Seguir o O MINHO

Desporto

Paulo Gonçalves vence penúltima etapa do Rali de Marrocos: “Hoje foi um dia bom”

Motard de Esposende

em

Foto: Facebook de Paulo Gonçalves

O motard português Paulo Gonçalves (Hero) venceu hoje a quarta e penúltima etapa do Rali de Marrocos, última prova do Mundial de todo-o-terreno, disputada na região de Aoufous.

O piloto da Hero terminou os 311 quilómetros da tirada em 3:37.11 horas, menos 58 segundos do que o norte-americano Ricky Brabec (Honda) e 1.30 minutos do que o também norte-americano Andrew Short (Husqvarna).

“Hoje foi um dia bom. Iniciei a especial ao ataque, tentei estar concentrado ao máximo para não cometer erros de navegação. Finalmente consegui ter uma etapa limpa que me permitiu vencer. Estou satisfeito com o meu trabalho e com a equipa. Temos 1.500 quilómetros feitos sem problemas mecânicos. No último dia, com 170 quilómetros de especial, vou tentar chegar em segurança a Fez”, disse o piloto de Esposende à agência Lusa.

Joaquim Rodrigues Jr. (Hero) foi 11.º, a 09.15 minutos do companheiro de equipa, enquanto Mário Patrão (KTM) foi 25.º, a 39.08 minutos do vencedor.

Na classificação geral, Paulo Gonçalves é, agora, o 13.º classificado, a 47.48 minutos do novo líder, Andrew Short, antiga estrela do supercrosse americano.

Quim Rodrigues Jr., que também correu nos campeonatos americanos de motocrosse e supercrosse, está em 15.º, a 57.28 minutos. Mário Patrão é 23.º, já a 2:38.55 horas.

Nos SSV, Mário e Rui Franco (Yamaha) foram terceiros classificados enquanto Rui Serpa, acompanhado de Nuno “Matias” Guilherme, foi sétimo.

Assim, Mário Franco ascendeu ao sexto lugar, enquanto Rui Serpa ocupa a nona posição da geral.

Na quarta-fera, disputa-se a quinta e última etapa do Rali de Marrocos, entre Aofous e Fez, com 456 quilómetros, 168 deles cronometrados.

Anúncio

Futebol

Presidente do Vitória diz que vai sancionar atos de racismo, caso se confirmem

Caso Marega

em

Miguel Pinto Lisboa. Foto: DR

O presidente do Vitória SC, Miguel Pinto Lisboa, afirmou hoje que os alegados atos de racismo dos adeptos do clube vão ser sancionados, caso se confirmem, após o jogo com o FC Porto, da 21.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol.

O dirigente vimaranense disse, na sala de imprensa do Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães, que os atos vão ser investigados no final do desafio em que os vitorianos perderam com os ‘dragões’ por 2-1 e que ficou marcado pelos alegados atos de racismo de que Marega foi alvo, tendo levado o jogador portista a forçar a sua saída de campo, aos 71 minutos.

“O estádio tem câmaras de videovigilância e, se identificarmos atos de racismo, vamos sancioná-los”, disse.

Miguel Pinto Lisboa criticou, porém, os “comportamentos provocatórios” que o atleta teve para com alguns adeptos vitorianos na bancada Nascente, quando festejou o segundo golo do FC Porto, aos 60 minutos, tendo dito que essa ocasião acabou por “incendiar o espetáculo”.

O dirigente referiu ainda que Marega já teve “comportamentos desadequados” no passado, nomeadamente na época 2016/17, quando representava o Vitória SC, em que, num jogo com o Nacional, da 10.ª jornada, o maliano agrediu Sequeira, atualmente no SC Braga, foi expulso e abandonou o Estádio D. Afonso Henriques no decurso do jogo, sem autorização do clube.

Miguel Pinto Lisboa recordou ainda que o Vitória SC enverga as “cores preta e branca” por ter a “igualdade de raça” na sua génese, numa alusão ao fundamento escolhido por Mário Cardoso, jogador do clube em 1932, para desenhar o atual símbolo dos minhotos. O dirigente referiu ainda que o relações públicas do clube, Neno, nasceu em Cabo Verde.

Questionado ainda sobre a violência nos estádios, que aconteceu de novo após o primeiro golo do Porto, aos 10 minutos, com troca de tochas e cadeiras entre adeptos vitorianos e portistas, Miguel Pinto Lisboa realçou que “os agentes desportivos, juntamente com as forças de segurança, têm de atuar em conjunto” para terminar com situações como a que hoje aconteceu nos estádios de futebol em Portugal.

Marega critica árbitros por cartão amarelo após cânticos racistas

O avançado maliano do FC Porto Marega criticou hoje a equipa de arbitragem que o penalizou após ter sido alvo de cânticos racistas, na visita ao Vitória SC, da 21.ª jornada da I Liga de futebol.

Numa publicação na sua conta oficial na rede social Instagram, Marega dirigiu-se aos adeptos como “idiotas”, contestando ainda o comportamento da equipa de arbitragem, liderada por Luís Godinho.

“E também agradeço aos árbitros por não me defenderem e por terem me dado um cartão amarelo porque defendo minha cor da pele. Espero nunca mais encontrá-lo em um campo de futebol! Você é uma vergonha!”, escreveu o maliano.

O avançado do FC Porto pediu para ser substituído, ao minuto 71 do jogo da 21.ª jornada da I Liga, por alegados cânticos racistas dos adeptos da formação vimaranense, numa altura em que os ‘dragões’ venciam por 2-1, resultado com que terminaria o encontro.

Depois de pedir a substituição, Marega apontou para as bancadas do recinto vimaranense, com os polegares para baixo, numa situação que originou uma interrupção de cerca de cinco minutos.

Continuar a ler

Futebol

Marega reage: “Idiotas que vêm ao estádio fazer gritos racistas vão se f****”

Polémica em Guimarães

em

Foto: Instagram de Marega

Moussa Marega já reagiu aos alegados insultos racistas que o forçaram a abandonar o encontro entre o Vitória SC e o FC Porto, disputado esta noite em Guimarães.

Recorde-se que o FC Porto chegou à vitória num golo de Marega, aos 60, que despoletou o caso do jogo.

Na hora do festejo, o avançado maliano, que representou o clube vimaranense na época 2016/17, dirigiu-se para a bancada nascente com gestos dirigidos aos adeptos vitorianos e, na resposta, os espetadores ali situados lançaram cadeiras para o relvado.

A partir daí, Marega continuou a ser insultado sempre que tocava na bola e recusou-se a jogar a partir do minuto 65, alegando cânticos racistas, situação que forçou Sérgio Conceição a substituí-lo por Wilson Manafá, aos 71.

O FC Porto venceu o jogo por 1-2.

Continuar a ler

Futebol

Indignação no Twitter com insultos a Marega em Guimarães

Twitter e Facebook enchem-se de críticas aos adeptos do Vitória

em

Imagens via Sport TV

São várias as vozes conhecidas que estão a comentar a saída do jogador do FC Porto, Moussa Marega, após alegados insultos racistas provenientes de adeptos do Vitória, em jogo da 21.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol.

Nas redes sociais, várias figuras ligadas ao ativismo antirracista, como Mamadou Ba, líder do SOS Racismo ou Catarina Martins, coordenadora nacional do Bloco de Esquerda, a manifestarem solidariedade para com o avançado maliano.

O polémico ativista de esquerda, de origem senegalesa, afirma mesmo que “num país decente, o jogo era interrompido”, apelidando os adeptos que entoaram cânticos contra Marega como “abéculas racistas” quedeviam ser “banidas dos estádios”.

Catarina Martins, líder do BE, afirma não ter clube, mas recorda que “racismo não é opinião, é crime”.

Já o Partido Livre, que elegeu a deputada Joacine Katar-Moreira (e a quem já retirou a confiança política) exige à direção do Vitória uma “condenação inequívoca destes comportamentos”.

Pedro Marques Lopes, conhecido comentador político afeto ao PSD e sócio do FC Porto, pede interdição do D. Afonso Henriques “por muito tempo”.

Recorde-se que o FC Porto chegou à vitória num golo de Marega, aos 60, que despoletou o caso do jogo.

Na hora do festejo, o avançado maliano, que representou o clube vimaranense na época 2016/17, dirigiu-se para a bancada nascente com gestos dirigidos aos adeptos vitorianos e, na resposta, os espetadores ali situados lançaram cadeiras para o relvado.

A partir daí, Marega continuou a ser insultado sempre que tocava na bola e recusou-se a jogar a partir do minuto 65, alegando cânticos racistas, situação que forçou Sérgio Conceição a substituí-lo por Wilson Manafá, aos 71.

O FC Porto venceu o jogo por 1-2.

Continuar a ler

Populares