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Alto Minho

Pesca da lampreia no rio Minho começa esta sexta – e uso de colete de salvação passa a ser obrigatório

Incumprimento resultará no pagamento de uma coima cujo valor oscila entre os 25 e os 240 euros

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Foto: AMN / Divulgação (Arquivo)

A pesca da lampreia nas pesqueiras do rio Minho, que começa na sexta-feira, implica este ano, pela primeira vez, o uso obrigatório do colete de salvação, disse hoje o capitão do porto de Caminha.

Em declarações à agência Lusa, Pedro Costa explicou que “o edital de pesca no rio Minho que contempla aquela medida entrou em vigor em novembro de 2018, mas, na prática, [a medida] vai começar a ser aplicada a partir de sexta-feira, pelas 08:00, e até 16 de maio, às 08:00”.

Pedro Costa explicou que “o incumprimento daquela norma resultará no pagamento de uma coima cujo valor oscila entre os 25 e os 240 euros”.

“O principal objetivo desta medida é começar a criar uma cultura de utilização do colete para que caso aconteça um acidente se consiga prevenir a sua gravidade. O uso do colete garante a flutuabilidade ao pescador que, ao cair, mais probabilidades terá de se salvar”, especificou o capitão do porto e comandante da Polícia Marítima (PM) de Caminha.

A medida foi aprovada em maio de 2018 pela Comissão Internacional de Limites entre Portugal e Espanha, na sequência dos dois acidentes mortais registados nesse ano no rio, envolvendo aquelas estruturas, em pedra, onde são colocadas redes para a captura da lampreia.

Um dos casos ocorreu em fevereiro de 2018, com um pescador de 56 anos de idade, de Messegães, em Monção, e outro em abril do mesmo ano, vitimando um homem de 67 anos, de Alvaredo, Melgaço.

Pedro Costa, que preside juntamente com o comandante naval do Minho, da Galiza, àquela comissão internacional, adiantou que, do lado português do rio, “estão registadas cerca de 600 pesqueiras, 200 encontram-se ativas (podem operar desde que os proprietários solicitem a licença), sendo que 170 estão licenciadas para operar na safra que agora vai começar”.

A pesca daquele ciclóstomo no rio Minho começou a 02 de janeiro e vai prolongar-se até 20 de abril, “envolvendo 160 embarcações portuguesas e cerca de uma centena espanholas”.

Alto Minho

Escolas param, mas Valença assegura refeições gratuitas aos alunos que precisam

Confinamento

Foto: Divulgação / CM Valença

O Município de Valença vai continuar a assegurar as refeições escolares aos alunos oriundos das famílias com menores rendimentos do concelho, tal como ocorreu no primeiro confinamento, anunciou a autarquia.

A previsão é de cerca de 100 refeições por dia, que o Município espera entregar aos alunos do concelho abrangidos com escalões A e B.

Em comunicado, a autarquia da segunda cidade do Alto Minho explica que as refeições estão a ser elaboradas na cantina do Agrupamento de Escolas Muralhas do Minho.

“Uma parte das refeições são entregues diariamente, por todo o concelho, nos domicílios dos alunos, evitando deslocações diárias aos estabelecimentos de ensino. As demais são entregues, aos alunos, na sede do Agrupamento, em regime de take-away”, refere a nota de imprensa.

“Esta é mais uma resposta da autarquia para garantir a maior normalidade possível, aos constrangimentos desta nova realidade. A Câmara em articulação com o Agrupamento Muralhas do Minho tem abertas todas as linhas de apoio possíveis de modo a que sejam criadas as melhores condições possíveis para os alunos”, finaliza.

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Alto Minho

Produtos caseiros de Ponte de Lima para todo o país graças ao digital

Comércio

Foto: Divulgação / CM Ponte de Lima

A plataforma digital de incentivo e promoção aos produtos locais mercadoagrolimiano.pt já regista a presença de 18 produtores limianos e recebeu dezenas de encomendas de vários pontos do país, com destaque para a zona Centro, Grande Porto e do concelho Ponte de Lima.

De acordo com os últimos registos disponibilizados pela autarquia, referente aos primeiros oito dias do evento, já foram expedidas centenas de produtos, com destaque para os enchidos e fumados, vinhos, sidra, chocolates, doces, compotas e cogumelos. Os frescos, as hortícolas, são distribuídos apenas na área do concelho de Ponte de Lima.

A iniciativa, numa parceria entre a Câmara de Ponte de Lima e a Coopalima – Cooperativa Agrícola dos Agricultores do Vale do Lima, tem como missão principal “promover a economia local e apoiar os produtores a reerguerem-se através do desenvolvimento de uma plataforma digital que permitirá criar soluções e assegurar a preponderância de compra e venda de produtos locais”.

Através de um formato totalmente digital – mercadoagrolimiano.pt -, este evento pretende “mostrar, divulgar e difundir o setor agroalimentar de Ponte de Lima”.

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Viana do Castelo

PSP encerra vias pedonais e ecovias junto ao mar em Viana

Confinamento

Foto: PSP

Vários espaços públicos pedonais da zona ribeirinha de Viana do Castelo foram encerrados pela PSP no âmbito das medidas de contenção no novo coronavírus, após solicitação da Câmara Municipal.

Em nota publicada nas redes sociais, o comando distrital da PSP em Viana dá conta da implementação de medidas físicas efetivas de interdição de acessos com vista ao encerramento de vários espaços públicos pedonais na cidade.

Os espaços encerrados incidem na Praia Norte, na zona ribeirinha, que vai da Praça da Liberdade até ao Parque da Cidade, e ainda na ecovia de Cabedelo.

Estes locais foram encerrados por estarem “identificados como sendo suscetíveis de potenciar aglomerados de cidadãos, mormente para a prática de passeios higiénicos, exercício físico e convívio social”.

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