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Futebol

Pelé hospitalizado em Paris por precaução

Astro brasileiro de 78 anos

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O antigo futebolista brasileiro Pelé, de 78 anos, foi hospitalizado na terça-feira à noite, em Paris, por precaução, devido a febre e contrações musculares, e não corre perigo de vida, revelou hoje a imprensa francesa.

Edson Arantes do Nascimento, mais conhecido como Pelé, viajou para França para um evento de uma marca de relógios com o avançado francês Kylian Mbappé, mas, horas depois de ter estado com o jogador do Paris Saint-Germain, acabou por ser internado num hospital, de acordo com fontes da sua equipa.

O antigo internacional brasileiro, que é até hoje o único a conquistar três Campeonatos do Mundo (1958, 1962 e 1970), teve febre, contrações musculares e alguns espasmos, tendo por isso sido encaminhado para um hospital, por precaução, já que estava a horas de viajar de regresso para o seu país.

A imprensa francesa adiantou que Pelé não corre perigo de vida e que deverá ter alta ainda hoje ou então na quinta-feira.

Desde 2014 que Pelé tem sofrido problema de saúde, tendo já aparecido em alguns eventos públicos com o apoio de uma cadeira de rodas, como por exemplo no sorteio do Mundial de 2018.

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Futebol

“O balanço [da I Liga, até agora] é razoável”

Declarações de Ivo Vieira

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Foto: DR / Arquivo

Declarações de Ivo Vieira após o jogo entre Gil Vicente e Vitória de Guimarães, para a 14.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, disputado este domungo,em Barcelos e que terminou empatado 2-2:

– Ivo Vieira (Treinador do Vitória SC): “Num jogo com um relvado fantástico, não existimos na primeira parte. Houve muito mérito do Gil, mas fomos muito passivos. Não tivemos muito tempo para preparar este jogo, mas conhecíamos as dinâmicas ofensivas do Gil. Quisemos jogar muito com o fator estatuto pelo que temos feito, mas é preciso ser-se intenso e ganhar duelos.

O resultado na primeira parte era inteiramente merecido para o Gil Vicente. Na segunda parte, tivemos o Vitória em campo, a tentar ganhar duelos e a querer atacar a baliza adversária. De forma justa, chegámos ao empate. Ficaram 45 minutos.

85% a 90% destes atletas não jogaram em Frankfurt [para a Liga Europa}. Tinham a obrigação de dar uma resposta muito mais intensa. Não basta pensarmos que somos melhores. Houve jogadores que fizeram um jogo fantástico em Frankfurt, mas confiei a responsabilidade nestes. Na primeira parte, não estivemos à altura.

Em termos de motivação, a Liga Europa é completamente diferente de jogar para o campeonato. Esta é a competição fundamental que pode dar, no futuro, uma possível nova entrada na Liga Europa. Mas não consigo trabalhar [os jogadores] ao ‘comando’. Por vezes, o subconsciente pode influenciar a motivação.

Uma equipa faz-se de jogadores que trabalham muito, de tecnicistas, de valia no jogo aéreo. Se se tirar o Mikel [Agu] e o Al Musrati, a nossa equipa é extremamente baixa do meio-campo para a frente. Mas a perder por 2-0, tinha de fazer tudo por tudo e coloquei ali o Pepê para dar mais qualidade ao jogo na construção ofensiva

Eu esperava que pudéssemos ter mais pontos. O balanço [da I Liga, até agora] é razoável. Está num patamar intermédio. Para o que nós podemos fazer, poderíamos ter somado mais”.

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Futebol

“Continuamos sem perder em casa”

Declarações de Vítor Oliveira

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Foto: Gil Vicente TV

Declarações de Vítor Oliveira após o jogo entre Gil Vicente e Vitória de Guimarães, para a 14.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, disputado este domungo,em Barcelos e que terminou empatado 2-2:

– Vítor Oliveira (Treinador do Gil Vicente): “O resultado aceita-se, com algum mau estar, depois de termos estado a ganhar por 2-0, mas é justo. Fomos melhores na primeira parte e o Vitória na segunda. Penso que houve mais mérito na nossa primeira parte do que demérito do Vitória.

Na segunda, houve mérito do Vitória, mas algum demérito nosso. Não soubemos ter bola e ficámos remetidos sistematicamente atrás. Quem faz isso contra uma equipa com a qualidade do Vitória, arrisca-se a isso. Continuamos sem perder em casa, o que é sempre um incentivo para o próximo jogo. Fizemos mais um ponto numa prova de regularidade, mas não estamos contentes com o resultado.

Se pregássemos alguns ‘sustos’ como na primeira parte, o Vitória não se expunha tanto. Dessa forma, eles acreditaram e chegaram ao empate. Mas estamos a falar de duas realidades distintas, em que o Vitória aposta para ir à Europa e nós para a continuidade na I Liga. Podemos lutar contra a realidade durante algum tempo, mas não sempre.

É um golo lindíssimo [o segundo do Gil Vicente], após uma jogada fantástica, que vale a pena rever. Os jogadores envolvidos têm de ficar orgulhosos.

A equipa começou com um rendimento muito irregular, mas estamos a normalizar. Temos carências como todas as equipas. Nos três jogos que faltam na primeira volta, podemos perfeitamente pontuar. Fazendo o balanço, estamos satisfeitos com a pontuação, com a evolução de alguns jogadores e da equipa, mas ainda falta um ADN que nos identifique.

[Sobre a contratação de Rúben Ribeiro] Não temos contado com o Bogdan e precisávamos de um homem com critério nos últimos 30 metros. Conheço bem o Rúben Ribeiro e esperamos que ele nos possa ajudar nessa pecha, principalmente contra equipas mais ‘pequenas’, que jogam mais fechadas e dão menos espaço e tempo para decidir.

A saída de jogadores é sempre uma possibilidade, até porque a questão financeira é um dos problemas do futebol português, mas para já não há indicação de qualquer saída”.

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Futebol

Três pontos ‘por um canudo’ após derrota do Braga na ‘pedreira’

14.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol

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Foto: Divulgação / SC Braga

O SC Braga perdeu, esta noite de domingo, por 0-1, frente ao Paços de Ferreira, em jogo da 14.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol.

O único golo da partida surgiu aos 38 minutos, através de um belo remate do avançado brasileiro do Paços de Ferreira, num lance contestado pelos responsáveis bracarenses por considerarem que, na génese da jogada, existe uma falta sobre Galeno que não foi sancionada nem pelo árbitro, nem pelo VAR.

O Braga voltou à ‘cara’ interna, tendo somado a segunda derrota consecutiva, a sexta em 14 jornadas, e os adeptos fizeram de questão mostrar o seu desagrado no final, mostrando lenços brancos ao treinador, Ricardo Sá Pinto, e contestando os jogadores.

A equipa, com seis alterações no ‘onze’, vinha de um triunfo na Liga Europa (4-2, fora, ao Slovan Bratislava), na quinta-feira, carimbado o primeiro lugar do Grupo K e o excelente trajeto que tem feito nessa prova, mas tal como já tinha sido abordado por Sá Pinto e alguns jogadores, no campeonato tem tido muitas dificuldades em contornar algumas estratégias mais defensivas.

Já o Paços de Ferreira, que perdeu em casa na última jornada com o Vitória de Setúbal (3-2), obteve a primeira vitória fora de casa e apenas a terceira no campeonato.

A equipa da casa entrou a todo o ‘gás’ e, logo aos sete minutos, João Novais cabeceou com muito perigo após centro de Sequeira. No minuto seguinte, Ricardo Horta rematou de pé esquerdo para grande defesa de Ricardo Ribeiro que, na sequência do canto, teve que se empenhar novamente para impedir o golo a Paulinho.

O SC Braga queria decidir o jogo rapidamente, antecipando, talvez, alguma quebra física na segunda parte, mas perdeu intensidade demasiado cedo e o Paços de Ferreira equilibrou a contenda.

Aos 37 minutos surgiu um primeiro aviso, com Douglas Tanque a atirar por cima após assistência de Murilo, mas, logo a seguir, o avançado não perdoou com um remate cruzado, após assistência de Luiz Carlos e muito espaço concedido pela defesa bracarense.

Os responsáveis minhotos ficaram a pedir falta sobre Galeno, que parece existir, mas Fábio Veríssimo não atendeu às reclamações e validou o golo.

Na segunda parte, quase só deu Braga, mas a eficácia pedida por Sá Pinto na véspera voltou a não aparecer.

O treinador dos ‘arsenalistas’ lançou Wilson Eduardo e Rui Fonte, aumentando a frente de ataque, e para os últimos 10 minutos Trincão, tendo Pepa respondido com Zé Uilton e, mais tarde, Dadashov e Oleg Reabciuk.

Aos 79 minutos, Wilson Eduardo rematou para grande defesa de Ricardo Ribeiro, aos 86 Ricardo Ribeiro, com o pé, tirou o golo a Paulinho e, no mesmo minuto, Pablo cabeceou por cima após canto.

Ficou gorada a hipótese de subir aos lugares europeus e alcançar o Vitória SC no quinto lugar.

O Paços de Ferreira permanece na 17.ª e penúltima posição, com 11 pontos, menos um do que o Portimonense, primeira equipa acima da zona de despromoção.

Ficha de Jogo

Estádio Municipal de Braga.

SC Braga – Paços de Ferreira, 0-1.

Ao intervalo: 0-1.

Marcador:

0-1, Douglas Tanque, 38 minutos.

Equipas:

– SC Braga: Tiago Sá, Diogo Viana (Trincão, 80), Bruno Viana, Pablo, Sequeira, Palhinha, André Horta (Rui Fonte, 62), João Novais, Ricardo Horta, Galeno (Wilson Eduardo, 62) e Paulinho.

(Suplentes: Eduardo, Esgaio, Agbo, Fransérgio, Trincão, Wilson Eduardo e Rui Fonte).

Treinador: Ricardo Sá Pinto.

– Paços de Ferreira: Ricardo Ribeiro, Jorge Silva, Marco Baixinho, Maracás, Bruno Teles, Diaby, Luiz Carlos, Pedrinho, Hélder Ferreira (Zé Uilton, 62), Murilo (Oleg Reabciuk, 81) e Douglas Tanque (Dadashov, 78).

(Suplentes: Simão Bertelli, André Micael, Oleg Reabciuk, Rafael Gava, Diogo Almeida, Zé Uilton e Dadashov).

Treinador: Pepa.

Árbitro: Fábio Veríssimo (AF Leiria).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Maracás (27), Pedrinho (34), Bruno Viana (40), Marco Baixinho (55), Diaby (63) e Dadashov (90).

Assistência: 5.909 espetadores.

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