Seguir o O MINHO

País

Os números do Euromilhões

Sorte

em

Foto: DR

É esta a chave do sorteio do Euromilhões desta terça-feira, 02 de abril: 2, 9, 16, 26, 36 (números) e 6 e 7 (estrelas).

Em jogo para o primeiro prémio do Euromilhões desta terça-feira está um valor de 59 milhões de euros.

Anúncio

País

Amazon Web Services destaca o “ecossistema de inovação” existente em Portugal

Economia

em

Foto: Divulgação

O diretor-geral da Amazon Web Services (AWS) para o sul da região EMEA destacou, em declarações à Lusa, o “ecossistema de inovação” em Portugal e sublinhou o contributo da tecnológica na formação de talento.

Miguel Alava é o responsável da AWS para a região sul da Europa, Médio Oriente e África, onde se inclui o mercado português.

“Abrimos o escritório em Portugal há um ano, mas já tínhamos clientes”, referiu Miguel Alava, que adiantou que a tecnológica, que pertence ao grupo Amazon, não poderia estar “mais contente” com a sua presença no mercado português.

“Já tínhamos clientes em Portugal, apoiados remotamente, mas queríamos ter uma relação mais profunda”, daí a abertura do escritório, explicou.

“Acreditamos que a inovação permanente é obrigatória para todos, para todas as sociedades, empresas e para todos os países. Se pararmos de inovar perdemos o carrossel, não seremos mais relevantes”, apontou o diretor-geral da AWS.

Nessa perspetiva, destacou, Portugal tem dado cartas no que respeita a aposta na inovação.

“Tudo o que se está a passar em Portugal, com a Web Summit, com todas as coisas que acontecem no ecossistema de inovação, acho que a sociedade e o país entenderam o salto que pode acontecer em Portugal com este movimento”, prosseguiu.

Questionado sobre qual é a estratégia da AWS para o mercado português, Miguel Alava disse que não é diferente dos outros países onde a tecnológica, que desenvolve serviços de computação em nuvem (‘cloud’), está presente.

No entanto, destacou que a AWS quer dar o seu contributo no “enorme movimento por trás do ecossistema de inovação” em Portugal.

Isso passa pela formação de pessoas, disse, já que o talento é um dos recursos mais procurados no processo de digitalização.

“Estamos a formar em Portugal mais de 1.000 estudantes”, disse, adiantando que além disso têm o programa AWS Educate, que disponibiliza formação gratuita a estudantes através de instituições como a Fundação Champalimaud, por exemplo.

“Ajudamos o ecossistema de inovação com o nosso programa Activate”, dirigido a ‘startups’, permitindo que estas cresçam e desenvolvam o seu negócio, referiu Miguel Alava.

“Queremos estar perto destas empresas”, salientou, apontando ainda que a AWS também mantém uma relação próxima com os ‘venture capital’ (capital de risco).

A AWS não divulga dados detalhados sobre os mercados que opera, pelo que Miguel Alava não revelou quantos clientes tem no mercado português. Entre os clientes conhecidos estão a Outsystems e a Federação Portuguesa de Futebol.

A tecnológica abriu o escritório em Portugal em setembro de 2018.

A AWS realizou na terça-feira o seu primeiro grande evento em Portugal, que decorreu na Nova SBE, tendo Miguel Alava adiantado que a nível global a tecnológica registou um aumento de 37% da carteira de clientes no segundo trimestre deste ano.

Continuar a ler

País

Extrema-direita recebida no parlamento entre o silêncio e o ataque frontal

Partido Chega

em

Foto: Twitter

Os partidos com representação parlamentar receberam com um misto de ataque frontal e silêncio a entrada de uma força de extrema-direita no parlamento, o Chega.

A agência Lusa questionou diretamente nove dos partidos com assento parlamentar (PS, PSD, BE, PCP, CDS, PAN, CDS, PEV, Iniciativa Liberal e Livre) sobre se a entrada da extrema-direita na Assembleia da República, com o deputado André Ventura, do Chega, após as legislativas de 06 de outubro, é um desafio ou uma ameaça.

As respostas dos partidos, dadas maioritariamente pelos grupos parlamentares, têm um tom diferenciado, entre o silêncio do PCP, PSD e CDS e a crítica frontal do Bloco de Esquerda e do Livre.

Numa resposta por escrito à Lusa, o Bloco considerou o deputado do Chega, André Ventura, “uma fraude política”.

“Ainda há dois anos apoiava o governo de Passos Coelho e da ‘troika’ e os cortes de salários e pensões. É um político que, mudando de discurso como quem muda de camisa, alia ao discurso xenófobo da extrema-direita um programa de entrega de bens públicos – como a saúde ou a segurança social – aos grupos financeiros”, lê-se na resposta do BE.

O partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN), que passou de um para quatro deputados, considerou que “visões nacionalistas, xenófobas, racistas, sexistas, homofóbicas e transfóbicas colocam em causa os direitos, liberdades e garantias dos cidadãos e são atentatórias da dignidade da pessoa humana, pelo que todo e qualquer movimento extremista, independentemente do campo político de que provenha, não tem lugar num Estado de Direito democrático”.

“Recusamos substituir-nos ao Tribunal Constitucional, que valida a criação de novos partidos, e ao eleitorado, cuja vontade temos por soberana, mas estaremos vigilantes e seremos intransigentes na defesa do nosso sistema democrático se e quando o mesmo for beliscado”, concluiu.

Já o partido Iniciativa Liberal, que se estreou com um deputado, deu uma resposta em que se distancia de todas as “estratégias identitárias” e que usem “o ressentimento” de minorias contra maiorias e vice-versa.

“A Iniciativa Liberal distancia-se de todas as forças que usem estratégias identitárias para afirmação política, sejam os que usam o ressentimento de algumas minorias em relação à maioria como os que usam o ressentimento da maioria em relação a algumas minorias. A nossa política é de crescimento e não de ressentimento. Somos o partido que defende a mais pequena e mais importante minoria de todas: o indivíduo”, escreveu, na resposta escrita à Lusa, o líder da IL, Carlos Guimarães Pinto.

Logo na noite das legislativas, a deputada do Livre, Joacine Katar Moreira, afirmou que “não há lugar para extrema-direita no parlamento”, salientando que o seu partido será “a esquerda anti-fascista e anti-racista”.

Questionada pela Lusa, considerou, numa resposta por escrito à pergunta, que mais do que “um desafio ou ameaça” a entrada da extrema-direita no parlamento “é um alerta”.

“O voto em partidos que hoje representam aquilo que de pior se viveu na Europa e no Portugal do século XX, aliado ao crescimento da abstenção, é um sintoma das políticas que afastaram os cidadãos das instituições”, começou por responder.

“Portugal não estava imune à onda xenófoba a que assistíamos lá fora, faltava era o títere que representasse essa frustração, também consequente de anos de forte austeridade e desemprego. Esta política extremista que divide, exclui, e mata, deve ser combatida contundentemente por qualquer democrata e, em nosso ver, através de políticas progressistas, uma opinião pública esclarecida, e de uma reaproximação dos cidadãos à política”, concluiu.

Três partidos – PS, PSD e CDS – não responderam à questão colocada pela Lusa e o PCP optou por não responder.

Já o Partido Ecologista “Os Verdes” (PEV) também não respondeu, mas remeteu para um comunicado da comissão executiva divulgado na semana passada, em que mostrou “grande preocupação perante um crescimento alarmante da vertente populista de candidaturas e campanhas eleitorais e a sua valorização pelos ‘media’”.

Pelo PS, na noite das legislativas, o líder do PS, António Costa, recusou entendimentos com o Chega.

“Nós não contamos com o Chega para nada”, vincou Costa, numa resposta que foi aplaudida pelos apoiantes do partido, enquanto entoavam “fascismo nunca mais”.

Continuar a ler

País

De sábado para domingo muda a hora

Hora de Inverno

em

Foto: DR / Arquivo

Portugal atrasa os relógios na madrugada de sábado para domingo e entra, por cinco meses, na hora de inverno.

Os relógios atrasam 60 minutos. Às 02:00, no continente, passa a ser 01:00 em Portugal Continental.

A hora de inverno estende-se até 29 de março de 2020.

As mudanças de hora, descritas no portal do Observatório Astronómico de Lisboa, entidade que regula a hora legal portuguesa, estão definidas por legislação nacional e comunitária e acontecem no último domingo de outubro (hora de inverno) e no último domingo de março (hora de verão).

Continuar a ler

Populares