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Os números do Euromilhões

Sorte

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Foto: DR/Arquivo

É esta a chave do sorteio do Euromilhões desta terça-feira, 04 de junho: 9, 31, 32, 39, 41(números) e 2 e 8 (estrelas).

Em jogo para o primeiro prémio do Euromilhões desta terça-feira está um valor de 24 milhões de euros.

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Série de televisão sobre Portugal alcança 14 milhões de assinantes no Brasil

Terceira e última temporada

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Foto: Destino Portugal

O realizador luso-brasileiro Luís Plácido vai gravar os últimos dez programas de televisão sobre destinos turísticos em Portugal, encerrando a sua produção para um canal do Brasil com 14 milhões de assinantes, anunciou hoje o próprio.

“A série de televisão independente, que começou a ser veiculada para todo o Brasil em 2016, chega ao fim com a gravação da terceira e última temporada”, disse Luiz Plácido à agência Lusa.

Intitulada “Destino Portugal”, a série “mostra Portugal de um jeito mais descontraído e informal e vai ao ar para todo o território brasileiro através do canal Travel Box Brasil”, adiantou, ao fazer “um balanço bem positivo” das anteriores emissões. O realizador já gravou em lugares como Braga, Guimarães, Viana do Castelo, Barcelos e Gerês.

“O canal da empresa Box Brazil, transmitido pela internet e pelo sistema GVT da televisão brasileira, levou, a mais de 14 milhões de assinantes, Portugal, de norte a sul e de leste a oeste, sem esquecer as ilhas da Madeira e dos Açores”, referiu.

Quando terminar as gravações da última temporada, que deverão começar ainda neste fim de semana, se as condições atmosféricas permitirem, Luiz Plácido terá percorrido e filmado 132 localidades portuguesas, entre cidades, vilas e aldeias.

“As atrações são inúmeras: praias, festivais de verão, desportos radicais e de aventura, natureza, história, tradições e festejos típicos. É o melhor do país para todo o Brasil, o Portugal que nem os portugueses conhecem”, realçou o autor, natural de Santos, no Brasil, e com ligações familiares à Serra da Lousã e ao concelho de Celorico da Beira.

O canal Travel Box Brasil deve começar a emitir a nova série em janeiro de 2020, cabendo ao realizador entregar a nova produção até outubro.

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País

Portugal devia pedir desculpa aos ciganos, diz antropólogo

“Não adianta de nada haver um dia nacional do cigano”

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Foto: DR/Arquivo

O antropólogo e investigador José Pereira Bastos defendeu hoje que Portugal deveria pedir desculpa aos ciganos e resolver o problema da habitação, apontando que não adianta de nada haver um dia nacional do cigano.

A efeméride assinala-se esta segunda-feira, dia 24 de junho, mas José Pereira Bastos entendeu que “não adianta nem atrasa” para os cerca de 85% de portugueses com preconceitos contra os ciganos, “só piora”.

“Para as pessoas que não têm preconceito não melhora nada”, criticou o cofundador do Núcleo de Estudos Ciganos do Centro de Estudos de Migrações e Minorias Étnicas.

José Pereira Bastos considerou “tudo isso uma fraude” porque “nunca ninguém pegou, nem ninguém pega nesta questão”, sublinhando que em Portugal os ciganos “são aquilo que em psicanálise se chama o ‘mau objeto’”.

Recordou um estudo que fez em 1997 sobre as “Minorias Étnicas em Portugal”, cujo resultado “nunca lhe tinha passado pela cabeça” e veio mostrar que “não há qualquer comparação” entre o racismo de que é alvo a comunidade cigana e qualquer outra comunidade.

“Resulta de um racismo sistemático, estrutural, que vem desde que eles chegaram em 1500 cá e que nenhum governo republicano ou monárquico ou socialista ou liberal fez nada até hoje”, apontou.

O investigador não tem dúvidas em afirmar que “o único racismo português é dirigido ostensivamente e totalmente aos ciganos”.

Pela forma como os ciganos têm vindo a ser tratados em Portugal ao longo dos séculos, José Pereira Bastos defendeu que o país deveria “pedir desculpa aos ciganos, com a história dos ciganos na mão”.

“O que falta é pedir desculpa aos ciganos por razões históricas”, defendeu.

Por outro lado, entendeu que deve ser feita discriminação positiva em relação a esta comunidade, com políticas específicas para os ciganos, sublinhando que em Portugal há cerca de 100 mil ciganos, “dos quais imensos analfabetos, imensos pobres, imensos à chuva, a passar fome, a ser batidos pela polícia e a serem expulsos pelas populações”.

Na opinião do investigador e antropólogo, a área da habitação deveria ser a primeira a ser alvo dessas políticas de discriminação positiva, recordando uma visita a Bragança, onde viu “pessoas com menos de 10 graus a dormir em ruínas, em casas sem eletricidade, abraçados uns aos outros para se aquecerem, à fome, ao frio, à chuva”.

“E vi a mesma coisa em Mourão [distrito de Évora] e vi em várias partes do país. Vi com os chamados nómadas, no meio da lama, famílias trigeracionais, a avó, os filhos, os netos, descalços, na lama, a comerem espargos selvagens”, contou.

Relatou também o caso de uma outra família, cuja história foi testemunhada por um aluno do antropólogo, e foi obrigada a “fazer um périplo de 12 concelhos, desde Beja até às Caldas da Rainha” para depois voltar para trás porque era expulsa pela polícia em todos os locais por onde passava.

Pereira Bastos frisou que o “problema da habitação é gravíssimo”, sublinhando que o que não falta no país são casas vazias, principalmente em Lisboa.

“Assegurar condições humanas de habitação parece-me o ‘bê-a-bá’. Se não querem falar dos ciganos então façam uma lei que proíba a habitação para todas as pessoas que querem habitação e não a têm e não falem dos ciganos”, desafiou.

Relativamente à educação, apontou que é importante, para além de todas as medidas de promoção e incentivo à frequência escolar, que no fim da linha haja empregos para estas pessoas, sob pena de continuarem dependentes da venda ambulante.

Defendeu ainda a criação de uma fundação privada que trabalhe diretamente com o tecido empresarial para a contratação de pessoas ciganas pelas empresas nacionais, à semelhança do que acontece em Espanha como a Fundação Secretariado Gitano.

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Trabalhadores dos supermercados e armazéns do Continente estão hoje em greve

Junto às lojas do GaiaShoping, em Vila Nova de Gaia, e de Telheiras, em Lisboa

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Foto: O MINHO/Arquivo

Os trabalhadores dos hiper e supermercados e armazéns do Continente estão hoje em greve por melhores salários e condições de trabalho, bem como pelo encerramento dos estabelecimentos aos domingos e feriados.

A greve de 24 horas insere-se num conjunto de ações de luta dos trabalhadores das empresas de distribuição, que têm decorrido ao longo do mês e foram convocadas pelo Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP).

Os representantes dos trabalhadores em greve vão promover ações de denúncia durante a manhã de hoje, junto às lojas Continente do GaiaShoping, em Vila Nova de Gaia, e de Telheiras, em Lisboa.

Estes trabalhadores reivindicam a negociação do contrato colectivo, o respeito pelos direitos laborais e o encerramento dos estabalecimentos aos domingos e feriados.

Desde o dia 01 já estiveram envolvidos em ações de luta por melhores salários e condições de trabalho os trabalhadores do Pingo Doce, IKEA, Intermarché, C&A, Lidl, Dia e Jumbo.

Segundo o CESP, os trabalhadores do setor têm vindo a empobrecer pois, atualmente, os salários de topo de carreira estão 26 euros acima do salário mínimo, quando em 2010 estavam 140 euros acima da retribuição mínima.

O CESP e os trabalhadores da distribuição reivindicam a revisão do Contrato Coletivo de Trabalho e acusam a associação patronal do setor (APED) e as empresas suas filiadas de fazerem depender a negociação dos aumentos dos salários da aceitação do banco de horas pelos trabalhadores.

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