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Alto Minho

Paredes de Coura com taxa de execução de 95,1 por cento em 2019

Finanças municipais

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Foto: DR / Arquivo

O município de Paredes de Coura registou, em 2019, uma taxa de execução ao nível da receita de 95,1%, traduzindo as “boas contas e a gestão rigorosa do dinheiro público”, foi hoje anunciado.


Em comunicado, aquele município acrescenta que em 2019 foi reforçada a estratégia de captação de investimento e de criação de emprego, “que será determinante no combate à grave crise que já é visível e que será temível nos próximos tempos”.

“Estes tempos de pandemia desestruturaram completamente toda a atividade económica e lançaram milhares de pessoas no desemprego. Compreende-se, por isso, que uma estratégia persistente e, até, obsessiva na criação de emprego, é a melhor solução para dar esperança e estabilidade familiar a muitos courenses. Não existe desenvolvimento sem emprego e sem criação de riqueza”, refere o presidente da câmara, Vítor Paulo Pereira (PS), citado no comunicado.

Segundo o município, 2019 foi marcado pela projeto de expansão da área da zona industrial de Formariz, num investimento de 1,8 milhões de euros, que permitirá maior flexibilidade à implantação de empresas.

Com a área de expansão, permitirá a criação de 400 novos postos de trabalho e um volume de negócios anual de cerca de 80 milhões de euros.

Por sua vez, a nova ligação à autoestrada A3, que foi “a maior reivindicação de sempre” do concelho e que vai finalmente avançar, “também consolidará a capacidade de atração da zona industrial.

Paralelamente, e ainda segundo o município, houve “significativos investimentos” nas freguesias e na rede viária.

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Alto Minho

Pela primeira vez em 262 anos não há Feira dos Santos em Valença

Por causa da pandemia

em

Foto: DR / Arquivo

A Feira dos Santos, que se realiza há 262 anos em Cerdal, em Valença, e que atrai milhares de visitantes, muitos da Galiza, foi cancelada devido à pandemia de covid-19, disse hoje à Lusa o presidente da Câmara.

“Desde que há memória é a primeira vez que a Feira dos Santos é cancelada. Tenho falado com as pessoas mais idosas da freguesia e do concelho e ninguém se recorda de a feira ter sido cancelada”, afirmou Manuel Lopes.

O autarca do PSD adiantou que “os primeiros registos sobre a sua realização remontam às ‘Memórias Paroquiais’ da freguesia de Cerdal de 1758, mas há alfarrábios que dizem que a feira é anterior a essa data”.

“A população aceitou muito bem este cancelamento porque as pessoas já se mentalizaram que em primeiro lugar está a saúde pública. A nossa saúde não depende de uma feira. Teremos muitos mais anos para viver e muitas mais feiras dos santos para gozar”, afirmou Manuel Lopes, referindo-se ao risco de contágio da doença causada pelo novo coronavírus.

O autarca destacou os “milhares” de visitantes que todos os anos se deslocam aquela feira, muitos oriundos da Galiza, entre eles, da cidade vizinha de Tui.

Valença e Tui, província de Pontevedra, estão separadas por apenas 400 metros, são servidas por duas pontes sobre o rio Minho e, desde 2012, constituem uma eurocidade.

“Os nossos vizinhos galegos gostam muito de vir feirar a Portugal. Eles permanecem muito mais tempo nas feiras que os próprios portugueses”, referiu.

Considerada a “última grande feira/romaria do calendário anual do Noroeste Peninsular, a edição 2019 da Feira dos Santos contou, segundo a organização, a cargo da paróquia e da Junta de Freguesia, com a presença de mais de 400 feirantes.

A venda dos pericos dos Santos (peras pequenas típicas do concelho), as castanhas, as corridas de cavalos, as tasquinhas, os cantares ao desafio e as tendas são alguns dos seus atrativos.

Os pericos, “semelhantes a uma pequena pera, são endógenos de Valença e têm no concelho, além da sua origem, as maiores áreas de produção”. A par dos pericos, as castanhas cruas ou cozidas, as nozes e os dióspiros são outros dos produtos biológicos comercializados.

Roupa, calçado, produtos do campo, gado cavalar, bovino e caprino, bijuterias e muita gastronomia tradicional também se encontram naquela feira que se realiza, habitualmente, nos dias 01 e 02 de novembro.

No dia 01 de novembro ocorre a feira dos Santos e no dia 02 a feira das Trocas, que como o nome indica permite trocar os produtos adquiridos na véspera que por alguma razão não serviram.

A feira decorre, anualmente, no Terreiro de São Bento da Lagoa, na freguesia de Cerdal, num espaço situado junto à Estrada Nacional (EN) que liga o concelho a Paredes de Coura e a cinco minutos do acesso à Autoestrada 3 (A3) e às pontes internacionais que ligam Valença a Tui, na Galiza.

Manda a tradição que nas noites de 31 de outubro e de 01 de novembro, a feira dos Santos seja o destino para provar os vinhos novos e saborear os petiscos locais. Nas tasquinhas animam-se as noites ao som das concertinas e as cantigas de desgarrada.

As corridas de cavalos, em passo travado, são outros dos pontos altos do programa da romaria. A iniciativa decorre na pista das corridas onde os cavalos garranos dão um colorido especial à feira do gado que conta, ainda, com animais bovinos, caprinos e ovinos.

Além da Feira dos Santos, a Câmara de Valença cancelou a feira mensal e das antiguidades previstas para os mesmos dias.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos e mais de 43,5 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 2.371 pessoas dos 124.432 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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Alto Minho

Covid-19: Alto Minho tem 478 casos ativos (mais 123 em três dias)

Dados locais

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Foto: CM Viana do Castelo (Arquivo)

O Alto Minho contava, esta segunda-feira, com 478 casos ativos de covid-19, mais 123 em relação à passada sexta-feira, segundo dados recolhidos por O MINHO junto da Unidade Local de Saúde do Alto Minho.

Os dados remetem para as 18:30 horas desta segunda-feira.

O distrito de Viana do Castelo soma, desde o início da pandemia, 1.608 casos (mais 121 nos últimos três dias), 66 óbitos e 1.064 recuperados (menos 2 em relação a sexta-feira).

Viana do Castelo, com 215 casos ativos, foi o concelho que registou a maior subida (mais 60 ativos).

Segue-se Caminha que, em relação a sexta-feira, tem mais 21 casos ativos, num total de 62.

Paredes de Coura duplicou o número de casos ativos, passado de 13 para 26.

Ponte de Lima tem mais 12 casos ativos (total 51).

Arcos de Valdevez tem mais sete casos (16 no total), Melgaço mais um (9), Valença mais três (63), Monção mais três (11) e Cerveira mais três (21).

Ponte da Barca mantém-se com quatro casos ativos.

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Alto Minho

Ponte de Lima com mais doze casos de covid-19 em três dias

Dados locais

em

Foto: Facebook / Arquivo

O concelho de Ponte de Lima subiu de 147 para 159 no registo de casos de covid-19 desde a passada sexta-feira.

São mais 12 infetados com covid-19 durante os últimos três dias, contabilizando agora aquele concelho 51 casos ativos do vírus, segundo dados recolhidos por O MINHO junto da Unidade Local de Saúde do Alto Minho.

Os dados remetem para as 18:30 horas desta segunda-feira.

O concelho limiano mantém 106 recuperados da doença.

No total acumulado, registam-se 159 casos de infeção desde o início da pandemia, mais doze nos últimos três dias.
A nível distrital, o Alto Minho conta, esta segunda-feira, com 478 casos ativos, 66 óbitos e 1.064 recuperados.

O distrito soma 1.608 casos acumulados desde o início da pandemia, mais 121 em relação a sexta-feira.

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