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Braga

“O que está a acontecer em Braga?” – Diário Económico

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A capital do Minho está a atrair investimento e a reduzir o desemprego. A “pedalada de Braga”, como descreveu o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, numa recente visita à cidade, é apontada como um exemplo a seguir.

“Era importante que o País soubesse acompanhar a ‘pedalada’ de Braga”

Pedro Passos Coelho, 29 de junho 2015

A energia bracarense despertou o interesse do Diário Económico que esta semana publicou uma reportagem onde se conclui que as novas tecnologias estão a mudar o paradigma industrial do concelho, num movimento liderado por empresas como Bosch, Primavera, Eticadata, F3M, Edigma, entre outras.

Várias empresas anunciaram a sua instalação e o aumento do número de postos de trabalho. Estará Braga finalmente no radar dos investidores?”

Económico, 8 de Julho de 2015

De acordo com o presidente da Câmara de Braga, Ricardo Rio, este ano está já garantida a criação de 500 postos de trabalho. Em 2016, só a loja IKEA irá criar permitir cerca de 250 empregos.

A “mão de obra qualificada e jovem”, proveniente da Universidade do Minho, bem como o posicionamento próximo do porto de Leixões e dos aeroportos do Porto e de Vigo, são considerados fatores de atração.

A confiança invade também os empresários. O presidente da Associação Industrial do Minho, António Marques, afirma que “a economia bracarense está mais dinâmica” e que os setores da “metalomecânica, têxtil, calçado e comércio estão a dar cartas na região”.
O Laboratório Ibérico de Nanotecnologia é também uma esperança para a captação de investimento estrangeiro.

Esta dinâmica levou o Diário Económico a questionar “O que está a acontecer em Braga?”.

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Braga

Telmo Correia promete “proximidade” com Braga nos próximos quatro anos

Deputado descarta candidatura à liderança do CDS

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Foto: Divulgação / CDS Braga

O deputado eleito Telmo Correia anunciou esta segunda-feira, em Braga, que não vai ser candidato à liderança do CDS-PP e afirmou que a nova bancada parlamentar democrata-cristã passou a uma espécie de montra “de esquina”.

“Não sou, nem vou ser, candidato”, disse Telmo Correia, em resposta a uma pergunta dos jornalistas, em conferência de imprensa em Braga, distrito pelo qual foi eleito.

O deputado reconheceu que o CDS teve, nas legislativas do passado dia 06, um resultado “muito mau”, com a eleição de apenas cinco deputados.

Assegurou ainda que irá ter uma política de proximidade com o distrito e lamentou a perda de um dos dois deputados eleitos por Braga em 2015.

Sendo a bancada parlamentar a “montra” de um partido, afirmou, o CDS passou de “uma montra muito grande para uma montra reduzida, de esquina quase, muito pequena”.

Nesse sentido, apelou ao partido para não se deixar “balcanizar” e não entrar “em discussões de acertos de contas”, considerando que a hora é de “unir”.

“O tempo é para juntar com o bico e não para espalhar com as patas”, defendeu.

Em relação ao próximo líder do partido, Telmo Correia disse que não tem de ser “necessariamente” alguém que integre o grupo parlamentar.

Como condição obrigatória, Telmo Correia apontou a necessidade de “articulação” com o grupo parlamentar.

“Se o próximo líder quiser atacar o grupo parlamentar, será um desastre”, referiu.

O deputado eleito confessou ter a sua preferência para a liderança do partido, mas não a divulgou, por não querer “empurrar ninguém”.

Em relação aos putativos candidatos, referiu: “há uns que espero que reflitam bem e outros que espero que não percam muito tempo a refletir”.

Telmo Correia foi eleito deputado pelo círculo de Braga, tendo admitido que o partido não conseguiu os seus objetivos no distrito, por ter perdido o segundo deputado.

Em relação ao seu mandato, disse que a “proximidade” com o distrito será a palavra de ordem.

O CDS-PP obteve nas legislativas 4,25% dos votos (216.454 votos), passando de 18 deputados na legislatura anterior para cinco deputados eleitos. Na sequência dos resultados, a presidente do partido, Assunção Cristas, assumiu a derrota e anunciou a saída da liderança.

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Braga

Mais um ano e dez meses de prisão para violador de universitária em Braga

Condenado já cumpre pena efetiva de sete anos

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Foto: Divulgação / PJ

O Tribunal de Aveiro condenou hoje a um ano e dez meses de prisão efetiva um homem, de 27 anos, por ter abusado sexualmente de três meninas de 11 e 13 anos, em 2016.

O homem é o mesmo que, durante o mesmo ano, terá agredido e violado uma jovem universitária em Braga, tendo já sido condenado a sete anos de prisão efetiva por esse crime, aos quais se soma mais esta pena.

Durante a leitura do acórdão, o juiz presidente disse que o arguido, que se encontra a cumprir uma pena de sete anos de prisão por crimes de coação, ofensa à integridade física e violação, confessou todos os factos de que vinha acusado.

O tribunal deu assim como provados os três crimes de abuso sexual de crianças imputados pelo Ministério Público (MP) ao arguido, condenando-o a uma pena única de um ano e dez meses de prisão, em cúmulo jurídico.

O juiz presidente explicou que esta pena será para cumprir, por não ser possível formular um juízo de prognose favorável.

O arguido, que ouviu a leitura da sentença por videoconferência, terá ainda de pagar uma indemnização global de 700 euros às três vítimas.

Foi ainda condenado nas penas acessórias de proibição de exercer qualquer profissão que envolva contacto regular com menores e de assumir confiança de menores pelo período de cinco anos.

Segundo a acusação do MP, os abusos ocorreram em agosto de 2016, durante uma festa popular, numa das freguesias do concelho de Ílhavo, no distrito de Aveiro.

O suspeito, que trabalhava como funcionário numa pista de carrinhos de choque, aliciava menores com fichas para o equipamento de diversão, exigindo favores sexuais em troca.

Em 2017, o arguido foi condenado no Tribunal de Braga a sete anos de prisão, por ter violado e agredido uma jovem universitária após uma festa académica, naquela cidade.

O homem, de nacionalidade cabo-verdiana, foi ainda condenado na pena acessória de expulsão do território nacional, depois de cumprir a pena de prisão.

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Braga

Diretora de programa do Instituto de Tecnologia de Massachusetts dá conferência em Braga

Programa Concourse do MIT

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Anne McCants. Foto: Divulgação

Anne McCants, presidente da Associação Internacional de História Económica e diretora do Programa Concourse do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), nos EUA, está quinta-feira na Universidade do Minho para proferir a conferência “Economia, História e Tecnologia: um tripé para o futuro?”. A sessão decorre às 17h00, no auditório B2 do campus de Gualtar, em Braga, e tem entrada livre.

A iniciativa é organizada pelo Centro Interdisciplinar em Ciências Sociais, pelo Núcleo de Investigação em Políticas Económicas e Empresariais e pela Pró-reitoria para a Investigação e Projetos da UMinho, com o apoio da Fundação para a Ciência e a Tecnologia.

A professora de História no MIT vai propor uma visão integrada entre humanidades e ciências exatas, baseada na sua investigação conjunta naquelas áreas desde os anos 1970. A ideia é mostrar a importância de se saber e de ensinar História, Sociologia, Geografia e demais ciências humanas, numa sociedade tendencialmente preocupada com os avanços económicos, médico-científicos e tecnológicos. Competitividade, empreendedorismo e desenvolvimento têm sido palavras de ordem num mundo globalizado e interligado, onde cresce a procura por recursos humanos cada vez mais completos, desafiando por isso universidades e agências financiadoras a criar ofertas com outro nível de interações curriculares e disciplinares.

Anne McCants é mestre em Economia pela Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) e doutora em História pela Universidade da Califórnia em Berkeley, nos EUA. Leciona há quase três décadas no MIT, no qual dirige também, desde 2012, o programa de vanguarda Concourse, que traz abordagens multidisciplinares para os alunos, ao congregar ciências sociais e exatas. McCants tem centrado a pesquisa na História económica e social da Europa moderna e na aplicação de métodos de investigação em ciências sociais para outras disciplinas. É autora de inúmeros artigos em revistas de excelência, livros, capítulos e entradas em dicionários e manuais. Coordena ainda diversos eventos, nomeadamente o recente Congresso Mundial de História Económica, e tem colaborado com a UMinho, como sucedeu na coorganização da conferência internacional “Railroads in Historical Context ” em 2012, que resultou num livro.

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