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Região

Oficial: Braga e Viana sem novos casos nas últimas 24 horas

Covid-19

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Foto: Divulgação / CM Braga (Arquivo)

Os concelhos do Alto Ave são os únicos que registam subidas de novos casos de infeção de covid-19 no distrito de Braga enquanto Caminha, Ponte de Lima e Monção sobem um caso cada em Viana do Castelo.

De acordo com o boletim epidemiológico da Direção-geral da Saúde desta quarta-feira, o Minho tem um total de 3.846 casos confirmados, mais 8 do que na véspera.

Os números correspondem aos dados recolhidos até as 24:00 de ontem e comportam os dados incluídos na plataforma SINAVE, podendo pecar por defeito de 10%.

Fonte: DGS

Fonte: DGS

Fonte: DGS

Guimarães, com mais um caso (700),  Vizela com três (131) e Fafe com um (12o) são os únicos concelhos do distrito de Braga a registar mexidas.

Braga mantém (1.199), Famalicão (394), Barcelos (295), Vila Verde (228), Amares (78), Póvoa de Lanhoso (58), Esposende (45), Vieira do Minho (36), Celorico de Basto (23), Cabeceiras de Basto (16) e Terras de Bouro (10).

No Alto Minho, Monção soma mais um caso (114), assim como Ponte de Lima (28) e Caminha (19).

Viana do Castelo mantém (183), assim como Melgaço (62), Arcos de Valdevez (73), Valença (12), Paredes de Coura (7), Cerveira (7) e Ponte da Barca (6).

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Braga

Direção Regional de Cultura investe 80 mil euros para melhorar visitas ao Mosteiro de Tibães, em Braga

Património

Foto: DR

A Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN) está a investir cerca de 80 mil euros na melhoria das condições de visita ao Mosteiro de Tibães, em Braga, anunciou hoje aquele organismo.

Em comunicado, a DRCN refere que uma das intervenções visa a recuperação de elementos estruturais dos muros da cerca do mosteiro que apresentem troços em derrocada e de alguns muros do escadório da Rua das Fontes que se encontram em situação instável, bem como a reabilitação da cobertura da Capela de S. Bento.

Está ainda prevista a execução e instalação de elementos de sinalética informativos, interpretativos e direcionais para os diferentes espaços do Mosteiro de Tibães, incluindo a área afeta à hospedaria.

“A execução deste trabalho dignificará as condições de visita ao Mosteiro de Tibães e contribuirá para um melhor conhecimento e fruição desta tipologia monástica”, refere o comunicado.

As intervenções deverão estar concluídas dentro de três meses e decorrem no âmbito da Operação Mosteiros a Norte, promovida pela DRCN e cofinanciada pelo Programa Operacional Norte 2020.

A Operação Mosteiros a Norte visa dar continuidade às intervenções de consolidação do edificado já anteriormente realizadas nos mosteiros de Arouca, Grijó, Rendufe, Tibães, Pombeiro e Vilar de Frades.

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Alto Minho

Segunda fase de parque empresarial em Ponte da Barca avança no segundo semestre

Economia

Foto: Google Maps

O presidente da Câmara de Ponte da Barca apontou hoje o segundo semestre de 2021 para o início da construção da segunda fase do parque empresarial do Rodo, num investimento superior a 2,9 milhões de euros.

Contactado pela agência Lusa, a propósito da publicação, hoje, em Diário da República (DR) da declaração da utilidade pública da expropriação e autorização para a tomada de posse administrativa de 20 parcelas de terrenos necessárias à ampliação da infraestrutura, Augusto Martinho estimou que a obra seja lançada a concurso público durante o primeiro trimestre de 2021.

“Fico muito satisfeito com a declaração de utilidade pública hoje publicada. Foi um processo muito trabalhoso, de grande dimensão e que agora está na reta final”, afirmou o presidente da Câmara de Ponte da Barca.

“Torna-se público que o secretário de Estado da Descentralização e da Administração Local, por despacho de 11 de janeiro de 2021, a pedido da Câmara Municipal de Ponte da Barca, declarou a utilidade pública da expropriação e autorizou a tomada de posse administrativa, das parcelas necessárias à ampliação do parque empresarial do Rodo II (2.ª fase)”, lê-se na declaração hoje publicada.

Augusto Marinho explicou que aquela declaração “abrange 20 parcelas de terreno, mas no total o projeto contempla 21 lotes”, com uma área global de 72.056 metros quadrados.

A ampliação do parque empresarial de Rodo, na freguesia de Vila Nova de Muía, representa um investimento global 2.955,591,66 euros, com uma comparticipação de 750 mil euros do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

A obra vai realizar-se em duas fases, “a primeira integra 12 lotes e representa um investimento de 2.163.963,88 euros”.

“É uma área com 54.056 metros quadrados e compreende os eixos viários estruturantes do loteamento, arruamentos, incluindo uma nova rotunda na Estrada Nacional (EN)101”, especificou.

A segunda fase “prevê nove lotes, num investimento de 791.627,78 euros”.

Para o autarca social-democrata, trata-se de um projeto de “extrema importância” para o concelho.

“É um projeto importantíssimo para Ponte da Barca. Vai dar uma nova dinâmica empresarial ao concelho. Estamos com um tecido económico enfraquecido e este novo polo irá robustecê-lo, irá dar condições para as empresas cresçam, vai criar emprego e fixar população”, referiu.

“A declaração da utilidade pública da expropriação e a autorização para a tomada de posse administrativa dos terrenos demorou mais tempo do que desejaríamos, mas quando envolvemos um procedimento administrativo forte, que por via dos poderes públicos retira a posse de um bem a particulares, tem de ser cumprido todo um conjunto de atos rigorosos”, explicou.

Segundo Augusto Marinho, o processo de expropriação avançou após ter fracassado o processo negocial com os proprietários.

“Manifestavam vontade em vender, mas não concordavam com o valor atribuído”, referiu.

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Alto Minho

Serra d’Arga vai ter observatório internacional

Em Viana do Castelo

Foto: Divulgação / CM Viana do Castelo

Um investimento de cerca de 200 mil euros vai permitir criar, até final de junho, um Observatório Internacional da Serra d’Arga, em São Lourenço da Montaria, no concelho de Viana do Castelo, informou hoje a Câmara.

Em comunicado, o município especificou que a “construção da nova valência começa ainda este mês, com um prazo de execução de seis meses, devendo estar concluída até final de junho”.

Trata-se de “um espaço de investigação científica, com disponibilidade de residência para investigadores”.

O “projeto para a Qualificação das Experiências de Turismo de Aldeia no Minho – Observatório Internacional da Serra d’Arga surge no âmbito do Programa de Valorização Económica de Recursos Endógenos (PROVERE) – Minho INovação, candidatado ao Norte 2020”.

Segundo a Câmara de Viana do Castelo, “o edifício onde ficará instalado o observatório tem uma localização privilegiada em relação à montanha, colocando-se no sopé desta, junto à entrada da Serra d’Arga, mas simultaneamente perto do centro cívico de São Lourenço da Montaria”.

“Será um edifício retangular de três pisos, entre espaços de trabalho/reuniões, laboratório e alojamento, incluindo áreas de apoio”, acrescenta.

De acordo com a autarquia, “a Serra d’Arga é detentora de recursos naturais ímpares, de uma paisagem singular e com um património material e imaterial de ordem natural, ambiental, histórico e cultural de elevado valor”.

É, por isso, considerada de “grande relevância” a implementação do Observatório Internacional da Serra d’Arga.

Aquele observatório “irá permitir a criação de instalações que permitam acolher investigadores para a realização de diversos estudos nas mais vastas áreas de intervenção (geologia, fauna, flora), de modo a permitir a compreensão da identidade da Serra d’Arga.

O novo equipamento permitirá ainda “explorar e aumentar o conhecimento do garrano, enquanto raça equídea autóctone dos sistemas montanhosos do Alto Minho que habita na Serra d’Arga, da biodiversidade, dos ecossistemas, do património geológico, da paisagem, designadamente os seus valores faunísticos e geológicos, a avaliação e valorização dos seus serviços de ecossistemas e da infraestrutura verde que esta constitui”.

O projeto “pretende ainda a exploração das funções que esta paisagem desempenha no contexto do desenvolvimento do turismo de natureza, de aventura, cultural e religioso e, ao mesmo tempo, potencia as condições de desenvolvimento de oportunidades para a valorização do espaço, das comunidades e da diversificação das atividades na gestão da paisagem da Serra d’Arga”.

A serra d’Arga abrange uma área de 10 mil hectares, nos concelhos de Caminha, Vila Nova de Cerveira, Paredes de Coura, Viana do Castelo e Ponte de Lima, dos quais 4.280 hectares se encontram classificados como Sítio de Importância Comunitária.

Aqueles cinco municípios têm em curso o projeto “Da Serra d’Arga à Foz do Âncora”, liderado pela Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho, que visa a classificação da Serra d’Arga como Área de Paisagem Protegida de Interesse Municipal.

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