes com grupos de clientes para conseguirmos suprir as lacunas, se as houver”. A agenda para os próximos meses já está preenchida e o programa de preços disponível.

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Ainda antes da inauguração é feita uma acção de recrutamento de pessoal, nos dias 9 e 10 de março. “Já temos a nossa equipa permanente definida mas há alturas do ano que precisamos de reforços e convém que já estejam familiarizados com a nossa filosofia e a nossa forma de trabalhar”.

Anúncio

Braga

Homem morre após despiste de mota em Prado, Vila Verde

Óbito

em

Foto: Funerária Gandarela

Um homem, com cerca de 60 anos, não resistiu aos ferimentos na sequência de um despiste na Estrada Nacional 205, na quinta-feira, em Vila de Prado, concelho de Vila Verde.

A mota em que a vítima seguia terá entrado em despiste acabando por embater contra um muro, junto ao cemitério daquela freguesia, ficando com vários ferimentos.

Acabou por ser transportado de urgência pelos Bombeiros de Vila Verde, dando entrada na unidade de cirurgia do Hospital de Braga, ficando depois internado na unidade de cuidados intensivos, mas não resistiu aos múltiplos ferimentos e fraturas que sofreu.

No local do acidente estiveram os Bombeiros de Vila Verde, a equipa médica da VMER de Braga e a GNR de Prado.

Ainda não há data para as cerimónias fúnebres.

Continuar a ler

Braga

Bombeiros da Póvoa de Lanhoso sem mãos a medir após tempestade ‘surpresa’

Mau tempo

em

Foto cedida a O MINHO

O mau tempo que se abateu sobre Póvoa de Lanhoso ao final da tarde de sexta-feira, ao longo de vários minutos, provocou vários estragos e inundações naquela vila, levando a que os bombeiros fossem mobilizados entre as 20:00 e as 02:00 horas, para limpar ruas e desobstruir condutas de águas pluviais, limpeza da praça principal e ainda remoção de árvores caídas.

Foto cedida a O MINHO

Os trabalhos começaram pouco depois da chegada do fenómeno de mau tempo, com várias ruas a ficarem inundadas no centro da vila povoense. Alguns estabelecimentos foram inundados levando a que os proprietários tentassem minimizar os estragos com a retirada da água.

Foto cedida a O MINHO

Recorde-se que, cerca das 19:30, a chuva intensa começou a cair em Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho e Cabeceiras de Basto, após um fenómeno extremo de mau tempo.

 

Continuar a ler

Braga

Presidente do CDS reuniu com empresários da restauração de Braga

Francisco Rodrigues dos Santos

em

Foto: Divulgação

O presidente do CDS-PP, Francisco Rodrigues dos Santos esteve em Braga onde reuniu com a União de Restaurantes de Braga de Apoio ao Covid-19 (URBAC19) e a Associação Comercial de Braga (ACB) para avaliar o impacto negativo da crise pandémica no setor.

Para o líder do CDS-PP, “a restauração é um dos setores particularmente fustigado pela situação que atravessamos, registando perdas muito acentuadas nos últimos meses, que se debate com sérias dificuldades em manter os seus estabelecimentos de portas abertas e salvar empregos dos seus trabalhadores”.

“O CDS propõe uma estratégia, para a retoma da economia, assente na recapitalização das empresas e num quadro de baixos impostos, para que se possa captar investimento, promover atividade económica e gerar emprego”, afirma Francisco Rodrigues dos Santos.

“Entendemos que o caminho que o Governo tem seguido, de mais endividamento para as empresas com recurso a crédito e assente numa lógica de adiamento de obrigações fiscais, não pode ser mantido para futuro, por isso, propomos medidas como o alargamento do lay-off simplificado até ao final do ano, uma vez que o Governo previa que se gastasse por mês mil milhões de euros e, até agora, registam-se a peso uma execução de trezentos milhões. Estender esta medida até ao final de 2020, seria muito útil para que os empresários pudessem resistir esta crise e pagar ordenados aos seus funcionários”, declara.

Francisco Rodrigues dos Santos defende “a eliminação dos pagamentos por conta, uma vez que esses são baseados em cálculos de faturação que não têm qualquer tipo de paralelismo com os do ano 2020, onde se está a notar um arrefecimento uma paralisação muito grande da atividade económica. A duplicação do valor das linhas de crédito às empresas, sendo que uma percentagem delas deve estar consignada a fundo perdido, porque as empresas que compõem a maior parte do nosso tecido empresarial estão alavancadas em dívida e não podem contrair mais sob pena de se endividarem ao ponto de não conseguirem honrar seus compromissos, portanto é necessário que o Estado injete liquidez na economia, uma percentagem garantida por si, que seja garantida por si, que seja fundo perdido e que não agrava a situação de Tesouraria das empresas”.

“Defendemos ainda, um mecanismo de acerto de contas entre o Estado e os contribuintes, que permita a uma empresa ou um particular a quem o Estado deve dinheiro poder descontar o valor dessa dívida em impostos ou contribuições pagas ao Estado e, por último, a renovação do adiamento das obrigações fiscais até ao final do ano”, reitera o líder do CDS.

Por fim, “estas são medidas que na opinião do CDS ajudariam a revitalizar a atividade económica, aquilo que chamamos de uma vitamina CDS para salvar empregos e reativar a economia do país”.

Continuar a ler

Populares