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Os números do Euromilhões

Sorte

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Foto: O MINHO / Arquivo

É esta a chave do sorteio do Euromilhões desta sexta-feira, 03 de julho: 4, 16, 27, 37 e 39 (números) e 3 e 6 (estrelas).


Em jogo para o primeiro prémio está um valor de 130 milhões de euros.

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Quase metade dos alojamentos turísticos encerrados ou sem hóspedes em junho

Segundo o INE

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Foto: DR / Arquivo

Quase metade (45,2%) dos estabelecimentos de alojamento turístico terão estado encerrados ou não registaram movimento de hóspedes em junho, de acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE).

“De acordo com os resultados de um questionário específico adicional que o INE promoveu durante os meses de junho e julho, 62,6% dos estabelecimentos de alojamento turístico respondentes (representando 78,6% da capacidade de oferta) assinalaram que a pandemia covid-19 motivou o cancelamento de reservas agendadas para os meses de junho a outubro de 2020, maioritariamente dos mercados nacional e espanhol”, salienta.

A maioria dos estabelecimentos que previam estar em atividade entre junho e outubro contavam registar “taxas de ocupação inferiores a 50% em cada um desses meses”.

De acordo com o INE, mais de metade (57%) dos estabelecimentos turísticos não prevê alterar os preços praticados face ao ano anterior, enquanto cerca de um terço (34,9%) admite vir a reduzir os preços, “encontrando-se maioritariamente localizados na Área Metropolitana de Lisboa e no Algarve (58,8% e 54,5% dos estabelecimentos, respetivamente)”.

O INE colocou aos estabelecimentos de alojamento turístico novas questões visando avaliar o impacto da atual pandemia covid-19 na sua atividade, nomeadamente quanto às reservas e cancelamentos no período de junho a outubro de 2020, por principais mercados, expetativas sobre qual a ocupação para estes meses, política de preços e quais as medidas adotadas com possível impacto na redução da capacidade oferecida pelos estabelecimentos, tendo obtido cerca de 3.900 respostas válidas.

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Dívida pública desceu em junho para 259,8 mil milhões face ao mês anterior

Segundo o Banco de Portugal

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Foto: DR / Arquivo

A dívida pública fixou-se em 259,8 mil milhões de euros em junho, menos 4,6 mil milhões de euros do que em maio e mais 8.317 milhões de euros face a junho de 2019, segundo o BdP.

De acordo com os dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal (BdP), para a redução da dívida pública, na ótica de Maastricht (a que conta para Bruxelas), face a maio “contribuíram essencialmente as amortizações de títulos [de dívida pública] no valor de 4,4 mil milhões de euros”.

Já os ativos em depósitos das administrações públicas desceram 8,2 mil milhões de euros, pelo que a dívida pública líquida de depósitos aumentou 3,6 mil milhões de euros em junho, em relação ao mês anterior, para 242,8 mil milhões de euros.

Comparando com o mesmo mês de 2019, a dívida pública aumentou 8.317 milhões de euros.

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Infarmed concluiu processos referentes a 49 medicamentos inovadores até julho

Segundo dados oficiais

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Foto: DR / Arquivo

O Infarmed concluiu nos primeiros sete meses do ano processos relativos a novas substâncias ativas ou novas indicações terapêuticas referentes a 49 medicamentos inovadores, segundo dados oficiais.

Segundo a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos em Saúde, da totalidade dos medicamentos avaliados, 36 tiveram aprovação para utilização e financiamento pelo Serviço Nacional de Saúde.

A Oncologia e a Neurologia foram as áreas terapêuticas com maior número de novos medicamentos aprovados.

No campo do financiamento da inovação, foram aprovados mais 70 medicamentos genéricos e biossimilares, com um tempo médio de conclusão de 17 dias (para os processos submetidos após 07 de setembro de 2017).

Segundo o Infarmed, os processos submetidos após 07 de setembro de 2017, data em que ocorreu uma alteração legislativa do Sistema Nacional de Avaliação de Tecnologias da Saúde (SiNATS), incluindo nos prazos de avaliação, tiveram um prazo de conclusão médio de 253 dias.

Contudo, o acesso a estas terapêuticas inovadoras durante o período de avaliação dos medicamentos é possível, nos casos legalmente previstos, através de autorizações excecionais (AUE). Os dados do Infarmed indicam que no primeiro trimestre de 2020 foram concedidas 420 autorizações de utilização excecionais.

No ano passado foram aprovados 74 medicamentos inovadores pelo Infarmed, que conseguiu reduzir em mais de 200 milhões de euros as condições propostas pelas farmacêuticas.

O ano de 2019 foi um dos que registou o maior número de aprovações de inovação terapêutica.

No conjunto, em 2017 e 2018, cerca de 110 fármacos inovadores tinham sido aprovados pelo Infarmed.

Em janeiro, no âmbito do 27.º aniversário do Infarmed, o presidente fez um balanço da atividade da Autoridade Nacional do Medicamento e destacou as mais de 1.600 inspeções a todo o circuito do medicamento realizadas no ano passado, um “número nunca antes atingido”.

Muitas dessas ações de inspeção foram dirigidas à garantia de acesso e de disponibilidade dos medicamentos, um problema que se foi agravando em Portugal e que levou até a mudar a legislação.

O número de aprovações de medicamentos novos bateu recordes dos últimos anos. Segundo dados oficias do Infarmed fornecidos à agência Lusa, em 2016 foram aprovados 51, em 2017 foram 60, baixou para 40 em 2018 e em 2019 atingiu os 74 novos fármacos.

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