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Alto Minho

Paredes de Coura “mostra” produtos do Alto Minho

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A XXII Feira Mostra de Produtos Regionais do Alto Minho tem início marcado para esta sexta-feira e prolonga-se durante todo o fim-de-semana. Paredes de Coura recebe cerca de 80 expositores distribuídos pelo artesanato, produtos agrícolas, agro indústria e tasquinhas.

Organizada pela MostraCoura e com o patrocínio do Município de Paredes de Coura, esta feira apresenta aos seus visitantes uma variedade de produtos gastronómicos. Desde fumeiro e enchidos tradicionais, vinhos e licores até à doçaria tradicional do concelho e da região, os visitantes podem experimentar diferentes iguarias nas 23 tasquinhas das associações locais.

Os stands dos produtores locais também marcam presença na feira e colocam ao dispor de quem deseja adquirir algo para levar para casa uma variada quantidade de produtos.

No que diz respeito ao artesanato, a Feira Mostra de Paredes de Coura será representada por 14 artesãos das terras de Coura e mais de três dezenas de artesãos de vários concelhos do Minho.

A este programa gastronómico e artesanal juntam-se, durante estes três dias, os bombos, os arraiais e o folclore.

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Alto Minho

“Conseguimos, car****!”: Bilheteira do Rocha em Caminha paga mão mioelétrica ao Diogo

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Foto: Facebook de Fernando Rocha

O espetáculo solidário do comediante Fernando Rocha, em Vila Praia de Âncora, concelho de Caminha, arrecadou cerca de 13 mil euros para ajudar a comprar uma mão mioelétrica para o jovem Diogo Farinhoto. A empresa que construiu a prótese disponibilizou-se para cobrir o valor restante.

Natural de Gondar, Caminha, o jovem Diogo nasceu com uma deficiência grave. Há cerca de oito anos, através de uma campanha para que conseguisse uma prótese de braço, foi notícia em Portugal e Espanha.

Atualmente, necessitava de nova ajuda, para uma mão mioelétrica, e Fernando Rocha, conhecido comediante, decidiu ajudar com este espetáculo, que decorreu este sábado, no Pavilhão Desportivo Municipal de Caminha.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Inicialmente previsto para o Cineteatro dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora, houve necessidade de encontrar o maior local do concelho para este tipo de eventos, dada a grande procura por bilhetes.

O comediante anunciou nas redes sociais que foram angariados 13 mil euros e que o objetivo para ajudar o Diogo “foi cumprido”.

“Apesar de não chegar para cobrir as despesas da prótese, o doutor Marco Baggini da Ortoadapta, empresa que construiu a prótese, assumiu o restante”, anunciou Fernando Rocha.

Foto: Divulgação

 

De acordo com o Âncora Praia Futebol Clube, parceiro na organização do evento, foram ainda angariados 795 euros, fruto da receita da bilheteira do jogo entre os caminhenses e o Courense, para a 1.ª divisão da AF Viana.

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Viana do Castelo

Cerca de 300 fiéis apoiam padre contestado (a quem apagaram as luzes da igreja) em Viana

Padre não foi bem recebido numa nova paróquia

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Igreja de Subportela. Foto: DR

Cerca de 300 pessoas de Subportela, em Viana do Castelo, participaram neste domingo na homenagem de apoio ao pároco da freguesia que, este mês, foi impedido pelos fiéis de Santa Leocádia de Geraz do Lima de tomar posse daquela paróquia.

Em nota enviada à Lusa, a organização da homenagem a padre Adão Lima explicou que a comunidade paroquial decidiu “unir-se para celebrar e agradecer ao padre Adão Lima pelos 17 anos como pároco” em que, além da “obra distinta” que “ergueu” naquela zona, criou “emprego a 58 pessoas”.

O padre Adão Lima é pároco nas paróquias de Deão e Subportela.

Viana: Fiéis desligam luzes e abandonam igreja à entrada de novo padre

O impasse na tomada de posse do padre na paróquia de Santa Leocádia de Geraz do Lima, com cerca de dois mil habitantes e situada a cerca de 20 quilómetros da cidade de Viana do Castelo, arrasta-se desde maio de 2019 na sequência da morte do pároco anterior, João Cunha, e da nomeação, pela diocese, do sucessor, o padre Adão Lima.

Os fiéis da nova paróquia entendem que “o padre Adão Lima é uma pessoa materialista, com grandes sinais de riqueza, autoritário, inacessível, não dialogante e um mau exemplo para a comunidade”.

Desde o início do diferendo, tanto o pároco em causa como a diocese, recusam fazer comentários sobre o assunto.

Hoje, um grupo de paroquianos de Subportela preparou uma homenagem “surpresa” ao padre Adão Lima.

“Sempre demonstrou para com todos, desde os de mais tenra idade, até aos de idade mais avançada, muita amizade e consideração. Como pastor que é, compartilha connosco todos os sofrimentos, lágrimas e amarguras, mas também as alegrias e os sorrisos, cuida e conhece cada um de nós, qual pastor cuida e conhece o seu rebanho. Que continue a ser para cada um de nós o pastor, o guia e o amigo de sempre. Saudações destes paroquianos que tanto o estimam”, refere a organização da manifestação de apoio hoje realizada.

O grupo constituído por cerca de dez paroquianos de SubPortela recordou que, “em 17 anos, o padre Adão Lima, ergueu, com a população, o centro social paroquial de Deão e o centro social e paroquial de Subportela”.

“Os centros de dia, os serviços de apoio domiciliário e a estrutura residencial para pessoas idosas, dão respostas a 170 pessoas idosas de Deão, Subportela, Santa Leocádia, Santa Maria e Moreira de Geraz do Lima, Deocriste, Barroselas, Portela Susã, Vila Franca, Mujães, Mazarefes, Lanheses”.

A organização adiantou que “também a creche, em Deão, acolhe 30 crianças”.

“O padre Adão gostou muito da nossa homenagem. Ficou muito feliz com esta manifestação de apoio, por estar a viver um momento triste”, disse a organização.

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Alto Minho

Paredes de Coura ‘à rasca’ com aumento de javalis

Em Agualonga

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Foto: DR / Arquivo

Na freguesia de Agualonga, concelho de Paredes de Coura, a população está alarmada com o aumento do número de javalis, queixando-se de destruição de culturas, jardins e até da relva.

Segundo o jornal Notícias de Coura, tem sido cada vez mais frequente o avistamento da espécie junto da população, sobretudo ao longo dos últimos quatros anos.

Pedro Guedes, morador, queixa-se que, em 3 mil metros quadrados de relva, um terço foi destruído durante uma noite, por uma família de javalis. O habitante refere que, aparentemente, trata-se de um casal e quatro crias, que escavam sem parar.

O morador refere que isto vem acontecendo com maior incidência ao longo dos últimos quatro anos, com os animais a escavar e focinhar a terra e a relva em busca de raízes, tubérculos, bolotas ou castanhas. Apesar disso, também comem ratos, coelhos, minhocas e larvas de insectos.

Uma outra moradora, que não quis ser identificada, lamenta a destruição, não só de javalis mas também de lobos, vacas, garranos e cães abandonados. “Não sei o que fazer. Já não se pode viver da terra”, disse à mesma publicação.

Tanto Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas como a Associação Nacional de Conservação da Natureza rejeitam que exista uma praga de javalis em território nacional.

Entretanto, os javalis continuam a passear, aos magotes, pelas ruas da freguesia e pelos jardins de Agualonga..

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