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Alto Minho

Óculos de sol de luxo criados em Viana do Castelo conquistam Cristiano Ronaldo e o mundo

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Uma marca de óculos de sol de luxo, criada numa oficina de inovação de Viana do Castelo e usada por personalidades internacionais da moda, música e futebol, prevê duplicar em 2017 os 300 mil euros faturados em 2015.

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Pedro Silva, à esquerda, é o fundador da VAVA Eyewear (Foto: eye-book.com)

O fundador da empresa e criador da linha de luxo lançada no mercado em junho de 2014, Pedro Silva, disse que “atualmente a marca está presente em mais de 30 países” reconhecendo que o negócio “ganhou dimensão” com as personalidades mundiais que foi conquistando, destacando o melhor jogador do mundo e atleta do Real Madrid, Cristiano Ronaldo.

O futebolista Cristiano Ronaldo com um par de óculos da VAVA (Foto: Real Madrid/Facebook)

O futebolista Cristiano Ronaldo com um par de óculos da VAVA (Foto: Real Madrid/Facebook)

Apontou ainda com exemplos de outros apreciadores daquela linha o jogador português do Bournemouth, de Inglaterra, Raul Meireles, o cineasta, produtor e ator norte-americano Spike Lee, o DJ de música eletrónica Richie Hawtin, o músico norte-americano Juan Atkins, o produtor de música eletrónica Kevin Saunderson, a ‘blogger’ de moda norte-americana Diane Pernet, a compositora de jazz Nichole Mitchell e a modelo e desenhadora de moda Vanesa Lourenzo.

“O posicionamento pretendido no segmento de luxo tem sido alcançado e hoje temos presença consolidada nas principais capitais mundiais. O reconhecimento da qualidade do projeto resultou na obtenção da medalha de prata “New Comer of the Year”, em 2014, pela organização Suíça “Hall of Frames”, afirmou o empresário de 43 anos, natural de Viana do Castelo.

SAIBA MAIS: Website da VAVA eyewear

Segundo o engenheiro de produção têxtil e de vestuário, formado pela Universidade do Minho (UM) o preço de cada exemplar varia entre os 430 euros e os 600 euros.

A empresa é constituída “por seis pessoas, três trabalhadores na sede instalada no Bic Minho de Viana do Castelo, duas em Berlim, na Alemanha e uma em Itália e agentes nos mercados onde a marca não opera diretamente”.

Este mês vai lançar “novos modelos óticos” depois de “nos primeiros dois anos” a empresa se ter “focado prioritariamente na linha de sol”.

Segundo Pedro Silva, a empresa já colocou no mercado três modelos em colaboração com o artista Juan Atkins e outra, uma edição limitada de 200 óculos, com o ‘designer’ de moda canadiano Rad Hourani.

“Para 2017 já temos acordada outra colaboração”, adiantou o responsável pela ‘start up’ criada na capital do Alto Minho.

O conceito dos óculos da VAVA Eyewear “100% recicláveis” resultou “dos mais de 15 anos de experiência” do criador no mundo da moda, onde Pedro Siva disse ter “desenvolvido a carreira internacional ao trabalhar como gestor em marcas como a Hugo Boss na Alemanha, a Zara, em Espanha e na China, a Mephisto em França e mais recentemente VF Corporation, na Suíça e em Itália”.

“Sempre fui um grande fã de óculos”, referiu, garantindo tratar-se de uma marca “com ‘look’ sofisticado e contemporâneo, subtilmente futurista, conceptual e intemporal, sem nunca comprometer o perfecionismo, atenção ao detalhe e grande qualidade”.

O “corpo” dos óculos é composto por placas de acetato celulósico, as lentes são de cristal e as dobradiças em alumínio aeroespacial.

“Isto diferencia-nos claramente da maioria das marcas, as quais recorrem ao uso de acessórios metálicos estandardizados, básicos e cuja qualidade nem sempre é a melhor”, sustentou.

 

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Viana do Castelo

PSD questiona Governo sobre avarias de TAC do hospital de Viana do Castelo

Unidade Local de Saúde do Alto Minho

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Hospital de Viana do Castelo. Foto: Divulgação

Os deputados do PSD eleitos pelo Alto Minho querem que a ministra da Saúde explique porque “não foram sanadas de vez as recorrentes avarias” do equipamento de TAC do Hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo.

Num requerimento enviado a Marta Temido, e a que a Lusa teve, esta sexta-feira, acesso, os deputados Jorge Mendes, Emília Cerqueira e Eduardo Teixeira querem saber “por que motivo a Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) não concretizou o Plano de Investimentos de 2019, onde estava previsto a aquisição de um novo TAC”.

A última avaria daquele equipamento ocorreu entre 30 de outubro e 02 de novembro.

“Os doentes necessitados deste serviço têm sido encaminhados, consoante a gravidade/urgência, para o hospital Conde de Bertiandos, em Ponte de Lima (rede ULSAM), ou para unidades privadas, acompanhados por equipas clínicas do hospital de Santa Luzia, desfalcando os serviços de saúde desta unidade e acarretando custos desnecessários ao Serviço Nacional de Saúde (SNS)”, lê-se no requerimento entregue na quinta-feira no parlamento e dirigido à ministra da Saúde.

Os três deputados do PSD querem saber qual “o valor dos encargos suportados pela ULSAM/SNS com a realização destes exames no setor privado, pela falta de reparação e ou substituição do equipamento no hospital de Viana do Castelo”.

“Dada a reiterada suborçamentação com que se tem confrontado a administração da ULSAM, resultado dos cortes e cativações impostas pelo Orçamento de Estado, como vai esta concretizar o Plano de Investimentos, em matéria de equipamentos, da requalificação das instalações, por exemplo da consulta externa, ou para contratar profissionais de saúde de que carece”, questionam os sociais-democratas.

Os parlamentares querem ainda saber “se o Ministério da Saúde vai, com urgência, repor a equidade orçamental, equiparando o financiamento da ULSAM, com base na capitação, às suas congéneres ou unidades hospitalares da região norte”.

A ULSAM integra os hospitais de Santa Luzia, em Viana do Castelo, e Conde de Bertiandos, em Ponte de Lima, 13 centros de saúde, uma unidade de saúde pública e duas de convalescença, servindo uma população residente superior a 250 mil pessoas.

No total, a ULSAM emprega mais de 2.500 profissionais, entre eles, 501 médicos e 892 enfermeiros.

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Viana do Castelo

FNAC de Viana cria 18 novos empregos e espera faturar 3,2 milhões por ano

Inaugurada ontem, a loja abre hoje ao público

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Foto: DR/Arquivo

O grupo FNAC vai investir cerca de sete milhões de euros até 2020 para atingir as 40 lojas no país, disse ontem à Lusa o diretor-geral da FNAC Portugal, na abertura do 32.º espaço, em Viana do Castelo.

A loja no centro comercial Estação Viana, na capital do Alto Minho, representou um investimento de cerca de meio milhão de euros e a criação de 18 postos de trabalho diretos.

Na inauguração da nova loja de bens culturais, tecnológicos e de lazer, Nuno Luz explicou que o espaço pretende “servir os 85 mil habitantes do concelho de Viana do Castelo e das zonas limítrofes, abrangendo, no total, cerca de 200 mil habitantes”.

“As previsões apontam para uma faturação anual a rondar os 3,2 milhões de euros”, salientou.

A inauguração da loja, com uma área comercial de 500 metros quadrados, incluiu uma breve atuação de Pedro Abrunhosa, padrinho do espaço.

Em Portugal, a empresa quer abrir mais oito lojas nos próximos três anos.

“Temos a ambição de chegar às 40 lojas até 2022, num investimento de cerca de sete milhões de euros”, afirmou Nuno Luz.

O diretor-geral acrescentou que “na primeira semana de dezembro abrirá a 33.ª loja, no Arena Shopping, em Torres Vedras”, adiantando que esta “será a quarta loja de 2019, num investimento global de quatro milhões de euros”, tendo sido criados “mais de uma centena de postos de trabalhos diretos”.

“Em 2020 estimamos abrir entre duas a quatro lojas, prevendo-se o mesmo investimento e a criação do mesmo número de postos de trabalho deste ano. Para nós é significativo, uma vez que em 21 anos estamos hoje a abrir a 32.ª loja. Abrir quatro lojas num ano é um passo grande”, considerou Nuno Luz.

O diretor-geral da FNAC explicou que a insígnia francesa está a “apontar muito no conceito de proximidade, abrindo lojas com espaços mais reduzidos e maximizando a ‘omnicanalidade’, com as referências disponíveis em loja e os artigos do catálogo ‘on-line'”.

“É um conceito diferenciador porque vemos hoje o retalho a apostar muito no ‘on-line’, a reduzir espaços e a fechar lojas, e a FNAC continua a apostar em espaços físicos porque quer estar mais perto de todos os portugueses que estão longe dos grandes centros urbanos”, referiu.

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Alto Minho

Câmara de Viana quer mudar nome de rua e escola após canonização de Bartolomeu dos Mártires

São Bartolomeu dos Mártires

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Foto: Divulgação / CM Viana do Castelo (Arquivo)

A Câmara de Viana do Castelo vai propor a mudança de Frei para São Bartolomeu dos Mártires no nome de uma rua e de uma escola, alteração que justificou com a canonização, no domingo, do novo santo português.

O autarca socialista informou, hoje, no período antes da ordem do dia da reunião camarária, que vai propor à União de Freguesias de Viana do Castelo a alteração da designação de uma rua da ribeira. Já ao agrupamento de escolas de Santa Maria Maior irá apresentar proposta semelhante relativamente, à escola EB 2/3, atualmente designada por Frei Bartolomeu dos Mártires.

José Maria Costa revelou ainda o município irá fazer idêntica alteração numa estátua erguida em honra do novo santo português no Largo de São Domingos, onde se encontra a igreja com o mesmo nome, mandada construir por Bartolomeu dos Mártires e onde se encontra sepultado.

Frei Bartolomeu dos Mártires foi “tornado santo” em 05 de julho de 2019, por decreto do Papa Francisco e p decreto foi lido, no domingo, na Sé de Braga, oficializando assim a canonização.

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