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Braga

Operação Éter: Vereador da Câmara de Vieira do Minho constituído arguido

Corrupção

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Foto: CM Vieira do Minho

O vereador da Câmara de Vieira do Minho Afonso Barroso foi constituído arguido no âmbito da Operação Éter, por causa da instalação de uma loja interativa de turismo no concelho, disse hoje à Lusa o presidente do município.

António Cardoso acrescentou que o vereador e a câmara (PSD/CDS) estão “perfeitamente tranquilos” em relação ao processo.

“Foi tudo feito de acordo com as regras da contratação pública”, referiu, sublinhando que essa mesma garantia lhe foi dada por Afonso Barroso, o vereador que “conduziu todo o processo” conducente à instalação da loja interativa.

Instalada no edifício do Posto de Turismo, a loja de Vieira do Minho foi inaugurada em julho de 2015.

“É uma loja fundamental para a promoção turística do concelho”, acrescentou o presidente da câmara.

Afonso Barroso detém os peloutros de Gestão Económica e Financeira, Gestão e Modernização Administrativa, Recursos Humanos, Desenvolvimento Económico, Transportes e Parque de Viaturas.

A investigação sobre a instalação de lojas interativas de turismo (LIT) insere-se no âmbito da Operação Éter, mas o Ministério Público (MP) decidiu abrir um inquérito autónomo exclusivamente sobre aquela matéria.

Em causa a alegada “imposição”, por parte do Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP), das empresas responsáveis pela instalação das lojas.

No dia 25 de outubro, o MP deduziu acusação contra 29 arguidos (21 pessoas individuais e oito entidades coletivas), incluindo o ex-presidente da TPNP, Melchior Moreira, que se encontra em prisão preventiva desde 18 de outubro de 2018.

No despacho de acusação, o MP diz que, quanto ao núcleo de factos em investigação, relacionado com a criação e instalação do projeto de Rede de Lojas Interativas, as diligências de investigação “ainda não estão concluídas, sendo necessário proceder à recolha de mais elementos de prova, quer documental, quer testemunhal, bem como constituir alguns agentes arguidos”.

“Assim, considerando que a recolha de prova se prevê morosa, o que não é compatível com o caráter urgente dos presentes autos que têm um arguido detido à sua ordem, determino a separação de processos em relação a estes factos”, refere o documento.

Em causa estão todos os factos relacionados com a criação das LIT dos municípios, das LIT da TPNP, designadamente a LIT móvel e demais factos com eles conexos.

Melchior Moreira foi detido a 18 de outubro de 2018 pela Polícia Judiciária e fez dia 25 um ano que aguarda julgamento em prisão preventiva no âmbito da Operação Éter, uma investigação sobre uma alegada viciação de procedimentos de contratação pública.

Além de Melchior Moreira, foram nessa data detidos pela PJ a diretora operacional do Turismo do Porto e Norte de Portugal, uma jurista daquela entidade, a administradora da W Global Communication e o representante da firma Tomi World, esta responsável pela instalação de Lojas Interativas em pelo menos 40 municípios.

O ex-presidente da TPNP está acusado de mais dezenas de crimes de participação económica em negócio, de peculato de uso, de peculato, nove de abuso de poder, de corrupção passiva, de falsificação de documento e de recebimento indevido de vantagem).

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Braga

Bananeiro em Braga à espera de milhares na véspera de Natal

Bananas e Moscatel

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Foto: Divulgação

Aproxima-se o Natal e, com ele, uma das tradições mais afamadas da cidade de Braga, comer uma banana e beber moscatel na Casa das Bananas, mais conhecida como Bananeiro.

Nos dias que antecedem o Natal, com especial incidência para a tarde/início de noite da consoada (dia 24), os bracarenes (e não só) acorrem à rua do Souto para fazer cumprir a tradição.

A adesão costuma ser tanta que cria-se uma verdadeira multidão, com largos milhares de pessoas, de copo (de plástico) numa mão e uma banana amadurecida na outra.

A verdadeira história do Bananeiro de Braga. E de Viana

Manuel Jorge, o atual proprietário, não deixou morrer o hábito que já vinha do pai, Manuel Rio, fundador do atual bananeiro, criando, nos últimos anos, uma verdadeira tradição.

 

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Braga

Vladislav Delay e Mão Morta “Redux” entre destaques do gnration, em Braga, até março

Espetáculos

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Foto: Divulgação / Arquivo

A programação do primeiro trimestre de 2020 no espaço gnration, em Braga, vai contar com nomes como Vladislav Delay, Jana Winderen e Peter Burr, para além de um cine-concerto dos Mão Morta, em formato “Redux”.

Em comunicado hoje divulgado, o gnration anunciou que 2020 começa com a “prata da casa”, que se traduz na atuação dos bracarenses Mão Morta, no dia 17 de janeiro, a fazer a banda sonora de “A Casa na Praça Trubnaia”, de Boris Barnet, em formato reduzido com Adolfo Luxúria Canibal, António Rafael e Miguel Pedro.

Também hoje, o gnration anunciou que a argentina Juana Molina vai dar um concerto em Braga, no dia 09 de abril.

No dia 25 do primeiro mês de 2020, a sala de Braga acolhe a artista norueguesa Jana Winderen, reservando-se “o destaque maior do programa” para o finlandês Sasu Ripatti, mais conhecido por Vladislav Delay, que vai atuar em quinteto com Lucio Capece (saxofone), Derek Shirley (contrabaixo), Max Loderbauer (sintetizador Buchla) e Maria Bertel (trombone).

Ao longo do primeiro trimestre, o gnration vai ainda receber The Legendary Tigerman (14 de fevereiro), Gabriel Ferrandini com o pianista alemão Alexander von Schlippenbach (06 de março), Jerusalem in My Heart e Lucrecia Dalt (14 de março), entre outros.

Em 29 de fevereiro, o ciclo de performance audiovisual Binário apresenta a performance “Membrane”, de Push 1 Stop & Wikilow, enquanto Marcel Weber “dará a conhecer uma nova instalação audiovisual resultante de residência artística no âmbito do programa Scale Travels, projeto que alia arte e nanotecnologia, desenvolvido em colaboração com o Laboratório Ibérico Internacional da Nanotecnologia”

Neste âmbito, o artista Peter Burr vai expor “Mode Confusion”, entre 17 de janeiro e 18 de abril.

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Braga

Mulheres terão furtado mais de 2 mil euros em perfumes, em Braga

Uma foi detida, três fugiram

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Foto: Ilustrativa / DR

Uma mulher de 31 anos foi detida, numa loja em Braga, este domingo, depois de ter passado na caixa registadora com diversos perfumes, no valor de 547,50 euros, sem que os tivesse pago, anunciou hoje a Polícia de Segurança Pública (PSP).

Segundo a fonte, a detida encontrava-se na companhia de mais três suspeitas, que se colocaram em fuga. “Nessa altura, deixaram cair dois perfumes, no valor de 196,65 euros, tendo furtado mais perfumes, no valor de 1296,40 euros”, adianta a PSP.

No total, existem indícios de que as mesmas terão furtado produtos num valor superior a dois mil euros.

A mulher foi notificada para comparecer nos Serviços do Ministério Público junto do Tribunal Judicial da Comarca de Braga.

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