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Orquestra da Academia de Música de Basto dá concerto no centro cultural de Celorico de Basto

Aluno da Academia prepara-se para ingressar no Ensino Superior de Música

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Foto: DR

O Centro Cultural Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, em Celorico de Basto foi o local escolhido para apresentar mais um Concerto de Classes desta Instituição e um recital por José Francisco Silva, aluno da Academia que se prepara para ingressar no Ensino Superior.

Este espetáculo musical está agendado para hoje, às 15:30. O recital será a conclusão da frequência do Curso de Trombone.

Para a Academia de Música de Basto “é um orgulho” ver um dos seus alunos seguir música como objetivo de vida. “Estamos muito orgulhosos do Francisco, é um jovem muito dedicado que se entrega à música de corpo e alma” disse Carla Lopes, Diretora da Academia de Música de Basto.

Como habitualmente, a Academia de Música desenvolve um concerto de classes para mostrar ao público parte do trabalho desenvolvido ao longo do ano com os seus alunos, com a apresentação de múltiplas interpretações musicais.

Este ano letivo conta ainda com mais uma apresentação pública, o Musical “História de Alladino” no dia 06 de Julho pelas 21:00 horas no Auditório dos Bombeiros Voluntários de Celorico de Basto.

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Pedro construiu uma aldeia em miniatura em Celorico de Basto. Tem mais de 50 edifícios

Aldeia Miniatura de Agilde

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Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Pedro André Branco Lemos, 33 anos, começou a construir casinhas com pedras, barro e paus, aos 10, quando “chegava da escola”. Hoje, já construiu mais de 50 miniaturas de edifícios, entre os quais o Hospital de Fafe e o Mosteiro de São Gonçalo de Amarante, e prepara-se para construir uma réplica do edifício da Câmara Municipal de Celorico de Basto.

Mais de 50 edifícios em miniatura na encosta de Agilde. Foto: Fernando André Silva / O MINHO

O MINHO visitou a “aldeia miniatura” de Pedro Lemos, e os créditos não ficam em mãos alheias. Na encosta de uma das serras que ladeia Agilde, pequena freguesia do concelho de Celorico de Basto, o jovem construtor tem uma verdadeira aldeia, com igrejas, casas senhoriais, prédios e tudo o mais que pode “caber” no projeto de vida deste celoricense.

Pedro Lemos. Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Pedro explica que começou em criança, como passatempo, mas tornou-se num caso sério ao longo dos últimos anos, tendo já direito a sinalética identificativa ao longo dos caminhos rurais de Agilde.

“O presidente da junta colocou algumas placas a indicar e mandou alcatroar o acesso à aldeia, mas ainda falta um bocado”, conta.

Aldeia é “circulável” a pé. Foto: Fernando André Silva / O MINHO

A aldeia já é notícia desde, pelo menos, 2009, quando a TVI fez uma reportagem com o talentoso empreiteiro. Desde então, tem recebido visitas “quase todas as semanas”, sobretudo no verão. “Já cá vieram franceses, que vêm com os emigrantes, mas portugueses vêm de todo o país, até do Algarve”, assegura.

Mosteiro de São Gonçalo. Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Pedro confessa que, para além do material oferecido pela junta para a construção de novos edifícios, nunca recebeu ajuda de ninguém, nem sequer da Câmara.

“Não dão apoio, mas pode ser que mude”.

Também não cobra entrada, apesar de se tratar de uma obra que “enche as vistas”, perdida algures pelas serras de Basto.

Hospital de Fafe. Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Sem saber muito bem para onde levar o projeto, o próximo passo, explica, será “alcatroar” a restante estrada de acesso à sua pequena aldeia, que fica, literalmente, em zona de mato, impossível de chegar de automóvel.

“Sim, algumas pessoas com mais idosas não conseguem vir cá, mas depois de abrirem a estrada, já vai ser mais fácil”, reitera.

Aldeia em miniatura fica numa das encostas das serras de Agilde. Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Na despedida, Pedro, que vai sobrevivendo a “limpar quintais” e a fazer algum trabalho agrícola, garante que não vai deixar morrer o projeto, mesmo que lhe consuma a maior parte do tempo que lhe sobra da “biscatada”.

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‘Elevador’ acelera startups em Famalicão

2.ª edição

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Foto: Divulgação

A Câmara Municipal de Famalicão, através do Famalicão Made IN, agência de promoção económica, e em parceria com a TecMinho, está a desenvolver uma nova iniciativa para potenciar o crescimento de novas empresas, informou hoje fonte local.

Numa nota enviada a O MINHO, é explicado que o Elevador é um programa de aceleração de startups e, até março de 2020, está a apoiar 16 novas empresas com potencial de crescimento e de internacionalização a adquirirem competências empresariais através de sete workshops e de coaching individualizado de oito horas por startup.

Sete consultores, entre os quais António Paraíso, Alexandre Mendes e Carlos Cardoso, são conselheiros e agentes facilitadores dos empreendedores nos workshops a ministrar e que explanam temas como criatividade e inovação, estratégia e modelo de negócio, marketing digital, finanças, vendas e internacionalização.

Já as sessões de coaching individualizado serão asseguradas por mentores, na sua maioria empresários, que emprestarão o seu know-how e a sua experiência aos empreendedores.

Esta é a segunda edição do Elevador e reúne a Geração Made IN, pequenas empresas que contam com o contributo conhecedor do Famalicão Made IN, materializado através da oferta de um conjunto alargado de serviços que vão desde o desenvolvimento da ideia de negócio, o apoio na elaboração de candidaturas a financiamento e consultoria, até ao acompanhamento da gestão operacional do negócio.

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Famalicão

Cooperativa cultural de Famalicão recebe 362 mil euros da DGArtes

Investimento nas artes

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Foto: DR / Arquivo

O Teatro da Didascália, em Joane, Famalicão, é uma das trinta e três entidades culturais que receberão apoio financeiro da Direção-Geral das Artes (DGArtes) para programação, tendo sido excluídas 25 consideradas elegíveis, no âmbito do Programa de Apoio Sustentado às Artes 2020-2021, foi hoje anunciado.

De acordo com a lista de resultados definitivos divulgada hoje, o júri tinha considerado elegíveis 58 entidades, no entanto apenas 33 irão receber apoio, num total de 5,8 milhões de euros, em dois anos.

Das 33 entidades culturais que receberão apoio, a repartir por dois anos, 12 são da região Norte, 10 do Centro, seis da Área Metropolitana de Lisboa, duas do Alentejo, outras tantas do Algarve e uma da Região Autónoma da Madeira.

O Teatro da Didascália é a entidade à qual foi atribuído o valor mais elevado, cerca de 362.500 euros.

Entre as entidades com maior financiamento obtido estão também Encontros de Fotografia, de Coimbra (cerca de 360 mil euros ), o Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica (FITEI), do Porto (cerca de 340 mil euros), e a Associação Internacional de Música da Costa do Estoril, em Cascais (cerca de 305 mil euros).

Todas as outras entidades recebem valores abaixo dos 300 mil euros.

Segundo a tabela de resultados, entre as 25 entidades sem apoio estão a Fundação Cupertino de Miranda (Porto), a Artemrede – Teatros Associados (Santarém), a APORFEST – Associação Portuguesa de Festivais de Música (Lisboa), a Associação Cultural Maré de Agosto (ilha de Santa Maria, Açores) e a Fundação Conservatório Regional de Gaia (Vila Nova de Gaia).

Estes são os primeiros resultados definitivos divulgados pela DGArtes do Programa de Apoio Sustentado Bienal (2020-2021) que contempla, com 17,5 milhões de euros, as áreas da criação e da programação.

Na área da criação – cujos resultados definitivos ainda não foram revelados na totalidade -, são apoiadas entidades culturais nas áreas da artes visuais, dança, música, teatro, cruzamento disciplinar e circo contemporâneo e artes de rua.

Os resultados provisórios dos concursos sustentados bienais 2020-2021 foram conhecidos no passado dia 11 de outubro, tendo gerado forte contestação por parte dos artistas, ao deixarem de fora 94 das 196 candidaturas apresentadas, com a agravante de 75 das excluídas terem sido consideradas elegíveis pelo júri.

Das 177 candidaturas elegíveis, apenas 102 garantiram financiamento, de acordo com os primeiros resultados.

O período de contestação (fase de audiência de interessados) terminou no passado dia 25 de outubro.

Na altura, a Plataforma Cultura em Luta anunciou que voltará aos protestos de rua quando o Governo apresentar o Orçamento do Estado para 2020, para exigir mais financiamento para o setor, e um novo sistema de apoio às artes.

Uma semana antes, cerca de 30 artistas entregaram ao primeiro-ministro, António Costa, cartas de contestação dos resultados provisórios dos concursos de apoio às artes.

A exiguidade do financiamento foi reconhecida por júris, que inscreveram em ata, pela primeira vez, de forma unânime, a falta de dinheiro para os concursos.

A própria DGArtes já defendeu a necessidade de melhorar e corrigir o atual modelo de apoio e a ministra da Cultura, Graça Fonseca, admitiu a necessidade de uma “revisão crítica” do modelo.

Na sexta-feira passada, o Bloco de Esquerda requereu, “com caráter de urgência”, a audição da ministra para que esta preste esclarecimentos sobre os concursos.

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