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Viana do Castelo

Peça encenada por António Capelo abre festival de Viana do Castelo em novembro

Cultura

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Foto: DR

A peça “Falar verdade a mentir”, de Almeida Garrett, pelo Teatro do Noroeste-CDV, com encenação de António Capelo, vai estrear-se na abertura do Festival de Teatro de Viana do Castelo, no dia 10 de novembro, foi hoje divulgado.


Segundo o diretor artístico da companhia de Viana do Castelo, Ricardo Simões, trata-se da primeira colaboração entre o Teatro do Noroeste-CDV e o ator e diretor da Academia Contemporânea do Espetáculo do Porto.

Ricardo Simões, que falava hoje aos jornalistas à margem da apresentação, pela Câmara de Viana do Castelo, da programação cultural para os meses de setembro e outubro, adiantou que os ensaios da nova criação artística do Teatro do Noroeste-CDV começam na quinta-feira.

A peça vai ser interpretado pelos atores Alexandre Martins, Alexandre Calçada, Tiago Fernandes, Ana Perfeito, Elisabete Pinto e José Escaleira, com luz de Rui Gonçalves, cenografia de Cátia Barros, figurinos de Cláudia Ribeiro e música de José Prata.

“Vai ser a grande aposta do Teatro do Noroeste-CDV para o final do ano e vai estrear-se, no dia 10 de novembro, na abertura do festival de Viana do Castelo, com encenação do grande professor e mestre António Capelo”, reforçou Ricardo Simões, que remeteu para 09 de outubro a apresentação do programa daquele evento.

Já de 25 a 27 deste mês, o Teatro do Noroeste – CDV promove, no Teatro Sá de Miranda, o Festival Transfronteiriço de Teatro Amador PLATTA.

O Teatro de Balugas irá abrir a terceira edição do evento, com o espetáculo “A Furgoneta”, texto vencedor da primeira edição da Bolsa TEIA de Criação Teatro Amador 2020.

O espetáculo está marcado para dia 25, às 21:30, na sala principal do Teatro Sá de Miranda.

O texto e direção artística é de Cândido Sobreiro, sonoplastia e iluminação, de Matilde Esteves, Sérgio Gonçalves e Tiago Martins, cenografia, de Aurélio Magalhães, Cristiana Faria e Nuno Sobreiro, e, a interpretação, de André Sobreiro, Cândido Sobreiro, Cristiano Esteves, Diana Gonçalves e Laurentina Silva.

No dia 26, às 21:30, é a vez do espetáculo “Coa Mirada nas súas mans”, da companhia Lohengrin Teatro, de Vigo, em Espanha.

Com encenação de Pablo Iriarte e interpretação de Noa Iriarte, Lara Álvarez, Sofía Rodal e Alex Mafé, trata-se de um espetáculo “do Teatro Cego, técnica que nasceu na Argentina há 28 anos, mas que agora abre caminho, numa altura em que a sociedade da imagem está, paradoxalmente, mais desenvolvida”.

A terceira edição do estival transfronteiriço de Teatro Amador termina no dia 27.

Às 16:00 serão apresentadas as duas leituras encenadas do texto “Reencontro”, de Rosa E. Gantes, vencedor do II Prémio PLATTA de Teatro Breve, pelos elementos do Teatro de Balugas e de Lohengrin Teatro.

A leitura em galego será feita por atores portugueses e dirigida por Doro Piñeiro Alonso, da Galiza.

Já a leitura em português, por atores galegos, será dirigida pelo português José Escaleira.

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Viana do Castelo

Viana mantém unidade de saúde no centro cultural se aumentarem casos

Covid-19

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Foto: DR

O presidente da Câmara de Viana do Castelo disse hoje que a unidade instalada no centro cultural para receber infetados com covid-19 só será desmontada na última semana de outubro, se a evolução da doença “não ficar descontrolada”.

“Só o vamos desativar na última semana de outubro. Até lá, vamos verificar a evolução da doença. Se a situação estiver controlada desativaremos o espaço. Se estiver descontrolada, naturalmente ficará disponível para que a Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM), se assim o entender, o poder utilizar”, afirmou José Maria Costa à agência Lusa.

O autarca socialista adiantou que, apesar de estar previsto para dia 31 de outubro, naquela sala de espetáculos, um concerto com a banda portuguesa D.A.M.A, o mesmo poderá ser adiado se houver necessidade de manter a unidade de saúde instalada.

“Se verificarmos que há risco acrescido de uma evolução negativa [covid-19], não vamos fazer o espetáculo e continuaremos a ter disponível aquele espaço”, disse.

O concerto com os D.A.M.A esteve inicialmente marcado para março, mas foi cancelado devido à pandemia do novo coronavírus.

Aquela unidade de saúde de retaguarda, com 200 camas, foi instalada em abril na maior sala de espetáculos do Alto Minho para receber idosos infetados com covid-19, evitando a sua permanência em lares, num investimento de 16 mil euros.

O espaço não chegou a ser utlizado para esse fim, mas acolheu recentemente, segundo José Maria Costa, bombeiros de várias corporações do país que auxiliaram no combate a incêndios que assolaram a região.

Questionado pela Lusa a propósito de medidas que o município planeia tomar para enfrentar uma eventual nova onda da covid-19, José Maria Costa destacou o “reforço do nível de segurança e prevenção individual”.

O autarca apelou “ao uso da máscara de proteção nos espaços públicos, ao cumprimento do distanciamento social e à não realização de convívios ou situações que possam representar risco”.

“Neste momento a nossa preocupação passou ainda por garantir reservas de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), em ‘stock’ nos nossos armazéns, para suprir as necessidades da Câmara e das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e por termos toda a estrutura do serviço municipal de proteção civil disponível para, se for necessário, entrar em funcionamento”, especificou.

José Maria Costa, que é também presidente da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto disse que, no seio daquela estrutura que agrega os dez concelhos do distrito de Viana do Castelo, é realizada semanalmente uma reunião com a Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte.

“Nessas reuniões tomamos conhecimento da evolução da doença e logo que surja uma situação mais crítica acionarei o gabinete de emergência”, reforçou.

O autarca socialista garantiu que as “forças de primeira intervenção” do concelho de Viana do Castelo estão hoje “muito mais bem equipadas e treinadas”, para enfrentar uma eventual nova vaga da doença, apontando como exemplos as duas corporações de bombeiros e a Cruz Vermelha.

“Temos já muita experiência na adequação dos sistemas de desinfeção e de proteção individual. No âmbito do nosso gabinete de emergência temos previsto um conjunto de outras soluções, como voluntários e a rentabilização de equipamentos municipais para fornecimento de refeições ou outro tipo de apoio”, disse.

A Lusa também questionou a ULSAM sobre as medidas que estará a implementar para enfrentar uma segunda vaga da doença, mas até ao momento não obteve resposta.

A ULSAM é constituída por dois hospitais: o de Santa Luzia, em Viana do Castelo, e o Conde de Bertiandos, em Ponte de Lima. Integra ainda 12 centros de saúde, uma unidade de saúde pública e duas de convalescença, e serve uma população residente superior a 244 mil pessoas, contando com 2.500 profissionais, entre os quais 501 médicos e 892 enfermeiros.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 984.068 mortos e cerca de 32,3 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.936 pessoas dos 72.055 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

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Viana do Castelo

Concelho de Viana com 45 casos ativos, 18 mortos e 271 recuperados

Pandemia

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Foto: O MINHO

O concelho de Viana do Castelo registava, até às 17:00 horas desta sexta-feira, 45 casos ativos de covid-19, disse a O MINHO fonte da Unidade Local de Saúde do Alto Minho.

A capital do Alto Minho regista ainda 271 casos dados como recuperados, num total de 334 infeções pelo novo coronavírus desde o início da pandemia. Há ainda a lamentar 18 óbitos.

Segundo a mesma fonte, o distrito de Viana do Castelo regista, até à mesma data, 215 casos de infeção ativa por entre a população. 717 já recuperaram e 58 morreram.

O Alto Minho regista o total de 990 infeções desde o início da pandemia.

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Viana do Castelo

Estacionamento gratuito até final do ano em Viana do Castelo

Medida de mitigação do impacto económico da pandemia

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Foto: DR / Arquivo

A Câmara de Viana do Castelo informou hoje a isenção de pagamento de estacionamento na via pública (parquímetros) e na utilização do Parque de Estacionamento do Campo d’Agonia (PECA) até final do mês de dezembro.

Em comunicado, o município adiantou que a medida foi aprovada, na quinta-feira, em reunião camarária, no âmbito das medidas de mitigação do impacto económico e social da covid-19.

O executivo aprovou também a isenção de taxas de ocupação do domínio público, taxas de concessão e rendas de aluguer até ao final do mês de dezembro nos bares e espaços de restauração, posto de Turismo “Welcome Center” e empresas instaladas no parque empresarial da Praia Norte (a isenção corresponde a 50% do valor da taxa liquidada, percentagem de receita retida pelo Município; restantes 50% são receita da Administração Portos Douro, Leixões e Viana do Castelo).

São ainda abrangidas pela medida a incubadora, o mercado municipal, a feira semanal e terrado do mercado, sendo que as medidas de isenção de taxas de rendas de aluguer abrangem 30 empresas do concelho.

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