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Pedro Marques, piloto da “Mobycar”, convidado para correr em Itália

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Foto: Joaquim Gomes / O MINHO

Pedro Marques, o piloto bracarense da “Mobycar”, foi convidado para correr em Itália já em meados de outubro no FIA Hill Climb Master, prova que reúne os melhores corredores europeus de automóveis de montanha, que este ano será na cidade de Gubbio, em Perugia.

Em declarações exclusivas a O MINHO, o jovem corredor de Braga considera “saber ter grandes adversários pela frente, mas com muita esperança, que terei um bom resultado, o que será muito importante para a minha carreira de piloto, apesar de não ser profissional”.

Pedro Marques, natural e residente em Braga, compete desde sempre por paixão, já que profissionalmente está ligado à empresa Mobycar, em Nogueira, Braga, com a venda de carros seminovos e oficinas, para além de possuir um outro stand, na Reta da Confeiteira.

Acerca do seu bom desempenho este ano e nas épocas anteriores, o que contribuiu para o convite recebido, a fim de participar na importante prova internacional, o FIA Hill Climb Master, Pedro Marques disse “estar a correr bem, apesar de este ano estar a conhecer as rampas” do Campeonato de Portugal de Montanha JC GROUP 2018, a par da “adaptação” ao seu novo carro para a sua competição na Categoria de Turismo 4, um Seat Leon MR3.

A prova internacional em Itália

No FIA Hill Climb Master, a disputar entre os próximos dias 12 e 14 de outubro em Itália, cada piloto obterá uma classificação individual em função do melhor tempo conquistado, participando entre os quatro pilotos de primeira linha escolhidos pelas suas classificações, no Campeonato de Portugal de Montanha de 2017, quatro pilotos, José Correia, Joaquim Teixeira, Manuel Correia e Pedro Coelho Saraiva, sendo campeões na sua categoria, com Pedro Marques e Sérgio Nogueira a serem convidados, pelo bom desempenho de ambos.

As federações nacionais, no caso a Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK) indicam quatro pilotos, que além de correrem individualmente formarão a equipa do país representado, sendo a título individual pilotos que este ano estejam classificados nos cinco primeiros da categoria ou em primeiro do grupo podem participar, o que levou aos convites a Pedro Marques e a Sérgio Nogueira, ambos de Braga, tal como os irmãos José Correia e Manuel Correia, os dois campeões nas suas respetivas categorias, a par de Joaquim Teixeira e de Pedro Coelho Saraiva, sendo aquele de Vila Real e este da Covilhã.

Foto: Joaquim Gomes/O MINHO

Foto: Joaquim Gomes/O MINHO

Foto: Joaquim Gomes/O MINHO

Foto: Joaquim Gomes/O MINHO

Ainda a um mês desta competição, a comitiva portuguesa é composta já por mais de meia centena de elementos das equipas e respetivas claques, para apoiarem sempre os pilotos.

A nível da corrida em representação do país serão quatro os pilotos que irão pontuar para essa classificação e a FPAK escalou todos os pilotos que foram campeões de cada uma das categorias no Campeonato de Portugal de Montanha/2017 num princípio de equidade.

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Pilotos do Minho em luta renhida pelo título de campeão nacional de drift

Espanhóis pela primeira vez na prova.

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As provas de drift passaram este ano a ser oficializadas pela FPAK. Foto: Joaquim Gomes/O MINHO

Melgaço é este fim-de-semana palco da etapa final do campeonato nacional de drift, com os pilotos do Minho a disputarem os primeiros lugares da prova, tendo a participação de corredores espanhóis, o que sucede a primeira vez nesta modalidade de automobilismo.

A disputa é renhida e os três primeiros pilotos da categoria Pro são Nélson Rocha (Ponte de Lima), Diogo Correia (Vila Verde) e André Silva (Braga), já na categoria Semi Pro, Paulo Nunes (Melgaço), seguido por Pedro Couto (Vila do Conde) e em terceiro Carlos Carvalho Nazaré), sendo em Iniciados os primeiros classificados neste momento Hélder Neto (Santo Tirso) em segundo Daniel Azevedo (Porto) e terceiro Paulo Pereira (Aveiro).

É o primeiro campeonato inteiramente federado, com organização do Clube Automóvel do Minho (CAM), tendo lugar sábado e domingo no Centro de Estágios, com cerca de 30 atletas federados, que disputarão os títulos das três categorias, Pro, Semi Pro e Iniciados, num momento de oficialização da modalidade.

Será uma das provas mais exigentes do campeonato e “os pilotos encontrarão em Melgaço o percurso mais exigente de todos a nível de motor, com todas as condições de segurança salvaguardadas”, segundo explicou a O MINHO o presidente do CAM, Rogério Peixoto.

“Este é um dos únicos locais, de entre as várias provas realizadas, que reúne as devidas infraestruturas, sem necessidade de efetuar intervenções ou investimentos significativos”, destacou a organização do evento, satisfeita “com as excelentes condições de Melgaço”.

O sábado e parte da manhã de domingo serão de treinos para os participantes e as etapas finais acontecem no domingo de tarde entre as 15h00 e as 17h00, segundo referiu o CAM.

António Domingues, Fábio André Cardoso, Francisco Ranhada e Paulo Nunes são os pilotos melgacenses inscritos, sendo o concelho de Melgaço tido como “capital do drift”.

Esta prova, de entrada livre, será também a estreia de alguns pilotos espanhóis no Campeonato de Portugal de Drift e poderá ser visualizada em Livestream para quem não se puder deslocar, sendo aqui definidos os campeões nacionais das três categorias do drift.

Esta é a primeira vez que o Destino de Natureza Mais Radical de Portugal recebe uma prova da modalidade, ação promovida pelo Clube Automóvel do Minho e pela Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting, com o apoio da Câmara Municipal de Melgaço.

Guilhabreu (Vila do Conde), Pinhel (Guarda), Reguengos de Monsaraz (Évora) e Baltar (Paredes), foram os locais que já acolheram as quatro anteriores provas deste campeonato.

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Algarve decide sucessor de Carlos Vieira como campeão nacional de ralis

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O Rali do Algarve, entre sexta e sábado, vai definir o sucessor do piloto Carlos Vieira, de Fafe, como campeão nacional de ralis, com Armindo Araújo muito perto do título, mas Ricardo Teodósio e José Pedro Fontes ainda na corrida.

A prova algarvia, nona e última do Campeonato Nacional de Ralis 2018, volta a decidir o principal título português de pilotos, com uma luta que promete ser a três entre o líder do campeonato, Armindo Araújo (Hyundai i20 R5), o algarvio Ricardo Teodósio (Skoda Fabia R5) e José Pedro Fontes (Citroen C3 R5), com Carlos Vieira ainda a recuperar do acidente no Rali Vidreiro e sem hipóteses de lutar pela revalidação.

Armindo Araújo é quem chega ao Algarve na melhor posição e pode conquistar o seu quinto título de campeão de ralis. Tem 26,38 pontos de vantagem sobre Ricardo Teodósio, mas, se pontuar neste rali, está obrigado a `deitar fora´ um resultado, já que, pelo regulamento, apenas contam para a pontuação final as sete melhores das nove provas do campeonato. Ou seja, sem os 12 pontos que somou no Rali Serras de Fafe, nesta altura, Armindo Araújo tem, na prática, uma vantagem de 14,38 para Ricardo Teodósio, que não precisa de descartar resultados, pois não pontuou em Fafe.

Mais remotas as hipóteses de José Pedro Fontes conquistar o seu terceiro título de campeão, com 28,68 pontos de desvantagem para o líder, que na prática são 16,68, e também sem necessidade de excluir nenhum resultado.

Armindo Araújo se terminar na frente dos adversários será sempre campeão, mas também pode conquistar o título ficando atrás de Teodósio e Fontes, mas aí já dependerá das prestações que os mais diretos concorrentes consigam na prova, estando sempre obrigado a terminar entre os três primeiros. O triunfo no Rali do Algarve vale 25 pontos, o segundo classificado soma 20 e o terceiro 17, e há ainda a pontuação bónus por cada melhor tempo em classificativa, o que deixa tudo em aberto nas contas do título para estes três pilotos.

Tal como aconteceu em 2017, a prova volta a ter como aliciante extra a final do European Rally Trophy (ERT), competição com a chancela da Federação Internacional do Automóvel (FIA), que congrega sete competições regionais europeias (Alpino, Balcãs, Báltico, Benelux, Celta, Central e Ibérico) e onde aos melhores classificados de cada região é dada a possibilidade de participar nesta prova final para definir o título de vencedor.

Ao título do ERT há vários candidatos, entre os quais o português José Pedro Fontes, o romeno Dan Girtofan (Skoda Fabia R5), o checo Ondrej Bisaha (Ford Fiesta R5) e o holandês Kevin Van Dejine (Ford Fiesta R5).

No figurino para este ano, o Clube Automóvel do Algarve introduziu algumas mudanças, com as provas especiais de classificação na Serra de Monchique – Alferce (9,9 km) e Fóia (16,6)- percorridos por duas vezes na sexta-feira, dia 16 de novembro, às quais se junta a superespecial noturna nas ruas de Lagos (1,6), enquanto para sábado ficam reservadas as duplas passagens por Chilrão (20,14), Nave Redonda (18,2) e Monchique (13,2).

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Votação para melhor salto do ano do Mundial de ralis “nunca estaria completa” sem Fafe

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Os fãs do Campeonato do Mundo de Ralis (WRC) voltam este ano a ser chamados a votar no Prémio Salto do Ano 2018, e… “nenhuma competição para decidir o melhor salto do WRC estaria completa sem a icónica etapa de Fafe”.

Quem o diz é a organização, que esta semana divulgou os quatro candidatos: Thierry Neuville, na Colin’s Crest (Rali da Suécia), Dani Sordo, no Salto da Pedra Sentada, em Fafe (Rali de Portugal), Sébastien Ogier, na Ruuhimäki Power Stage (Rali da Finlândia) e Mads Østberg, no Micky’s Jump (Rali da Sardenha, Itália).

A votação pode ser feita no site oficial da WRC até segunda-feira, dia 12.

O anúncio do vencedor será feito no segunda-feira, 19 de novembro, numa gala a realizar após o final do Rali da Austrália, última prova do calendário, onde estarão mais de 250 convidados, entre pilotos, co-pilotos e patrões, no Museu de Arte Contemporânea de Sydney, junto à famosa casa da Ópera.

Em 2016, o voo do piloto norueguês Andreas Mikkelsen no famoso salto da Pedra Sentada, em Fafe, foi eleito o melhor da época. No ano passado, também em Fafe, o prémio foi ganho por Esapekka Lappi.

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