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Braga

Bombeiros evitaram tragédia em Braga

Casas centenárias estiveram em risco

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

42 operacionais apoiados por 14 viaturas combateram, ao início da noite e durante a madrugada, um incêndio que deflagrou numa casa desabitada, na freguesia urbana de Real, em Braga, disse a O MINHO fonte do Comando Distrital de Operações e Socorro (CDOS).

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

A rápida intervenção das duas corporações do concelho – sapadores e voluntários -, com apoio de Amares, levou à extinção do incêndio e respetiva fase de rescaldo durante mais de quatro horas, na interseção entre a Rua Costa Gomes e a 5 de Outubro, junto à antiga calçada real, local com várias vivendas e habitações centenárias.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

A mesma fonte indicou que, face ao bom trabalho dos operacionais, apenas a casa desabitada, e já bastante devoluta, foi consumida pelas chamas, evitando a propagação para algumas casas e lojas de comércio adjacentes, algo que estava a deixar em pânico moradores.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O alerta para o incêndio, com causas desconhecidas [alguma imprensa fala em toxicodependentes mas tal é mera suposição jornalística], foi dado às 20:59, mobilizando não só os bombeiros como operacionais da polícia e membros da divisão da Proteção Civil de Braga.

Não há registo de feridos, disse o CDOS.

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Braga

Continente doou mais de 330 mil euros em produtos a 44 instituições de Braga

O apoio dividiu-se entre 34 instituições de solidariedade social e 10 associações de apoio a animais

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Foto. Thiago Correia/O MINHO

A cadeia de lojas Continente distribuiu, em 2019, um total de 316 mil euros em excedentes alimentares a 44 instituições de Braga, através das lojas situadas no distrito, anunciou, esta quinta-feira, a empresa.

As doações diárias a instituições de solidariedade social decorrem durante todo o ano, nas mais de 300 lojas Continente de Norte a Sul do território continental e arquipélagos, que asseguram a entrega, de acordo com as necessidades das instituições beneficiadas.

No ano passado, o apoio da Missão Continente reaproveitou um total de 12,3 milhões de euros em excedentes, dos quais 8,5 milhões foram doados a 1.022 instituições de solidariedade social e associações de apoio a animais espalhadas pelo país (mais 71 do que em 2018). Já os restantes 3,8 milhões correspondem aos alimentos disponibilizados aos colaboradores das lojas e entrepostos para consumo em horário laboral.

Os artigos doados são considerados excedentes quando perdem o seu caráter comercial, mas preservam todas as condições de segurança e higiene alimentar, assegura a marca. Estes incluem produtos frescos como fruta, mercearia e artigos de padaria, entre outros bens alimentares.

“O combate ao desperdício alimentar é um dos pilares de atuação da Missão Continente que, desta forma, garante o reaproveitamento de produtos que os clientes já não selecionam e os encaminham para quem deles possa beneficiar”, aponta a marca.

As ações da Missão Continente fazem parte das iniciativas que o Continente tem vindo a comunicar como #BomParaPortugal, pois “espelham a relação intrínseca que a marca tem vindo a desenvolver com as comunidades que se insere, como agradecimento pela confiança depositada, ao longo de mais de três décadas”.

As instituições de solidariedade social e as associações de apoio a animais que pretendam receber este apoio através das lojas da sua área de influência, devem candidatar-se no site oficial da Missão Continente.

 

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Braga

Braga recebe 2.º Forum Nacional sobre “stalking”

É o quarto crime mais recorrente em Portugal

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Foto: DR

O crime de stalking foi, em 2018, o quarto a registar mais vítimas em Portugal. O stalking, ou assédio persistente, está criminalmente inscrito no Código Penal desde 2015.

A constatação é da Associação Portuguesa de Apoio à Vitima (APAV) que, a propósito do Forum Nacional sobre o tema que decorre em Braga a 10 de março, lembra “os atuais alarmantes índices de violência (seja ela de género, doméstica, no namoro, bullying… e também stalking)”.

O Forum, que debate o tema “Stalking e a violência nas relações de intimidade”, é organizado pelo Núcleo Rotary de Desenvolvimento Comunitário Rota Solidária (NRDC-RS), apadrinhado pelo clube Rotary Braga Norte, decorrendo na Aula Magna da Universidade Católica de Braga.

Os dados estatísticos – diz a organização – “mostram-nos a pertinência de juntar profissionais de várias áreas que lidam com vitimas e agressores – e refletir sobre a forma como vivemos as nossas relações de intimidade (que podem ou não levar-nos a ser mais vulneráveis e/ou violentos com os outros.)”.

O 2º Forum Nacional – acrescentam os promotores – “coloca o foco na Prevenção e quer pensar nas causas e consequências destas expressões de violência cada vez com mais impacto na sociedade e em cada um de nós”.

O Núcleo Rotary havia já organizado um primeiro Forum, sobre o mesmo tema, o qual esgotou a aula magna da Universidade Católica com mais de 400 pessoas.

Principais tópicos e oradores

O tema será exposto num formato totalmente aberto ao publico, onde o diálogo sobre a problemática do stalking passará pela sua definição, por saber como atuar na situação, refletir como se relaciona com a forma como vivemos as nossas relações de intimidade e compreender qual o impacto destes fenómenos de violência na nossa sociedade”

Os oradores serão: Antonio Manuel Ribeiro, autor do 1º livro autobiográfico sobre stalking, em Portugal, fundador e vocalista dos UHF; Carlos Alves – Inspector-chefe da PJ de Braga; Prof. Doutor Júlio Machado Vaz, Psiquiatra e escritor; Prof.ª Doutora Maria Veiga Branco, investigadora de Inteligência e Competência Emocional: Prof. Doutora Marlene Matos, coordenadora do Grupo de investigação sobre stalking em Portugal; Dra Marta Mendes, da APAV | Gestora do GAV de Braga; Paulo Duarte, padre jesuíta e escritor; Teresa Raquel Pinho, Psicóloga clínica, Moderadora do fórum e Tito de Morais, fundador do Projecto MiudosSegurosNa.Net.

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Braga

Mais um detido em Braga por vender cocaína a adeptos do Rangers

Apreendidas 65 doses individuais

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Foto: O MINHO

Não há duas sem três. Ontem [quarta-feira], mais um português foi detido por elementos da Esquadra de Investigação Criminal (EIC) da PSP de Braga ao ser apanhado em flagrante a tentar vender droga a adeptos escoceses, no centro da cidade bracarense.

Conforme apurou O MINHO, o detido abordou alguns adeptos que ainda festejavam no centro de Braga, cerca das 23:00 horas, de forma a vender cocaína. Utilizava outros objetos de marroquinaria para fazer a abordagem, mas logo oferecia os seus préstimos como traficante de droga.

Um dos elementos da EIC percebeu as movimentações e abordou o suspeito, tendo sido encontrado na sua posse 65 doses individuais de cocaína e dez euros em dinheiro, que lhe foram apreendidas durante a detenção.

O homem foi levado para a esquadra e acabou constituído arguido por suspeitas de tráfico de estupefacientes, aguardando julgamento em liberdade.

Um outro indivíduo foi também identificado durante esta ação policial.

Recorde-se que já na terça-feira, dois homens tinham sido detidos e um identificado pelo mesmo crime, exatamente no mesmo local, e sob os mesmos moldes.

Cerca de cinco mil adeptos do Glasgow Rangers passaram pela cidade de Braga ao longo dos últimos dias, para assistir à segunda mão dos 16 avos de final da Liga Europa, frente ao SC Braga. Os escoceses acabaram por vencer o jogo (0-1) e estão agora apurados para os ‘oitavos’.

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