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Alto Minho

Pai de Quim Barreiros fez 102 anos (e os ‘grandes’ da desgarrada deram-lhe os parabéns)

Efeméride

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Foto: DR

Joaquim Barreiros, de Vila Praia de Âncora, pai do irreverente cantor Quim Barreiros, soprou esta segunda-feira 102 velas.

Embora este ano o filho não tenha dado nota nas redes sociais, como habitualmente faz todos os anos, outros companheiros da música não se esqueceram de dar os parabéns de forma pública.

Augusto Canário e Ruizinho de Penacova, dois amigos de Quim Barreiros e dois ‘vultos’ nos cantares ao desafio em Portugal, assinalaram a data através das redes sociais.

“Ora aí está. Parabéns sr. Joaquim Barreiros. Pelo seu 102º aniversário. Pai do inestimável Amigo Quim Barreiros. Votos de muita saúde e muitas felicidades para o Quim pai e para o Quim filho, e para toda a família. Grande Abraço”, escreveu o artista de Viana do Castelo, obtendo mais de 12 mil ‘likes’ na publicação.

“Este senhor é o pai do Quim Barreiros, o sr Joaquinzinhoe. Quero lhe desejar um feliz aniversário, que hoje comemora os 102 anos. Parabéns e que pró ano lhe volte a repetir as mesmas palavras”, escreveu o músico Ruizinho de Penacova, também na rede social Facebook.

Em 2019, o centenário de Joaquim Barreiros foi celebrado com uma “festa de arromba” em Vila Praia de Âncora, no concelho de Caminha.

O autor de “A Cabritinha”, “Mestre da Culinária” e “A garagem da Vizinha”, verdadeiros hits da música nacional, é muito chegado ao Alto Minho, conforme ficou provado no programa que a SIC lhe dedicou recentemente pelos 50 anos de carreira discográfica.

Nesse mesmo programa, apresentando por João Baião, o pai de Quim Barreiros surpreendeu-o em direto a tocar acordeão, a poucos dias de assinalar este 102.º aniversário.

No início do ano passado, Quim Barreiros entrou num anúncio da Netflix, a promover a segunda temporada da série “Educação Sexual”.

O primeiro disco de Joaquim de Magalhães Fernandes Barreiros foi lançado em 1971 e, desde então, já atuou em quase todos os países onde existem comunidades de portugueses.

José Alberto Sardinha, musicólogo, disse a propósito de Quim Barreiros, que é “um fenómeno que merecia um grande estudo”, pois “herdou toda a tradição da música minhota (…) Só que ainda ninguém reparou nisso”.

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