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Arcos de Valdevez

Organizador de caminhadas em Arcos de Valdevez acusado de fraude

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Foto: DR/Arquivo

Um organizador de caminhadas na ecovia de Sistela, Arcos de Valdevez, está a ser acusado de fraude.

Cerca de 200 pessoas de diversos pontos do país alegam ter feito o pagamento de 10 euros, mas dizem que a caminhada não tinha qualquer tipo de estrutura ou apoio.

“A organização não existia, não estava presente. Se tivesse acontecido alguma coisa, não teríamos qualquer apoio. Costumo frequentar esse tipo de caminhadas, e nunca aconteceu nada do género” disse Marisa Pereira, uma das lesadas, ao “Porto Canal”.

A caminhada foi organizada por Rui Mendes, gestor da página na rede social Facebook que divulga os eventos. Ao “JN”, o acusado disse que está com a consciência tranquila.

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Alto Minho

Arcos de Valdevez paga testes no privado e fala em “escassez” de rastreio e “demora” nos resultados

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

A Câmara de Arcos de Valdevez informou hoje estar a pagar e que irá continuar a pagar testes, em laboratório privado, a idosos residentes em lares, devido à “escassez” daquele rastreio e à “demora” nos resultados pelas autoridades de saúde.

Em comunicado, o município adiantou que “esta semana já foram realizados mais de 100 testes em duas instituições do concelho, o lar do centro paroquial e social de Grade e o da Santa Casa da Misericórdia”.

“Com este reforço de apoio por parte da Câmara foi possível testar os utentes das referidas unidades, de uma só vez e ao mesmo tempo, podendo assim aumentar a eficácia e fiabilidade dos testes e permitir uma atuação mais célere e concertada nas ações de isolamento e quarentena”, sustenta a nota da autarquia presidida pelo social-democrata João Manuel Esteves.

Na semana passada, à Lusa, o presidente da Câmara de Arcos de Valdevez exigiu a realização de testes a todos os utentes e funcionários de lares no distrito de Viana do Castelo para evitar a propagação generalizada nas instituições.

“Apelamos ao Governo para que o rastreio que está a ser feito no Sul do país seja rapidamente implementado no Norte. É aqui que há um maior número de casos confirmados de covid-19, é aqui que está situado o maior número de lares, de utentes e de funcionários. Estamos a falar num universo de milhares de pessoas”, afirmou.

O autarca social-democrata disse que a realização de testes à covid-19 é “urgente” para evitar “um foco muito complicado que poderá tomar grandes dimensões”.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,4 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 82 mil.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 380 mortes, mais 35 do que na véspera (+10,1%), e 13.141 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 699 em relação a terça-feira (+5,6%).

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até ao final do dia 17 de abril, depois do prolongamento aprovado na quinta-feira na Assembleia da República.

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Alto Minho

Arcos de Valdevez quer ter Estratégia Local de Habitação até junho

Habitação

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Foto: visitarportugal.pt / DR

O presidente da Câmara de Arcos de Valdevez espera ter concluída até junho a Estratégia Local de Habitação, que permitirá ao município concorrer a fundos do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) para colmatar as necessidades.

“Gostaríamos muito que esta estratégia fosse aprovada antes do final do primeiro semestre para podermos concorrer aos fundos que o IHRU tem disponíveis, para podermos implementar as necessidades que forem assinaladas na Estratégia Local de Habitação (ELH). Vamos ver se conseguimos operacionalizar esse objetivo, face às circunstâncias da pandemia de covid-19 que estamos a viver”, afirmou hoje à Lusa João Manuel Esteves.

No âmbito da elaboração ELH, o município lançou um inquérito à população para apoiar a elaboração do diagnóstico e levantamento de necessidades de habitação de agregados residentes no concelho.

“Já fizemos um levantamento do que existe, das necessidades, dos estrangulamentos. Também fizemos um inquérito dirigido às fábricas, instituições, juntas de freguesia, à Agenda Local de Ação Social e agora consideramos que seria importante fazer um inquérito através da Internet à população”, explicou João Manuel Esteves.

O autarca social-democrata adiantou que o objetivo é que a “população possa dar o seu o seu contributo, sugerindo soluções, relatando o seu próprio caso, entre outras propostas”.

“A ideia é definir uma intervenção ao nível da habitação social, da reabilitação ou da construção de novas casas a custos controlados”, especificou.

João Manuel Esteves quer “fechar” uma ELH de Arcos de Valdevez “a tempo” de “concorrer a financiamentos por parte do IHRU, para construir ou para apoiar as necessidades de habitação de Arcos de Valdevez”.

“Essas necessidades podem ser de habitação para famílias carenciadas ou não, habitação para arrendamento, sobretudo a pensar nos jovens, construção a custos controlados e apoio aos que pretendam construir ou reconstruir a sua própria casa através de incentivos fiscais”, sustentou.

No inquérito agora lançado à população “qualquer pessoa poderá preencher as questões colocadas, dando contributos ou sugestões para a estratégia, identificar a sua situação de habitação ou as situações de agregados familiares que residem em fracas condições de habitabilidade”.

A consulta ‘online’ está disponível na página oficial do município na Internet.

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Alto Minho

Misericórdia de Arcos de Valdevez faz testes no privado após primeira infeção em lar

Covid-19

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Foto: Santa Casa da Misericórdia de Arcos de Valdevez

O provedor da Misericórdia de Arcos de Valdevez disse hoje ter recorrido a um laboratório privado para testar todos os utentes e funcionários numa das valências da instituição, por falta daqueles exames e após o primeiro caso de covid-19.

“Fizemos testes aos 39 utentes e aos 30 funcionários do Lar Vilagerações através de um laboratório privado, porque não tivemos outro remédio. E é apenas uma das valências da Santa Casa de Arcos de Valdevez”, afirmou Francisco Araújo.

O provedor, ex-presidente da Câmara de Arcos de Valdevez, disse ser do “conhecimento público a falta de testes e da uma incapacidade em responder a essa necessidade”.

“Os números dizem que a região Norte está a ser mais abalada com a situação de pessoas infetadas. No caso concreto no distrito de Viana do Castelo há uma incapacidade em satisfazer as necessidades e, nesse sentido, creio que a tutela tem de olhar para estas zonas com mais atenção, com uma particularidade específica”, defendeu.

“Sei que as necessidades são muitas por todo o país, mas aqui, efetivamente, este é um problema grave”, reforçou o provedor.

A Santa Casa da Misericórdia de Arcos de Valdevez confirmou, na segunda-feira, o primeiro caso de infeção pelo novo coronavírus num dos utentes do Lar Vilagerações, “internado no Hospital de Viana do Castelo, que realizou teste ao Covid-19 e teve resultado positivo”.

Além do lar Vilagerações, a Misericórdia de Arcos de Valdevez dispõe de várias valências de apoio à terceira idade, “ainda sem casos de infeção”.

“Ainda tenho outro lar com 75 utentes e uma unidade de cuidados continuados com 92 utentes onde não há nenhum caso registado, mas a verdade é que temos uma estrutura com uma dimensão, quer ao nível de utentes quer de funcionários, elevada. Exige-se que seja feita uma priorização, fazendo os testes de forma adequada e monitorizada, por forma a que haja um controlo efetivo da situação”, referiu.

Segundo Francisco Araújo, os resultados dos testes realizados aos utentes e funcionários do lar Vilagerações “devem ser conhecidos na quarta, ou na quinta-feira”.

“Com base nos resultados serão tomadas as decisões, em conjunto com os médicos da instituição e da Saúde Pública, que forem consideradas adequadas”, frisou.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,3 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 75 mil. Dos casos de infeção, cerca de 290 mil são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 345 mortes, mais 34 do que na véspera (+10,9%), e 12.442 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 712 em relação a segunda-feira (+6%).

Dos infetados, 1.180 estão internados, 271 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 184 doentes que já recuperaram.

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