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Alto Minho

Paço de Giela, em Arcos de Valdevez, recebeu mais de 30 mil visitantes em 2016

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O Paço de Giela, em Arcos de Valdevez, recebeu mais de 30 mil visitantes durante o ano de 2016, informou o município do Alto Minho.

Passos Coelho, enquanto Primeiro-Ministro, inaugurou a reabilitação do Paço de Giela, orçada em mais de 1,4 milhões de euros. Foto: CM Arcos de Valdevez

Passos Coelho, então Primeiro-Ministro, inaugurou a reabilitação do Paço de Giela, orçada em mais de 1,4 milhões de euros. Foto: CM Arcos de Valdevez

Para o social democrata João Manuel Esteves, líder da autarquia, o número de visitas àquele monumento, que reabriu portas em 2015 após reabilitação, “superou todas as expectativas”.

De acordo com a autarquia, citada pela agência Lusa, aquele número de visitantes resultou “de visitas guiadas ao monumento e presenças registadas em vários eventos promovidos no imóvel” desde espetáculos musicais, apresentações de livros, exposições, ‘workshops’, desfiles de moda criativa, sessões fotográficas, programas educativos e programas para famílias, entre outros.

Segundo informação do Instituto de Gestão do Património Arquitetónico e Arqueológico (Igespar), o “conjunto apalaçado” de Giela constitui “um dos mais interessantes exemplos de habitação nobre em meio rural” da Idade Média em Portugal.

“Uma das suas características mais marcantes [da torre] é o facto de não possuir quaisquer aberturas, à exceção de uma janela que encima o portal e uma fresta do lado norte, circunstância que lhe confere uma solidez militar verdadeiramente impressionante”, lê-se na página de Internet da Direção-Geral do Património Cultural, citada por aquela agência.

 

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Alto Minho

Queixas de moradores força mudança de local do Festival Sonic Blast em Moledo

Nova localização discutida na terça-feira

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Foto: Facebook de Sonic Blast

O presidente da Câmara de Caminha disse, esta sexta-feira, que as queixas da população de Moledo estão na origem da mudança de local do Sonic Blast e que na terça-feira haverá uma reunião para analisar um novo espaço para o festival.

Em declarações à agência Lusa, Miguel Alves adiantou ter recebido um abaixo-assinado de moradores de Moledo, lançado após à edição de 2019, queixando-se do “barulho e dos danos que o som excessivo causava nas habitações mais próximas do evento”.

O autarca reconheceu a “dimensão e projeção interessante” que o festival de rock psicadélico e ‘stoner rock’ atingiu, adiantando que a nova localização deverá ficar resolvida na reunião que irá decorrer na Câmara de Caminha, na terça-feira, pelas 15:00.

Contactado pela Lusa, o presidente da Junta de Freguesia de Moledo, Joaquim Guardão, confirmou as reclamações dos moradores, adiantando que “as pessoas não estão contra o festival, mas contra o local onde decorre”, em pleno centro da freguesia.

“Não têm descanso e, além de não dormirem antes, durante e depois de cada dia do festival [que decorre em agosto], queixam-se de que o som forte lhes provoca danos nas casas”, referiu.

Joaquim Guardão explicou que “a Câmara de Caminha e a junta estão a desenvolver todos os esforços para encontrar um novo local, mais longe das casas, para instalar um festival muito importante para a freguesia e que, este ano, terá a sua décima edição”.

“É uma mais-valia para Modelo e para Caminha. Não queremos que o festival saia do concelho. Acredito que da reunião da próxima terça-feira sairá fumo branco”, afirmou o autarca.

Joaquim Guardão especificou que as últimas nove edições do festival decorreram “na Rua da Costa, próximo do edifício da junta de freguesia, no espaço de um parque infantil, bem no centro de Moledo”.

O novo espaço em estudo “fica situado nas proximidades da antiga estrada velha”, como é localmente conhecida, “mais distante do centro de Moledo, mas igualmente bem localizado”.

A Lusa contactou o organizador do festival, Ricardo Rios, que se escusou a fazer comentários, remetendo uma posição sobre o assunto para um comunicado que irá emitir, sem, no entanto, especificar quando.

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Alto Minho

APPACDM de Ponte de Lima com exposição na Fundação Bienal de Cerveira

“Confrontos vividos por diversos autores”

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Foto: Facebook de APPACDM de Ponte de Lima

“Confrontos”, da autoria dos alunos da delegação de Ponte de Lima da Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) é uma das três exposições de pintura a inaugurar no sábado, em Cerveira, e que iniciam o plano de atividades da Fundação da Bienal de Arte de Cerveira (FBAC) para 2020.

Em causa, para além de “Confrontos”, estão as exposições “Ilha dos Imortais”, de Tereza Trigalhos, e “Global Make-Up Program”, de Zoran.

A exposição da APPACDM “debruça-se sobre os confrontos vividos por diversos autores, sejam individuais, únicos e irrepetíveis, onde as intenções rumam à construção de projetos de vida e nos transportam para novos mundos, recorrendo à pintura, à cerâmica e diversas técnicas mistas”.

“Em termos das artes plásticas destaco as obras de Tereza Trigalhos e Zoran, até pelos seus currículos, mas é também muito importante para a FBAC a mostra dos trabalhos dos alunos da APPACDM, por resultar do trabalho do nosso serviço educativo”, afirmou, esta sexta-feira, à Lusa o diretor artístico da fundação, Cabral Pinto.

As exposições “Ilha dos Imortais”, “Global Make-Up Program” e “Confrontos” vão ser inauguradas, no sábado, às 16:00, no Museu Bienal de Cerveira, com a presença dos artistas representados.

Para Tereza Trigalhos, citada num comunicado enviado à imprensa, o objetivo da sua mostra consiste em “perpetuar a liberdade através de um apelo a que os seres se tornem livres e que não fiquem agarrados àquilo que nos querem impor”.

Já a mostra de Zoran, segundo o diretor coordenador do MAC – Movimento Arte Contemporânea e Ensino, Álvaro Lobato de Faria, representa “um entendimento globalmente vivido e vivenciado por cada um de nós quotidianamente, em que cada indivíduo é, talvez, o seu único passivo, acrítico e impudico espetador”.

O plano de atividades da FBAC para 2020, adiantou Cabral Pinto, prevê ainda, na primavera, a exposição 220 Edições de Arte: Ação e Luz2, de Silvestre Pestana e, entre 10 de julho a 13 de setembro, a XXI Bienal de Vila Nova de Cerveira, com o tema “Diversidade – Investigação. O Complexo Espaço da Comunicação pela Arte”.

A mostra “Mulheres Artistas na coleção da FBAC”, que retratará “o acervo e a intervenção das mulheres na pintura e nas artes”, e a exposição “De outro Modo”, de três artistas do Porto (Sobral Centeno, Vasco Coutinho e Manuel Porfírio), completam a programação de 2020.

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Alto Minho

Mais dois quilómetros de ecovia com passadiços em Arcos de Valdevez

Investimento de 175 mil euros

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Passadiços do Vez. Foto: O MINHO

A Câmara de Arcos de Valdevez aprovou, na última reunião do executivo, o arranque do procedimento concursal relativo à “Expansão da Rede de Ecovias – Ecovia de Loureda/Cabreiro”, com preço base de 175 mil euros.

“Com o presente projeto pretende-se realizar os trabalhos de implantação de uma ecovia com uma extensão aproximada de cerca de dois mil metros, e que permita a alteração à ecovia existente, desde o Poço das Caldeiras a S. Sebastião, que se desenvolvia ao longo de estrada municipal», lê-se no comunicado enviado a O MINHO.

O trajeto proposto desenvolve-se “de forma contínua ao longo do rio, em pavimento natural e passadiços”, disse a O MINHO fonte da Câmara.

A ideia passa por tornar o percurso “mais agradável e seguro para quem o quiser realizar e irá, ao mesmo tempo, aumentar o potencial turístico da ecovia, a qual já é procurada por milhares de turistas”, sublinha a mesma fonte.

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