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Orquestra Sinfónica do Porto retoma integral de Tchaikovski na Casa da Música

Porto

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Foto: Divulgação

A Orquestra Sinfónica do Porto volta à música de Piotr Ilitch Tchaikovski, prosseguindo a integral das sinfonias, com a Quarta, a 27 de setembro, e um programa de variações sobre o universo do compositor russo, de Mozart a Arensky.


Depois da digressão pelo país no programa “Orquestra no Património”, a Sinfónica regressa a ‘casa’ para dar continuidade à interpretação de Tchaikovski (1840-1893), desta vez sob a direção do maestro venezuelano Carlos Izcaray, diretor da Orquestra Sinfónica de Alabama e da Orquestra Jovem Norte-Americana.

Premiado no Festival de Música de Aspen (2007) e no Concurso Internacional de Direção Toscanini (2008), Izcaray tem dirigido orquestras e agrupamentos da América do Sul à Europa, não só em concerto como em óperas.

O trabalho com jovens talentos tem marcado a carreira do venezuelano, que começa também a afirmar-se como compositor, com obras como “Yellowhammer”, de 2018, ou “Strike Fugaz”, uma encomenda da Human Rights Watch.

Estreada em 1878, pela Sociedade Musical da Rússia, a Quarta Sinfonia de Tchaikovski, que por vezes tem “Destino” como subtítulo, foi inicialmente criticada mas acabou por se tornar numa das mais tocadas daqueles período, um pouco por todo o mundo.

A Casa da Música destaca-a como “um dos melhores exemplos da magistral arte da orquestração de Tchaikovski”, como uma obra que atravessa a ideia do destino, viajando entre “a melancolia do entardecer e a ilusão de paz interior, numa alegre festa popular”.

O programa “Variações sobre Tchaikovski” arranca pelas 21:00 de dia 27, na Sala Suggia, e abre com “Divertimento K.136”, uma das peças deste género mais reconhecidas, da autoria de Mozart.

Segue-se o também russo Anton Arensky, com a obra que dá título ao concerto, escrita um ano depois da morte de Tchaikovski, como forma de tributo, baseada na “Lenda: Cristo No Seu Jardim”, uma das 16 “Canções de Criança” do seu compatriota.

Antes da Quarta Sinfonia, é interpretada a peça “Fratres”, do estónio Arvo Pärt, escrita para cordas e percussão e cuja progressão sequencial foi usada em vários filmes, como “Haverá Sangue”, de Paul Thomas Anderson, “A Essência do Amor”, de Terrence Malick, e “O Clube”, de Pablo Larraín.

A Sinfónica volta à Quarta Sinfonia de Tchaikovski no domingo, dia 29, num concerto pelas 12:00 dedicado a famílias, apenas com a obra do compositor russo, e comentários de Rui Pereira, coordenador da Orquestra Sinfónica, programador e adjunto da direção da Casa da Música.

Tchaikovski constitui um dos mais destacados nomes do romantismo tardio, e várias das suas composições estão hoje entre as mais frequentemente tocadas por orquestras a nível mundial, ainda que não tenha sido inicialmente bem recebido pela crítica.

Ficou marcado por uma educação de cultura ocidental e pela tardia descoberta da tradição russa. Teve Mozart como compositor preferido e acabou por constituir uma referência de uma geração de músicos, também por ter sido o primeiro na Rússia a dedicar-se exclusivamente à composição.

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Polónia levanta restrições a passageiros vindos de Portugal

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

A Polónia levantou as restrições a passageiros de voos diretos de Portugal, indica hoje uma nota do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português.

“A Polónia retirou Portugal da lista dos países relativamente aos quais mantém restrições de voos diretos, juntando-se assim à Grécia, República Checa, Hungria, Malta, à Roménia, à Bélgica, aos Países Baixos, à Dinamarca e ao Chipre no levantamento total ou parcial de restrições à mobilidade de passageiros oriundos de Portugal”, lê-se no comunicado.

“Os factos corroboram o reconhecimento da transparência da informação fornecida pelo nosso país relativamente à evolução da situação epidemiológica, bem como da evidência da capacidade de resposta do nosso Serviço Nacional de Saúde, que em nenhum momento deixou de garantir acompanhamento às pessoas infetadas com Covid-19”, acrescenta-se na nota.

O Palácio das Necessidades defende ainda que representa o reconhecimento da “evolução positiva da situação epidemiológica em Portugal”, sobretudo na “capacidade para testar em larga escala, “detetar” os casos positivos, “controlar” a transmissão e “tratá-los da forma mais adequada”.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 743 mil mortos e infetou mais de 20,3 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.764 pessoas das 53.223 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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TAP reforça rede em outubro contando com 82 rotas e 666 voos semanais no plano

Economia

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Foto: DR / Arquivo

A TAP está a reforçar a sua rede de destinos e, em outubro, vai contar, no total, com 82 rotas e 666 voos semanais em plano, anunciou hoje a companhia aérea.

“A companhia portuguesa está a retomar progressivamente a sua operação. Para outubro, a rede da TAP estará mais reforçada, com um total de 82 rotas e 666 voos semanais em plano”, indicou, em comunicado, a transportadora.

A partir de outubro, Natal, Porto Alegre e Maceió, no Brasil, passam a estar disponíveis para viagens, com dois voos semanais.

Por sua vez, Chicago e São Francisco, nos Estados Unidos, voltam a estar ligadas a Lisboa e Boavista, em Cabo Verde, também regressa à rede da companhia aérea em outubro com um voo por semana.

“Este plano de retoma permite voltar a garantir a conectividade entre as Américas e a Europa, onde grande parte (86%) das cidades estarão conectadas dentro da rede TAP”, apontou.

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Beirute/Explosões: Estragos ultrapassam 12,7 mil milhões de euros

Líbano

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Foto: DR / Nicolas Tawk

O custo dos estragos provocados pelas devastadoras e mortíferas explosões do passado dia 04 em Beirute ultrapassam os 15.000 milhões de dólares (12.760 milhões de euros), indicou hoje o Presidente libanês, Michel Aoun.

“As estimativas preliminares para as perdas ultrapassam os 15 mil milhões de dólares”, referiu Aoun no final de uma conversa telefónica com o rei de Espanha, Filipe VI, segundo indica a conta da Presidência libanesa na rede social Twitter.

Além dos danos materiais, a explosão de 2.750 toneladas de nitrato de amónio armazenadas há seis anos no porto de Beirute arrasou vários bairros da capital e provocou 171 mortes e mais de 6.000 feridos, deixando ainda mais de 300.000 pessoas sem casa e várias dezenas de desaparecidos.

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