Seguir o O MINHO

Viana do Castelo

Obras de mais de 750 mil euros requalificam urgência do Hospital de Viana

Data para o início da empreitada não foi anunciada

em

Foto: DR / Arquivo

O serviço de urgência médico cirúrgico do Hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo, vai ser alvo de obras de requalificação, num investimento de 758.593 euros, autorizado pelo Governo, informou hoje a administração daquela unidade.

Em comunicado enviado hoje, a administração da Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) adiantou que esta fase “vai permitir melhorar o espaço e triplicar o número de camas na unidade de cuidados intermédios”, sem quantificar e sem apontar a data para o início da empreitada.

Segundo a administração da ULSAM, além do serviço de urgência médico cirúrgico, o investimento hoje autorizado, destina-se às obras de ampliação da unidade de cuidados intermédios (medicina crítica).

“Esta unidade passará a contar com mais camas e com melhores condições de assistência aos doentes urgentes, proporcionando também melhores condições de trabalho aos profissionais e uma gestão mais eficiente dos recursos. Concretamente em relação à capacidade, será possível passar das atuais sete camas para 18”, especifica a nota.

Em setembro de 2018, a administração da ULSAM anunciou um investimento de mais de 977 mil euros no serviço de urgência, permitindo quase “triplicar o número de camas nos cuidados intermédios”.

Nessa altura, à Lusa, o presidente do conselho de administração ULSAM, Franklim Ramos, adiantou que aquela requalificação, está integrada num investimento global de mais de 1,2 milhões de euros naquele serviço, iniciado em janeiro de 2017.

O investimento global na urgência daquele hospital, iniciada em 2017, ultrapassa os 1,2 milhões de euros e tem como principal objetivo “acabar com doentes no corredor” daquele serviço, “por onde passam, por ano, 70 mil doentes”.

A intervenção começou em janeiro com a criação da unidade de decisão clínica, com 25 camas. Aquele serviço ficou instalado no espaço até então ocupado pela central de colheitas de sangue, relocalizada para outra área do hospital, num investimento de 100 mil euros.

Segundo dados do administrador da ULSAM trabalham atualmente no hospital de Santa Luzia 289 médicos e 644 enfermeiros.

Aquela unidade local de saúde integra os hospitais de Santa Luzia, em Viana do Castelo, e Conde de Bertiandos, em Ponte de Lima, 13 centros de saúde, uma unidade de saúde pública e duas de convalescença, servindo uma população residente superior a 250 mil pessoas. No total a ULSAM emprega mais de 2.500 profissionais.

Anúncio

Viana do Castelo

Procissão voltou a ir ao mar em Viana do Castelo

Romaria d’Agonia

em

Foto: DR

Os barcos tradicionais voltaram a sair para as águas da costa de Viana do Castelo em mais uma edição da Procissão ao mar, inserida na Romaria d’Agonia, festas típicas do concelho de Viana do Castelo.

Foto: Romaria d’Agonia

Foto: Romaria d’Agonia

Foto: Romaria d’Agonia

Foto: Romaria d’Agonia

Foto: Romaria d’Agonia

Foto: Romaria d’Agonia

Foto: Romaria d’Agonia

Foto: Romaria d’Agonia

Foto: Romaria d’Agonia

Foto: Romaria d’Agonia

Foto: Romaria d’Agonia

Foto: Romaria d’Agonia

Estas festividades remontam a 1772, em honra da padroeira dos pescadores, Senhora da Agonia. Desde sempre, a ela acorreram homens do mar vindos do litoral português e também da Galiza. São declaradas como feriado municipal, encerrando a dia 20.

Continuar a ler

Viana do Castelo

Tapetes de sal dão cor a ruas de Viana no último dia da Romaria d’Agonia

FOTOGALERIA

em

Fotos: Facebook de Romaria d'Agonia

Após uma noite longa de trabalho, Viana do Castelo acordou, esta terça-feira, vestida de sal, com os tapetes a colorirem várias ruas, no último dia da Romaria d’Agonia.

O ouro e o poema “Havemos de ir a Viana” inspiram o tapete em honra da Senhora d’ Agonia que os moradores na rua principal da ribeira criaram de ontem para hoje.

No total, segundo números da VianaFestas, entidade que organiza a Romaria d’ Agonia, são utilizadas mais de 30 toneladas de sal na confeção dos tapetes.

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Como manda a tradição, é por estes tapetes que o andor da Senhora d’ Agonia irá passar no regresso da também típica procissão ao mar e ao rio.

Continuar a ler

Viana do Castelo

Vinte e oito pescadores de Viana do Castelo recebem 500 mil euros por parque eólico

Compensação financeira

em

Foto: retirada do cartaz "Seminário - A Economia do Mar" (CEVAL) / Arquivo

O presidente da Câmara de Viana do Castelo informou hoje ter sido decidida uma compensação financeira de meio milhão de euros às 28 embarcações de pesca local diretamente afetadas pela instalação de um parque eólico ao largo do concelho.

O socialista José Maria Costa, que falava aos jornalistas no final da segunda reunião hoje realizada com uma delegação de pescadores, disse que, dos 500 mil euros, 400 vão ser suportados pela Rede Elétrica Nacional (REN) e os restantes 100 mil euros pela EDP renováveis.

Inicialmente a EDP Renováveis disponibilizou uma verba de 200 mil euros para compensar essas embarcações, mas os pescadores não aceitaram aquele valor e chegaram a equacionar não participar, na terça-feira, na procissão ao mar em honra da Senhora d’Agonia. O protesto ficou hoje sem efeito após o acordo alcançado.

Em causa está o Windfloat Atlantic (WFA), um projeto de uma central eólica ‘offshore’ (no mar), em Viana do Castelo, orçado em 125 milhões de euros, coordenado pela EDP, através da EDP Renováveis.

As 28 embarcações de pesca local serão diretamente afetadas pela interdição da pesca na envolvente (0,5 quilómetros de cada lado) do cabo submarino, com cerca de 17 quilómetros de extensão, que vai ligar o parque eólico flutuante à rede, instalada em Viana do Castelo.

“Penso que é uma boa notícia. Conseguimos ter uma compensação justa para os pescadores face aos impedimentos que vão ter no futuro”, afirmou José Maria Costa, que sublinhou a “colaboração” das secretarias de Estado das Pescas e da Energia.

O porta-voz dos 28 pescadores, António Coimbra, disse que “dentro do possível foi um acordo satisfatório para todos”.

António Coimbra garantiu que o protesto inicialmente previsto para a procissão ao mar fica sem efeito e que as 28 embarcações de pesca local vão participar na homenagem à padroeira.

“Vamos participar. Essa posição de força [de ausência na procissão] foi tomada não de livre vontade, mas de certa maneira empurraram-nos para isso. A única maneira de chamar a atenção das autoridades políticas deste país é a demonstração de força”, acrescentou.

Além da compensação financeira, António Coimbra revelou que o acordo hoje alcançado inclui “futuras regalias”, que não quis especificar.

Já José Maria Costa disse tratar-se de “melhorias relacionadas com a atividade dos pescadores, no porto de pesca”, tendo sido identificadas “algumas situações pontuais” que irá tentar, “até final do ano, resolver com a administração portuária”.

O representante legal dos pescadores, o advogado Pedro Meira realçou “o papel decisivo do presidente da Câmara”

“Um papel de mediador, discreto. Conseguiu que as partes chegaram a bom porto. Foi fundamental, essencial”, destacou Pedro Meira.

Continuar a ler

EM FOCO

Anúncio

ÚLTIMAS

Vamos Ajudar?

Reportagens da Semana

Populares