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Desporto

Óquei de Barcelos vence na Suíça e está nos oitavos da Taça da Europa

Taça da Europa

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Foto: Facebook de Óquei de Barcelos

O Óquei Clube de Barcelos apurou-se, este sábado, na Suíça, para os oitavos de final da Taça da Europa, após vitória (1-4) frente ao HCR Genéve.


Os barcelenses entraram a perder no jogo, logo nos primeiros minutos, mas deram a volta ao marcador, confirmando o triunfo alcançado na primeira mão (8-1), há duas semanas, em Barcelos.

Alvarinho, Mena (2x) e Luís Querido apontaram os golos dos barcelenses.

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Futebol

Moreirense já não perde há cinco jogos

31.ª jornada

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Foto: DR / Arquivo

O Moreirense venceu hoje na visita ao ‘aflito’ Belenenses SAD, por 1-0, no encerramento da 31.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, com equipa lisboeta a desperdiçar uma grande penalidade em período de descontos.

A equipa de Moreira de Cónegos, que não perdeu nos últimos cinco jogos, marcou o único golo da partida, disputada na Cidade do Futebol, em Oeiras, aos 50 minutos, por intermédio de Nuno Santos, com Nuno Coelho a desperdiçar uma grande penalidade aos 90+9.

Com esta vitória, o Moreirense está em oitavo lugar, com 42 pontos, em situação tranquila na tabela classificativa, enquanto o Belenenses SAD, que não vence há seis jogos (quatro derrotas e dois empates), está em 14.º, com 31 pontos, mais quatro que o Portimonense, primeira equipa em zona de despromoção.

Ficha de Jogo

Jogo realizado na Cidade do Futebol, em Oeiras.

Belenenses SAD – Moreirense, 0-1.

Ao intervalo: 0-0.

Marcadores:

0-1, Nuno Santos, 50.

Equipas:

– Belenenses SAD: Koffi, Cafú Phete, Nuno Coelho, Rúben Lima, Tiago Esgaio (Diogo Calila, 64), Nuno Pina (Gonçalo Agrelos, 78), Show, Nilton Varela, Licá (Edi Semedo, 49), Marco Matias (Keita, 64) e Cassierra (Robinho, 78).

(Suplentes: André Moreira, Diogo Calila, Ricardo Ferreira, Danny Henriques, Sphephelo Sithole, Robinho, Gonçalo Agrelos, Edi Semedo e Keita).

Treinador: Petit.

– Moreirense: Mateus Pasinato, D’Alberto, Rosic, Sori Mané, Djavan (João Aurélio, 87), Nuno Santos (Fábio Pacheco, 74), Alex Soares (Ibrahima Camará, 87), Filipe Soares, Pedro Nuno (Bilel, 71), Luther Singh (Gabrielzinho, 71) e Fábio Abreu.

(Suplentes: Pedro Trigueira, João Aurélio, Fábio Pacheco, Ibrahima Camará, Luís Machado, Gabrielzinho, Bilel e Nenê).

Treinador: Ricardo Soares.

Árbitro: Luís Godinho (AF Évora).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Tiago Esgaio (32), Nuno Pina (61), Fábio Abreu (81), Show (89), Mateus Pasinato (90+3) e Gonçalo Agrelos (90+10).

Assistência: Jogo realizado à porta fechada devido à pandemia de covid-19.

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Futebol

Liga e Federação repudiam “ataque cobarde” ao autocarro do Braga em Guimarães

Na A7

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Foto: DR / Arquivo

A Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) repudiou hoje de “forma veemente”, o “ataque cobarde” ao autocarro do SC Braga, após o jogo de sexta-feira, em Paços de Ferreira, da 31.ª jornada da I Liga de futebol.

“Este ataque ao autocarro bracarense é mais um inaceitável episódio de violência, perpetrado por um conjunto de criminosos sem rosto que mancham e envergonham todos aqueles que verdadeiramente amam este desporto”, refere o organismo em comunicado.

A comitiva do SC Braga foi apedrejada na autoestrada A7, já próximo da saída para Guimarães sul, apesar da escolta de batedores da GNR, após o jogo de sexta-feira, em Paços de Ferreira, que os ‘arsenalistas’ venceram por 5-1.

“É fundamental que as entidades competentes possam, o mais rapidamente possível, identificar e punir exemplarmente os responsáveis por este ato bárbaro”, refere a LPFP, deixando uma palavra de forte solidariedade para com jogadores, ‘staff’ e dirigentes do Sporting de Braga.

Já o presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Fernando Gomes, apelidou de  “vil e chocante ataque”.

“Uma equipa de futebol, os seus jogadores, treinadores, dirigentes e todos os restantes elementos de apoio, voltou a sofrer um cobarde ataque que felizmente não causou feridos graves. Desta vez, foi o Sporting Clube de Braga que viveu um pesadelo que poderia ter-se transformado numa tragédia”, refere Fernando Gomes, num comunicado no sítio da FPF.

“Acredito que as autoridades irão encontrar os responsáveis por este ato bárbaro, mas insisto que o Estado deve atuar de forma enérgica e implacável”, refere Fernando Gomes, afirmando sentir uma “enorme revolta e tristeza” face aos acontecimentos registados.

O clube minhoto publicou uma nota no seu sítio em que refere que a comitiva “foi surpreendida com o arremesso de pedras de grandes dimensões, atiradas a partir da berma e que, por mera felicidade, não resultaram em ferimentos (…) que poderiam revestir-se de enorme gravidade”.

“O futebol não pode ser um veículo de ódios tão primários, mas cabe às forças da autoridade a tomada de ações imediatas, evitando a todo o custo que chegue o dia em que lamentemos consequências mais dramáticas”, avisa o clube ‘arsenalista’, adiantando já ter apresentado queixa policial.

“Não podemos aceitar atos desta natureza e, como presidente da FPF, tudo farei para expulsar criminosos do futebol. Mas este combate tem de ser de todos”, refere ainda Fernando Gomes, manifestando a sua “profunda solidariedade a todos os elementos do clube”.

O clube minhoto publicou uma nota no seu sítio em que refere que a comitiva “foi surpreendida com o arremesso de pedras de grandes dimensões, atiradas a partir da berma e que, por mera felicidade, não resultaram em ferimentos (…) que poderiam revestir-se de enorme gravidade”.

“O futebol não pode ser um veículo de ódios tão primários, mas cabe às forças da autoridade a tomada de ações imediatas, evitando a todo o custo que chegue o dia em que lamentemos consequências mais dramáticas”, avisa o clube ‘arsenalista’, adiantando já ter apresentado queixa policial.

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Desporto

Preparação da delegação olímpica brasileira em Portugal vale 2,5 milhões

Revela o presidente do Comité Olímpico de Portugal (COP), José Manuel Constantino

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Foto: DR / Arquivo

A passagem da delegação olímpica brasileira por Portugal para preparar os Jogos Olímpicos de Tóquio2020 representa um impacto de 2,5 milhões de euros no país, revela o presidente do Comité Olímpico de Portugal (COP), José Manuel Constantino.

Em declarações à agência Lusa, o líder do COP sustenta que a preparação dos atletas brasileiros em solo português “tem uma vantagem naturalmente desportiva, mas tem, sobretudo, uma enorme importância no plano diplomático e no plano económico”, sendo que esta situação não será caso único no futuro próximo.

“Agora, junte-se à delegação brasileira a delegação da Colômbia e um conjunto de outras equipas e outros atletas, que, tradicionalmente, procuram Portugal para preparar as suas temporadas desportivas. Incluem-se aqui seleções, campeões do mundo e campeões olímpicos. Creio que isto tem vantagens para Portugal e aquilo que eu espero é que não se criem dificuldades”, frisou.

José Manuel Constantino apela também a que sejam sinalizadas as condições de segurança exigíveis às delegações desportivas de outros países e lembra que o COP apenas pode ajudar a potenciar mais situações como a vinda da delegação brasileira, mas que a sua esfera de atuação é limitada.

“Não cabe ao COP fazer o trabalho que a nossa diplomacia tem de fazer, que o nosso governo tem de fazer na área da administração interna e que o nosso turismo tem de fazer do ponto de vista da promoção. A nossa missão é ajudar, colaborar, sugerir, agilizar contactos, mas não somos um organismo do Estado”, nota.

Confrontado com a recente exclusão de Portugal por parte de vários países das listas de corredores turísticos seguros, como foi o caso do Reino Unido, o responsável pelo movimento olímpico nacional pede para que o poder político não caia numa lógica de retaliação, pelos efeitos negativos que uma postura dessas poderia trazer nas mais diversas áreas.

“A nós colocam-nos problemas, eu espero é que Portugal não reproduza junto dos outros os problemas que nos colocam. Não se pede nenhuma exceção para estes atletas, pede-se apenas que possam entrar e que entrem cumprindo as regras exigíveis”, explica, acrescentando: “Se se sabe que os melhores vêm a Portugal para estagiar, a tendência natural é a reprodução dessa iniciativa e Portugal só tem a aproveitar essa circunstância.”

Os primeiros representantes da comitiva brasileira a chegar são as chefias, segundo o presidente do COP, devendo aterrar em Portugal na segunda-feira. Depois, seguir-se-ão as equipas de judo, natação, vela, entre outras, com o total de elementos oriundos do Brasil a poder aproximar-se dos 400, incluindo também médicos, fisioterapeutas e ‘staff’ de apoio.

“Enviei uma carta ao governo, enviei uma carta aos embaixadores do Brasil e da Colômbia sinalizando este interesse, mas o COP não pode fazer muito mais do que isto. O COP não tem instrumentos de intervenção pública, estamos aqui a dar uma ajuda. Cabe ao governo português entender se esta ajuda é útil ou se não tem interesse nenhum”, conclui.

Os Jogos Olímpicos de Tóquio2020 foram adiados para 2021 devido à pandemia covid-19.

A pandemia já provocou mais de 556 mil mortos e infetou mais de 12,36 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.646 pessoas das 45.679 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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