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Braga

Corajosos no primeiro mergulho do ano no rio Cávado

Na Praia Fluvial do Faial

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Cerca de 100 corajosos enfrentaram o frio das águas do rio Cávado, em Prado, concelho de Vila Verde, naquela que é já uma tradição da região circundante à cidade de Braga.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Logo pela manhã, sob a batuta de António Silva, mais conhecido como Mouzinho, a centena atirou-se às águas, demonstrando coragem e um espiríto altruísta em função daquele rio.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Ora, Mouzinho explica que este mergulho, que se realiza há vários anos, serve para alertar e consciencializar a população para a existência da praia fluvial do Faial, na vila de Prado, muitas vezes “estigmatizado” pelos poderes políticos e económicos.

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Braga

Ex-precários da UMinho manifestam-se contra “brutal roubo” nas remunerações

Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Norte

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Foto: O MINHO

Um grupo de trabalhadores da Universidade do Minho, integrados ao abrigo do programa de regularização de precários, estão a manifestar-se num dos campi da instituição contra o “brutal roubo” nas remunerações e a forma como o “processo foi conduzido”.

Em declarações à Lusa, o representante do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Norte, Orlando Gonçalves, que dinamizou a concentração em conjunto com a Associação dos Bolseiros de Investigação Científica, referiu que a instituição minhota integrou cerca de 100 trabalhadores com vínculo precário, “a maioria bolseiros de investigação” e que em alguns casos houve “um rombo” de 400 euros nas remunerações mensais.

O sindicalista avisou mesmo que, “se se mantiver a situação, irá haver recurso aos tribunais”, mas que esta é uma solução “muito demorada”.

“A regularização dos trabalhadores do Estado com vínculo precário foi um embuste. Aqui temos trabalhadores que tinham um rendimento de 1.600 euros e passaram a ter de 1.200, embora ganhando direitos que não tinham como bolseiros”, disse.

Segundo o sindicalista, “o que devia ter sido feito era a integração tendo como salário base o valor da bolsa, mas a Universidade do Minho não decidiu assim, pegou no que recebiam e dividiu por 14, na maioria dos casos”.

Orlando Gonçalves realça que “uma perda mensal de rendimento tão significativa põe em risco compromissos assumidos por estes antigos bolseiros com base no rendimento que tinham e há situações muito complicadas”.

Do lado da Universidade do Minho, questionado sobre as reivindicações destes trabalhadores na segunda-feira, quando foi anunciada a concentração, o reitor, Rui Vieira de Castro mostrou entender a situação de alguns trabalhadores mas lembrou também o lado da UMinho.

“Aquilo que procuro dizer é que, para lá do cumprimento da lei, que é o que estamos a fazer, é importante que se tenha em consideração o esforço financeiro enorme que está a ser solicitado à universidade e aquilo que são as suas receitas próprias”, disse.

Segundo o reitor, “o conselho de gestão tomou oportunamente uma decisão muito ponderada em função da leitura que faz do quadro jurídico aplicável”.

No entanto, admitiu, ser “verdade que alguns (trabalhadores) mostraram reservas” face àquilo que “entendiam ser uma degradação das suas condições financeiras”.

“A verdade é que a universidade ponderou largamente todo este dossier e pautou por uma grande transparência a sua posição. Naturalmente entendo que possa haver algum descontentamentos relativamente a algumas soluções”, disse.

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Braga

Continente doou mais de 330 mil euros em produtos a 44 instituições de Braga

O apoio dividiu-se entre 34 instituições de solidariedade social e 10 associações de apoio a animais

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Foto. Thiago Correia/O MINHO

A cadeia de lojas Continente distribuiu, em 2019, um total de 316 mil euros em excedentes alimentares a 44 instituições de Braga, através das lojas situadas no distrito, anunciou, esta quinta-feira, a empresa.

As doações diárias a instituições de solidariedade social decorrem durante todo o ano, nas mais de 300 lojas Continente de Norte a Sul do território continental e arquipélagos, que asseguram a entrega, de acordo com as necessidades das instituições beneficiadas.

No ano passado, o apoio da Missão Continente reaproveitou um total de 12,3 milhões de euros em excedentes, dos quais 8,5 milhões foram doados a 1.022 instituições de solidariedade social e associações de apoio a animais espalhadas pelo país (mais 71 do que em 2018). Já os restantes 3,8 milhões correspondem aos alimentos disponibilizados aos colaboradores das lojas e entrepostos para consumo em horário laboral.

Os artigos doados são considerados excedentes quando perdem o seu caráter comercial, mas preservam todas as condições de segurança e higiene alimentar, assegura a marca. Estes incluem produtos frescos como fruta, mercearia e artigos de padaria, entre outros bens alimentares.

“O combate ao desperdício alimentar é um dos pilares de atuação da Missão Continente que, desta forma, garante o reaproveitamento de produtos que os clientes já não selecionam e os encaminham para quem deles possa beneficiar”, aponta a marca.

As ações da Missão Continente fazem parte das iniciativas que o Continente tem vindo a comunicar como #BomParaPortugal, pois “espelham a relação intrínseca que a marca tem vindo a desenvolver com as comunidades que se insere, como agradecimento pela confiança depositada, ao longo de mais de três décadas”.

As instituições de solidariedade social e as associações de apoio a animais que pretendam receber este apoio através das lojas da sua área de influência, devem candidatar-se no site oficial da Missão Continente.

 

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Braga

Braga recebe 2.º Forum Nacional sobre “stalking”

É o quarto crime mais recorrente em Portugal

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Foto: DR

O crime de stalking foi, em 2018, o quarto a registar mais vítimas em Portugal. O stalking, ou assédio persistente, está criminalmente inscrito no Código Penal desde 2015.

A constatação é da Associação Portuguesa de Apoio à Vitima (APAV) que, a propósito do Forum Nacional sobre o tema que decorre em Braga a 10 de março, lembra “os atuais alarmantes índices de violência (seja ela de género, doméstica, no namoro, bullying… e também stalking)”.

O Forum, que debate o tema “Stalking e a violência nas relações de intimidade”, é organizado pelo Núcleo Rotary de Desenvolvimento Comunitário Rota Solidária (NRDC-RS), apadrinhado pelo clube Rotary Braga Norte, decorrendo na Aula Magna da Universidade Católica de Braga.

Os dados estatísticos – diz a organização – “mostram-nos a pertinência de juntar profissionais de várias áreas que lidam com vitimas e agressores – e refletir sobre a forma como vivemos as nossas relações de intimidade (que podem ou não levar-nos a ser mais vulneráveis e/ou violentos com os outros.)”.

O 2º Forum Nacional – acrescentam os promotores – “coloca o foco na Prevenção e quer pensar nas causas e consequências destas expressões de violência cada vez com mais impacto na sociedade e em cada um de nós”.

O Núcleo Rotary havia já organizado um primeiro Forum, sobre o mesmo tema, o qual esgotou a aula magna da Universidade Católica com mais de 400 pessoas.

Principais tópicos e oradores

O tema será exposto num formato totalmente aberto ao publico, onde o diálogo sobre a problemática do stalking passará pela sua definição, por saber como atuar na situação, refletir como se relaciona com a forma como vivemos as nossas relações de intimidade e compreender qual o impacto destes fenómenos de violência na nossa sociedade”

Os oradores serão: Antonio Manuel Ribeiro, autor do 1º livro autobiográfico sobre stalking, em Portugal, fundador e vocalista dos UHF; Carlos Alves – Inspector-chefe da PJ de Braga; Prof. Doutor Júlio Machado Vaz, Psiquiatra e escritor; Prof.ª Doutora Maria Veiga Branco, investigadora de Inteligência e Competência Emocional: Prof. Doutora Marlene Matos, coordenadora do Grupo de investigação sobre stalking em Portugal; Dra Marta Mendes, da APAV | Gestora do GAV de Braga; Paulo Duarte, padre jesuíta e escritor; Teresa Raquel Pinho, Psicóloga clínica, Moderadora do fórum e Tito de Morais, fundador do Projecto MiudosSegurosNa.Net.

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