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Alto Minho

Paredes de Coura: Roupa pelo ar, dança e alguma chuva no fecho do Festival

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O 23.º festival de música de Paredes de Coura termina na noite de hoje, depois de ter havido dança em Sylvan Esso, ‘mosh’ e roupa pelo ar em Fuzz e alguma chuva em Lykke Li.

A noite ainda prossegue madrugada dentro com Ratatat no palco principal, enquanto The Soft Moon e Sascha Funke concluem com os últimos ‘after-hours’ do evento.

Poucos minutos passavam das 22:00 de sábado quando o público que já se acumulava perante o palco secundário pedia a presença de Fuzz, projeto de Ty Segall, que aqui é baterista e também vocalista.

Às 22:20, hora prevista para o concerto, iniciou-se a atuação do trio para quem o palco secundário foi pequeno, com toda a área em frente à cabine de som ocupada por empurrões, saltos, ‘crowdsurfing’ e até alguma roupa pelo ar, de casacos a sapatos e chapéus.

No mesmo palco haviam atuado antes os norte-americanos Sylvan Esso, a dupla Amelia Meath e Nick Sanborn, que dançou e pôs o público a dançar com a sua eletrónica em estreia nacional.

Ao longo de quatro dias de festival, passaram pelos palcos do evento artistas nacionais e internacionais como The Legendary Tigerman, TV on the Radio, Tame Impala e Charles Bradley, entre muitos outros.

Festival Paredes de Coura regressa em 2016 de 17 a 20 de agosto

paredes de coura festival

O festival de música de Paredes de Coura vai voltar às margens do rio Taboão no próximo ano, de 17 a 20 de agosto, anunciou a organização, que confirmou a continuidade do patrocínio da Vodafone.

Em conferência de imprensa, no último dia do festival, o diretor do evento, João Carvalho, mostrou a satisfação da organização com a 23.ª edição, assegurando que, apesar da “aposta nova” que foi lotar o recinto com capacidade para 25 mil pessoas, este “é e será um festival de afetos”.

“Há um contentamento generalizado e isso cria-nos mais responsabilidade ainda. Para o próximo ano queremos fazer ainda uma melhor edição”, afirmou João Carvalho, que revelou que a próxima edição está a ser planeada já há dois meses.

Com os passes gerais esgotados antes do começo do Vodafone Paredes de Coura e os bilhetes diários a serem vendidos na totalidade durante o festival, João Carvalho disse que 20% dos visitantes foram estrangeiros, com destaque para Espanha, Reino Unido, França e Bélgica.

Da parte da Vodafone Portugal, o administrador Emanuel Sousa disse que a renovação da parceria foi “fechada hoje” formalmente, por mais um ano, ainda que, pelo menos, “espiritualmente há de ser por muitos anos”.

A 23.ª edição do festival Paredes de Coura, a primeira da história a esgotar, termina este domingo, ao fim de quatro dias de música, cabendo a Ratatat fechar as atuações no palco principal, enquanto Fuzz, de Ty Segall, são os últimos no palco secundário.

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Viana do Castelo

Politécnico de Viana oferece consoada a alunos e funcionários que não vão passar o Natal a casa

Iniciativa acontece às 19:00 no Centro Académico do SAS IPVC

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Foto: DR

O Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) promove a 24 de dezembro um jantar de Natal para funcionários, alunos (nacionais, internacionais e Erasmus) que passem esta época longe da família e que optem por passar esta quadra festiva em Viana do Castelo, anunciou a instituição.

O objetivo é, segundo o administrador dos serviços de ação social do IPVC, Luís Ceia, “proporcionar uma típica consoada portuguesa onde não faltarão bacalhau, batatas e couves assim como as sobremesas típicas desta época ” aos estudantes e funcionários que se encontram deslocados do seu país e familiares.

“O ambiente será acolhedor não faltando uma lareira para o aquecer ainda mais ao ambiente naquela que por muitos é considerada a noite mais mágica do ano”, disse o responsável.

Para além de dar a conhecer a todos as tradições de uma típica consoada portuguesa, em particular a do Alto Minho, o IPVC quer proporcionar e promover uma noite de convívio e de troca de vivências. O único “custo” para os participantes é o da “boa disposição e o da partilha de experiência e tradições”.

Nesta altura, o IPVC conta com a presença de 260 alunos com nacionalidade não portuguesa estando representadas 31 países diferentes: Guiné-Bissau, Cabo Verde, França, Moçambique, Espanha, Angola, Mônaco, Brasil, Lituânia, Roménia, Itália, Alemanha, Polónia, Itália, São Tomé e Príncipe, República Checa, Turquia, Luxemburgo, Índia, Timor Leste, Equador, Marrocos, Eslovénia, Arábia Saudita, Suíça, Egipto, Letónia, Ucrânia, Áustria, Bielorrússia, Uruguai, China e Venezuela.

O IPVC tem seis escolas superiores na região do Alto Minho localizando-se entre Viana do Castelo, Ponte de Lima, Valença e Melgaço.

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Alto Minho

Alto Minho recomenda ao Governo manutenção de financiamento à Bienal de Cerveira

DGArtes

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Foto: DR / Arquivo

A assembleia intermunicipal da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho, aprovou, por unanimidade, uma recomendação ao Governo a solicitar o financiamento plurianual da bienal de arte de Vila Nova de Cerveira, informou hoje a fundação que organiza o evento.

Em comunicado hoje enviado à imprensa, a Fundação Bienal de Arte de Cerveira (FBAC) adianta que “a proposta de recomendação da assembleia intermunicipal da CIM Alto Minho vai ser remetida à Presidência da República, primeiro-ministro, ministra da Cultura, Direção-Geral das Artes, presidente da Assembleia da República e a todos os grupos parlamentares da Assembleia da República”.

A proposta foi aprovada na sexta-feira, em reunião daquele órgão, “por todas as bancadas representadas na Assembleia Intermunicipal da CIM Alto Minho”.

“É mais uma entidade regional a manifestar publicamente o seu apoio à FBAC, após a candidatura denominada “Fundação Bienal de Arte de Cerveira: a Arte Contemporânea integrada na sociedade e no mundo” ter sido considerada elegível, mas sem qualquer financiamento atribuído pelo Programa de Apoio Sustentado 2020-2021 da Direção-Geral das Artes (DGArtes)”, sublinha o comunicado.

A DGArtes revelou, em novembro, as três entidades culturais, todas da Área Metropolitana de Lisboa, que vão receber um total de 550 mil euros de apoio sustentado à criação, na área das Artes Visuais, para 2020-2021.

Os resultados definitivos do Programa de Apoio Sustentado 2020-2021 começaram a ser divulgados pela DGArtes no passado dia 16 de novembro e, na área das Artes Visuais, estes confirmaram os resultados provisórios anunciados em 11 de outubro.

No concurso de Artes Visuais, na área da criação, o júri considerou elegíveis para apoio oito candidaturas, mas só três obtiveram financiamento. A candidatura da bienal de Cerveira é uma das cinco para as quais não há dinheiro disponível.

“A Bienal Internacional de Arte de Cerveira é hoje uma marca com notoriedade nacional e internacional. Cultivando e estimulando a criatividade da região, tem vindo a atrair o público a um ritmo crescente e a alargar a sua incidência geográfica ao promover exposições em espaços culturais localizados noutros concelhos do Vale do Minho e da Galiza. Este fenómeno de descentralização cultural e internacionalização, tem vindo a proporcionar um espaço de encontro, interação, divulgação de ideias e uma oportunidade de projeção para artistas nacionais e internacionais”, refere a proposta de recomendação agora aprovada.

No comunicado hoje divulgado, a FBAC realçou que, “para a realização das bienais de Cerveira, a DGArtes tem contribuído pontualmente com apoios, que se materializaram nos anos 2013, 2015, 2017 e 2018 (anos de Bienal) com uma verba a rondar os 40 mil euros”.

“A candidatura submetida no corrente ano com vista ao desenvolvimento do trabalho da FBAC, no qual se integra a organização da XXI edição em 2021, não foi contemplado com qualquer financiamento”, destaca.

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Viana do Castelo

Cinquenta toneladas de lenha mantêm fogueira em convívio de Natal em Viana

No largo das Neves, comum a três freguesias

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Foto: Divulgação / Arquivo

Mais de 50 toneladas de lenha vão manter acesa, durante cinco dias, a fogueira de Natal num largo comum a três freguesias de Viana do Castelo, para promover o convívio natalício das populações do Vale do Neiva.

“Entre lenha e cepos conseguimos reunir 50 toneladas para a edição 2019 da fogueira de Natal. As árvores abatidas resultam de corte seletivo, árvores que estavam doentes ou que estavam a impedir o crescimento de outras”, disse hoje à agência Lusa, o porta-voz do grupo Lenhadores do Largo, que organiza o convívio, Joel Monteiro.

Joel Monteiro, do movimento cívico que organiza a fogueira de Natal no largo das Neves, comum às freguesias de Barroselas, Mujães e Vila de Punhe, adiantou que “na época própria serão plantadas mais de uma centena de árvores” na zona onde agora foi realizado o corte seletivo.

Além daquela plantação, o grupo Lenhadores do Largo “vai oferecer à comissão de baldios de Carvoeiro 120 pés de azevinho”.

Além da vertente “ambiental e de sustentabilidade”, a fogueira de Natal do Largo das Neves, iniciada há três anos por um grupo de cidadãos do Vale do Neiva, pretende promover o convívio próprio da época.

No dia 21 de dezembro, a partir das 16:00, “dia e noite” a fogueira de Natal “aquecerá as conversas entre conterrâneos, amigos, vizinhos”.

“Com o pretexto do calor e da luz do fogo conviverão, confraternizando e reencontrando velhos amigos”, adianta a organização.

A lenha, que começou a ser recolhida em outubro, encheu oito tratores e vai manter a fogueira do Largo das Neves a arder entre os dias 21 e 25 de dezembro.

“O fogo, que durante imensos séculos e milénios serviu para proteger, guiar e reunir as pessoas e definir famílias, comunidades e sociedades, será novamente um motivo para a reunião, diálogo, convívio e reflexão numa quadra festiva de encontros e reencontros”, sublinhou o grupo de Lenhadores do Largo.

O largo das Neves, tem um “pedaço” das freguesias de Barroselas, Mujães e Vila de Punhe. É naquele espaço que foi construída, no início do século XVII, a Mesa dos Três Abades, iniciativa dos párocos para assinalar o fim das discórdias em relação aos limites das três freguesias.

Ao longo dos anos, e numa altura em que eram os párocos quem mais ordenavam, a Mesa dos Três Abades assumiu-se como uma espécie de fórum popular, já que era ali que eram discutidos e tratados os assuntos de interesse da comunidade, do foro eclesiástico e do civil.

Além da fogueira, “haverá animação e petiscos, entre eles, chouriças feitas pelos próprios lenhadores”.

No recinto estará disponível o “novo mobiliário produzido pelo grupo com tábuas de madeira para proporcionar conforto a todos os que participarem no convívio”.

“Os Lenhadores do Largo procuram através desta iniciativa contribuir para a dinamização, promoção e envolvência das três comunidades que se encontram no Largo das Neves”, destaca o movimento cívico.

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