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Pedro Sánchez afasta cenário de novo confinamento total de Espanha

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António Costa e Pedro Sánchez. Foto: Twitter / António Costa

O presidente do Governo espanhol, Pedro Sánchez, assegurou hoje que não prevê um novo confinamento total de Espanha e garantiu que se reúne na segunda-feira com a presidente da comunidade madrilena apenas para ajudar e não para tutelar.


Sánchez referiu-se à situação da pandemia em Espanha e em Madrid numa entrevista à La Sexta, onde reconheceu a sua preocupação face aos dados da evolução da covid-19 no país.

No entanto, sublinhou que a situação não tem nada a ver com a vivida durante vários meses, e que agora estão a detetar-se muitos casos de contágio.

“O sistema está muito mais preparado, mas os dados criam preocupação e há que reforçar a colaboração entre o Governo central e as comunidades”, salientou, antes de sublinhar que ambas as administrações estão a dar um exemplo de coordenação.

Embora tenha assumido que não se pode fechar qualquer porta, Sánchez assegurou que não prevê um novo confinamento do país porque existem ferramentas para achatar a curva, algo que está convencido que só será possível com anuidade entre o Governo e as comunidades.

Isso é o que irá transmitir à presidente da Comunidade de Madrid, Isabel Díaz Ayuso, na reunião de segunda-feira.

Sánchez, que confia que as medidas que vai colocar em marcha o Governo de Madrid, a partir de segunda-feira, são as corretas, adiantou que o executivo continuará a ajudar todas as comunidades autónomas, especialmente a de Madrid.

“A minha mensagem é que o Governo vai na segunda-feira à Puerta del Sol [sede do Governo madrileno] para ajudar, apoiar. Não vamos julgar, nem avaliar”, sublinhou.

Nesta linha, o governante insistiu que vai colocar à disposição de todos os recursos do Estado para voltar a achatar a curva de covid-19 em Madrid, que continua a ser a comunidade autónoma com o maior número de infeções em Espanha.

O aumento dos casos dos últimos dias levou a região de Madrid a decidir restringir, a partir de segunda-feira, a liberdade de movimentos a mais de 850.000 pessoas, 13% dos seus habitantes, de zonas da cidade onde houve um maior aumento dos contágios de covid-19. A população afetada poderá sair do seu bairro para ir trabalhar, ao médico ou levar os seus filhos à escola, e o número de pessoas que se podem reunir é reduzido de dez para seis.

O encerramento de jardins e parques é outra das medidas anunciadas para ser implementada em 37 áreas sanitárias da capital espanhola, uma cidade que tem cerca de 6,6 milhões de habitantes num total nacional de 47 milhões.

No interior dessas zonas continua a ser possível circular, mas haverá uma redução da capacidade dos estabelecimentos de 50%, em termos gerais.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 953.025 mortos e mais de 30,5 milhões de casos de infeção em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Espanha registava, até sexta-feira, mais de 640 mil casos de covid-19, de que resultaram 30.495 mortos.

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Covid-19: Pelo menos 1,069 milhões de mortos em todo o mundo

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A pandemia causada pelo novo coronavírus já fez pelo menos 1.069.029 mortos em todo o mundo desde que foi notificado o primeiro caso na China, segundo um balanço diário da Agência France-Press (AFP), hoje divulgado.

Mais de 36.934.770 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados desde o início da epidemia. Pelo menos 25.530.500 pessoas são agora consideradas curadas, de acordo com o balanço feito pela AFP às 11:00 TMG (12:00 em Lisboa) com base em fontes oficiais.

Os números oficiais refletem apenas parte do número real de contaminações no mundo. Alguns países testam apenas os casos graves, outros usam os testes prioritariamente para rastreamento e muitos países pobres têm capacidades limitadas de testagem.

Na sexta-feira, foram registadas 5.965 novas mortes por covid-19 e surgiram 355.634 novos casos de infeção em todo o mundo. Os países com mais mortes neste dia foram os Estados Unidos, com 938 óbitos, a Índia (926) e o Brasil (682).

Os Estados Unidos são o país mais afetado pela pandemia, tanto em número de mortes, 213.795, como de casos, 7.665.150, segundo dados da universidade Johns Hopkins. Pelo menos 3.039.089 pessoas foram declaradas curadas.

A seguir aos Estados Unidos, os países mais atingidos são o Brasil, com 149.639 mortos e 5.055.888 casos, a Índia com 107.416 mortos (6.979.423 casos), o México, com 83.507 mortos (809.751 casos) e o Reino Unido com 42.679 mortos (575.679 casos).

Entre os países mais duramente atingidos, o Peru é o que tem maior número de mortes em relação à população, com 101 mortes por 100.000 habitantes, seguido da Bélgica (88), da Bolívia (71) e da Espanha (70).

A China continental (sem os territórios de Macau e Hong Kong) registou oficialmente um total de 85.536 casos (mais 15 entre sexta-feira e hoje), mantendo 4.634 mortos (não houve novas mortes) e 80.696 casos curados.

A América Latina e Caraíbas totalizavam hoje (até às 11:00 TMG) 366.702 mortes para 10.003.822 casos, a Europa 240.333 mortes (6.298.681 casos), os Estados Unidos e Canadá 223.381 mortes (7.842.847 casos), a Ásia 150.625 mortes (9.030.114 casos), o Médio Oriente 49.370 mortes (2.167.341 casos), a África 37.627 mortes (1.559.574 casos) e a Oceânia 991 mortes (32.398 casos).

O balanço foi feito com base em dados obtidos pela AFP junto das autoridades nacionais e informações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Devido a correções feitas pelas autoridades e a notificações tardias, o aumento dos números diários pode não corresponder exatamente à diferença em relação aos dados avançados na véspera.

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Itália com mais de 5.700 casos nas últimas 24 horas

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Itália registou 5.724 novos casos de infeção com o novo coronavírus nas últimas 24 horas, o pior número verificado desde 28 de março, indicou o Ministério da Saúde.

Desde sexta-feira morreram mais 29 pessoas, elevando para 36.610 o total de óbitos desde o início da pandemia de covid-19 no país, em fevereiro.

Em comunicado, o Ministério da Saúde refere que, no total, desde fevereiro já foram reportados no país 349.494 casos de infeção com o novo coronavírus.

O número de novos casos reportado desde sexta-feira é o mais elevado desde 28 de março, quando se registaram 5.974 infeções.

Nas últimas 24 horas realizaram-se 133.048 testes, um novo recorde.

Das 5.724 novas infeções, 1.140 foram reportadas na região da Lombardia, a mais afetada pela pandemia. Na Campania (no sul do país) registaram-se 664 novos contágios e em Veneto 561.

Em declarações à comunicação social, o diretor da proteção civil italiana, Angelo Borrelli, admitiu que a curva de transmissão está a aumentar, embora a situação seja diferente de março e abril, pois há menos doentes internados nas unidades de cuidados intensivos.

“Era esperado um aumento no contágio, mas a situação é diferente da de março e abril. Hoje temos um número significativo de pessoas infetadas, mas menos pessoas hospitalizadas em cuidados intensivos”, afirmou.

Contudo, acrescentou, dado o aumento do número de infeções, é essencial que os cidadãos sejam responsáveis e tenham consciência da importância das medidas de prevenção.

Nas próximas horas, o comité técnico italiano vai reunir-se com o ministro da Saúde, Roberto Speranza, para estudarem o aumento de infeções na última semana e a capacidade de rastrear novos casos.

Roberto Speranza já reconheceu o novo surto de casos de covid-19 e salientou que a pandemia mostrou que o investimento nos cuidados de saúde é essencial.

“Ainda não estamos fora da fase mais difícil. Devemos prosseguir vigorosamente todas as medidas de prevenção para manter os nossos números ainda mais baixos do que noutros países europeus”, referiu, apelando também aos partidos políticos para assinarem “um grande pacto nacional” para melhorar o sistema nacional de saúde.

O ministro da Saúde italiano defendeu ainda que é necessário “elevar o nível de cuidados” e “uma maior coordenação com as regiões”, apesar de “o comportamento das pessoas continuar a ser crucial”.

O Governo italiano já prorrogou o estado de emergência no país até 31 de janeiro de 2021.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de um milhão e sessenta e nove mil mortos e perto de 37 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 2.067 pessoas dos 85.574 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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França regista recorde de contágios com quase 27.000 casos num dia

Covid-19

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A França fixou hoje um novo recorde de contágios diários pelo novo coronavírus, responsável pela pandemia de covid-19, ao registar 26.896 casos nas últimas 24 horas, anunciou a Agência de Saúde Pública (ASP) local.

Essa fasquia superou as infeções dos últimos dois dias, perto dos 18.000 e dos 20.000, respetivamente, elevando o total de infetados desde o início da pandemia para 718.873.

No mesmo período, contabilizou mais 54 mortes, aumentando o somatório de vítimas mortais associadas à pandemia do novo coronavírus para 32.684.

No balanço diário, a ASP acrescentou que a taxa de positividade dos testes realizados também subiu seis décimas, de 10,4% para 11%, face às últimas 24 horas.

Nos últimos sete dias foram hospitalizados mais 4.999 infetados, dos quais 928 tiveram de ser encaminhados para as unidades de cuidados intensivos.

Dos 101 departamentos administrativos de França, 70 permanecem numa situação de vulnerabilidade elevada face à rápida circulação do novo coronavírus.

A ASP indicou que há 1.446 focos de contágio ativos no país, 282 deles em lares e residências de idosos, mais 99 em relação a sexta-feira.

O Governo de Paris colocou hoje em alerta máximo de segurança sanitária mais quatro cidades francesas – Lyon, Lille, Grenoble e Saint-Étienne -, onde passará a vigorar o encerramento total dos bares e um controlo reforçado nos restaurantes.

Esses quatro centros urbanos juntam-se às cidades de Paris, Marselha, Aix-en-Provence e Guadalupe (Antilhas) no quadro do alerta máximo, numa lista que poderá incluir Toulouse e Montpellier, tendo em conta o agravamento da situação em França.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de um milhão e sessenta e nove mil mortos e perto de 37 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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