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Oposição na Câmara de Braga teme pelo “completo definhamento” da Feira do Livro

Braga

Oposição na Câmara de Braga teme pelo “completo definhamento” da Feira do Livro

A oposição na Câmara de Braga criticou a “linha de rumo” da Feira do Livro da cidade, com a CDU a vaticinar mesmo que poderá conduzir ao “completo definhamento” do certame.

Na resposta, o líder do executivo, Ricardo Rio, eleito pela coligação PSD/CDS/PPM, disse que não pode alinhar naquela “visão pessimista”, adiantando ter “ecos muito positivos” por parte dos livreiros.

O vereador da CDU, Carlos Almeida, disse os livreiros se queixaram de que a organização do espaço “deixa muito a desejar”, com a feira a funcionar “numa área muito reduzida e muito concentrada”.

Os livreiros ter-se-ão ainda queixado de um “espaço muito morto, sem qualquer dinâmica”.

O preço a pagar por cada stand (400 euros), o cancelamento de alguns eventos “sem razão aparente”, eventos com “três ou quatro pessoas” a assistir e a coincidência temporal com a feira do livro de Barcelos foram outras das críticas.

Uma coincidência que, para Carlos Almeida, é a prova de que o Quadrilátero Urbano, entidade que agrega os municípios de Braga, Barcelos, Guimarães e Famalicão, “não funciona”.

“Esta linha de rumo pode levar ao completo definhamento da feira do livro de Braga”, referiu Carlos Almeida, defendendo que a organização do certame deve ser assumida pela câmara.

Atualmente, a feira é organizada pela InvestBraga, uma entidade que a CDU considera não estar “minimamente vocacionada” para aqueles eventos, por estar “centrada numa lógica de atividade económica”.

De igual forma, o vereador do PS Hugo Pires também deu conta do “desconforto” dos livreiros com a “falta de animação” na feira e com a “distribuição dos lugares”.

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