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Legislativas 2022

PAN quer mais investimento na Universidade do Minho

Eleições legislativas

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Foto: DR

A candidatura do PAN pelo distrito de Braga exige mais investimento na Universidade do Minho, após reunião com a Associação Académica e com o Reitor

Em comunicado, o partido salienta que o objetivo das reuniões passou por avaliar as maiores dificuldades dos estudantes, docentes e funcionários na Universidade do Minho, bem como conhecer projetos futuros. O PAN defende que as Universidades devem ser um pólo dinamizador da economia nas respetivas regiões, apostando na economia do conhecimento e valorizando as gerações qualificadas.

“No topo das nossas prioridades está a habitação acessível para os estudantes. Sabemos que as rendas representam o maior gasto mensal das famílias com o ensino e o facto de existir pouca oferta de residências universitárias faz com que os preços aumentem em toda a cidade, quer seja Braga ou Guimarães”, salienta o cabeça de lista, Rafael Pinto, citado no comunicado.

“Enquanto representante do distrito no Parlamento, tentarei sempre desbloquear os processos em curso para a D.Luís de Castro em Braga e Santa Luzia em Guimarães, mas sabemos que isto não é suficiente, mesmo com o projeto da fábrica Confiança”, salienta.

Para além da habitação, também o financiamento da Universidade por parte do orçamento do estado foi tema de discussão em ambas as reuniões, uma vez que, considera o partido, “as verbas atribuídas estão definidas com critérios de 2009 que precisam de ser atualizados tendo em conta o crescimento da instituição e aumento do número de alunos. A Universidade deveria receber mais 10 milhões de euros por ano para fortalecer a sua oferta formativa e melhorar a existente”.

O partido defende ainda o “fim das taxas e emolumentos”, apesar de compreender “as dificuldades financeiras fruto do sub-financiamento estatal”, bem como a criação de apoios para as deslocações dos estudantes e aquisição de materiais escolares.

Outra das questões discutidas foram os apoios para estudantes com deficiência uma vez que “estes se parecem esgotar no final do 12.º ano fazendo com que muitas pessoas se vejam impedidas de aceder ao ensino superior”.

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