Seguir o O MINHO

Braga

Palmeira cai na Vila de Prado danificando junta de freguesia e carro

em

Uma palmeira caiu,  esta tarde de domingo, no centro da Vila de Prado, concelho de Vila Verde. A árvore causou danos em mobiliário urbano da Junta de Freguesia e num carro que ali estava estacionado.

A situação ocorreu na avenida do Cávado e provocou um grande susto a quem passava no local.

“Foi tudo rápido e curiosamente sem grande barulho. Por sorte não estava ninguém daquele lado”, disse ao O MINHO, no local, Fernando Silva, que passeava com um amigo quando aconteceu o incidente.

“Se fosse mais cedo havia problemas graves, pois apanhava as pessoas a ir para o jogo do Desportivo de Prado”, disse ainda.

O tronco da palmeira existia ali há vários anos frente à Junta da Vila de Prado e estava sinalizado como “doente”. Há cerca de duas semanas havia mesmo sido alvo de corte das “palmas” por existência de “Escaravelho Vermelho”, uma praga que afeta este tipo de árvore.

“A queda do tronco deu-se sobre uma viatura danificando a mesma e ainda parte exterior da Junta de Freguesia danificando papeleiras e outro material”, disse o ainda presidente de junta, Paulo Gomes, que depois de ter sido informado da situação foi ao local.

“Solicitei a presença dos Bombeiros Voluntários de Vila Verde para a desobstrução do passeio”, referiu o autarca, acrescentando que a junta vai assumir os danos.

O acidente que provocou danos materiais ainda não contabilizados. Uma vez que o tronco estava no espaço da junta esta irá acarretar custos à autarquia, uma vez que há uma viatura envolvida que ficou danificada”, referiu Paulo Gomes.

A GNR de Prado tomou conta da ocorrência.

Anúncio

Braga

Covid-19: Segundo utente infetado na APPACDM de Braga

Uma funcionária também testou positivo

em

Foto: Luís Moreira / O MINHO

Um utente do lar da Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) de Lomar, em Braga, testou positivo para Covid-19, soube O MINHO junto de fonte oficial.

Este caso junta-se a outros dois, de um outro utente e uma funcionária, conforme noticiado ontem.

No sábado, António Melo, presidente da direção da APPACDM de Braga, disse a O MINHO que os lares de Lomar, São Lázaro e Gualtar iam entrar em quarentena obrigatória a partir da noite de ontem, com cerca de 40 jovens e sete funcionários a permanecerem dentro das instalações durante os próximos 14 dias.

Sobre os dois primeiros casos confirmados, o responsável explicou que o jovem infetado pertencia ao Centro de Atividades Ocupacionais mas não frequentava a instituição desde 13 de março, nem nunca frequentou o lar residencial.  Quanto à funcionária infetada, o diretor explica que a infeção pode não ter sido contraída no lar.

Os restantes utentes e funcionários vão ser sujeitos ao teste de despistagem da doença, que devem ser conhecidos nos próximos dias, enquanto permanecem em quarentena dentro dos lares.

António Melo disse que cada utente será confinado a um quarto e será servido por uma funcionária, de modo a evitar múltiplos contactos.

“É uma situação muito difícil de gerir porque vários jovens têm doenças do foro mental e não vão querer estar confinados o dia todo num quarto”, alertou o responsável a O MINHO.

Em declarações ao jornal Correio do Minho, a diretora-técnica da APPACDM de Lomar revelou que o homem infetado, de 44 anos, estará em estado crítico, e já possui histórico de problemas respiratórios.

Queixas de funcionários

Alguns trabalhadores do organismo apontam críticas à direção por não ter tomado medidas anteriores, mas António Melo refuta-as, indicando que está a proceder conforme as determinações das autoridades de saúde.

Há ainda queixas de que existem ameaças para com os funcionários para que estes trabalhem, acusação também negada pelo diretor.

Sobre a ausência de apoio médico, António Melo explica que o enfermeiro habitual está a trabalhar no Hospital de Famalicão, que acresce o risco de contaminar os utentes, face a essa exposição.

O responsável reforça ainda que cada jovem está em quarto individual e isolado, por determinação da saúde pública.

Continuar a ler

Braga

PSP cortou avenida em Braga para sensibilizar automobilistas

Estado de emergência

em

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

A Polícia de Segurança Pública (PSP) realizou, na manhã deste domingo, uma ação de sensibilização junto dos automobilistas que passavam na Avenida João Paulo II, em Braga.

Os agentes reduziram a estrada que liga a cidade à Póvoa do Lanhoso a uma via, por onde apenas passava uma viatura de cada vez, sendo os automobilistas abordados e aconselhados.

O Ministério da Administração Interna (MAI) pediu hoje aos automobilistas que só circulem onde e quando for absolutamente imperioso e aconselhou que quando o façam tenham comprovativos da necessidade de o fazerem, como declarações dos empregadores ou comprovativos de residência.

“As declarações emitidas por algumas entidades empregadoras, não sendo obrigatórias, facilitam a comprovação pelos cidadãos de que se estão a deslocar de ou para o local de trabalho, tal como a comprovação de local de residência justifica a deslocação”, afirma o MAI, em comunicado.

O ministério cita como exemplo os comprovativos da necessidade de atravessar a Ponte 25 de Abril, que liga Lisboa ao sul, “para o regresso a casa”.

Aquela ponte foi um dos locais onde as forças policiais intensificaram no sábado o controlo da circulação de pessoas e viaturas, em intervenções que, segundo o Ministério, prosseguem hoje.

No seu comunicado, o gabinete de Eduardo Cabrita assegura que a declaração do estado de emergência dá legitimidade às polícias para restringir a circulação de pessoas e veículos.

“No âmbito do estado de emergência em vigor, as forças de segurança têm legitimidade não só para restringir a circulação rodoviária e/ou interromper vias, como também para determinar o regresso a casa em todos os casos de manifesta violação do dever geral de recolhimento”, afirma.

Sublinhando a “decisiva atuação” das forças de segurança, o ministério apela “ao civismo generalizado de todos os portugueses, para que permaneçam em casa e limitem as viagens ao estritamente necessário”.

Portugal encontra-se em estado de emergência desde 22 de março e até 02 de abril, obrigando as populações a limitar as deslocações a razões imponderáveis.

Segundo o boletim epidemiológico divulgado hoje pela Direção-Geral da Saúde (DGS), o país regista hoje 119 mortes associadas à covid-19, mais 19 do que no sábado, e 5.962 infetados (mais 792).

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 600 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram quase 28.000.

Continuar a ler

Braga

Covid-19: Lar em Braga refuta acusações de “negligência” após morte de utente

Presidente da Direção escreveu a O MINHO

em

Foto: O MINHO

Nota enviada pela Direcção do Asilo de S. José em Braga, no exercício do direito de resposta e para informação acerca da morte de uma utente, vítima do novo coronavírus, que provoca a doença Covid-19.

Utente de lar em Braga morre com Covid-19. Neto fala em “negligência” e reclama “justiça”

A Direcção do Asilo de S. José lamenta profundamente o falecimento da sua utente Hannelore Fischer Cruz, tendo já expressado o seu sentido pesar aos seus familiares.

Vem neste momento e por este meio refutar e negar, por falsas e caluniosas e lesivas do bom nome da Instituição, as declarações e imputações proferidas pelo neto da utente José Miguel Fischer Cruz e veiculadas pelos orgãos de comunicação social, escrita e falada, a partir de 26 de Março, que serão oportunamente participadas´contra o mesmo, nos locais próprios e para o devido procedimento criminal, à semelhança de outras já em curso.

O momento é de luta e combate contra um agente invisível e na defesa da vida, saúde e bem estar dos seus 106 utentes e dezenas de funcionários e colaboradores em articulação com todas as estruturas que interagem no processo (Unidade de Saúde, Laboratórios, Segurança Social, Autarquia, Protecção Civil, além de outras), o que exige congregação de esforços que não se compadece com a dispersão de energias e ocupação de tempo,em acções que à data não são prioritárias.

O Asilo de S. José é uma Instituição que há 170 anos exerce a sua acção social e solidária a favor das pessoas mais frágeis da nossa comunidade, e como tal publicamente reconhecida, não podendo ver a sua imagem beliscada e denegrida por quem, sem idoneidade nem passado, o
tenta fazer.

O Presidente da Direcção

José Luís Tavares Cunha

Continuar a ler

Populares