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Alto Minho

“O Mundo À Minha Procura” em cena no Teatro Sá de Miranda em outubro

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O espetáculo “O Mundo À Minha Procura” vai estrear no próximo dia 07 de outubro, sexta-feira, às 21:30, no Teatro Municipal Sá de Miranda, informou hoje a companhia de teatro profissional de Viana do Castelo.


Segundo o Teatro do Noroeste-CDV o espetáculo é baseado na obra do autor português Ruben A., pseudónimo literário de Ruben Andresen Leitão.

“O Mundo À Minha Procura” tem encenação de Ricardo Simões, cenografia de Porfírio Barbosa e interpretação de Adriel Filipe, Ana Perfeito, Elisabete Pinto, Ricardo Simões e Tiago Fernandes.

Estará em cena no Teatro Municipal Sá de Miranda entre os dias 07 e 22 de outubro, de quarta a sexta às 21:30 e aos sábados às 16:00 e também às 21:30

 

 

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Viana do Castelo

Depois das máscaras, Papaya lança coleção de artigos feitos com o lenço de Viana

“Levar a tradição vianense a todo o mundo”

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Foto: Divulgação / Papaya

A Papaya, pequena loja de artesanato de Anabela Viana que, no eclodir da pandemia, lançou máscaras feitas com o lenço tradicional de Viana do Castelo que se tornaram um sucesso e cuja produção retirou, durante o período de quarentena, várias costureiras do desemprego, apresenta uma nova linha de produtos que são um “manifesto contra o Fast Fashion”.

Fast Fashion (moda rápida) é um termo se refere a um padrão de produção e consumo no qual os produtos são fabricados, consumidos e descartados rapidamente.

Foto: Divulgação / Papaya

Foto: Divulgação / Papaya

Foto: Divulgação / Papaya

Depois das máscaras de proteção social criadas 100% à mão – e foram produzidas mais de 350.000 – a Papaya estende agora a sua linha de produtos feitos artesanalmente e a partir dos lenços tradicionais do Minho.

Com 80% das vendas para fora de Portugal e com distribuição na FNAC, a Papaya continua a apostar em peças únicas, personalizadas e feitas à mão.

“O Mundo está a mudar, e nós temos de mudar com ele”, afirma Ricardo Viana, filho de Anabela Viana e gerente de marketing da marca.

Foto: Divulgação / Papaya

Foto: Divulgação / Papaya

Foto: Divulgação / Papaya

“Ao longo dos últimos anos, a zona norte tem sido conhecida pelo têxtil, funcionando como hub de grandes produções nacionais e internacionais em larga escala. O mundo parou e o Norte viu-se obrigado a parar também. Está na hora de repensarmos a produção e a forma como consumimos”, adianta Ricardo Viana.

“É por isso que a Papaya está a apostar em novos produtos, criados pelo lenço tradicional de Viana do Castelo, não só para levar a tradição Vianense a todo o mundo, mas como forma de manifesto para ajudar a economia local e apelar ao consumo e à produção responsável”, acrescenta.

Entre os diversos artigos encontram-se tote bags, crop tops, coletes, camisas regionais, ponchos ou almofadas.

Como O MINHO noticiou em abril, Anabela Viana, que trabalhava com os lenços de Viana do Castelo em peças de vestuário e complementos, foi desafiada por uma cliente a fazer máscaras com os tradicionais lenços vianenses. A aposta tornou-se um sucesso.

Artesã usa lenços típicos de Viana do Castelo para fazer máscaras

E agora a marca expande-se para outros artigos, continuando a dar prioridade ao que é local, mantendo a sua produção em pequena escala, através costureiras vianenses que “garantem a máxima qualidade aos seus produtos, ao mesmo tempo que valoriza a tradição”.

Foto: Divulgação / Papaya

“É por isso que lança agora 10 produtos únicos – feitos à medida de cada um – para completar os looks de todos os que gostam de usar o que Portugal tem de melhor e fazer a diferença por um mundo mais sustentável”, sublinha a marca, em comunicado.

Os produtos da Papaya podem ser encontrados no seu site e a loja pode ser visitada na Avenida Rocha Páris N.º 83, em Viana do Castelo.

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Viana do Castelo

Câmara de Viana e moradores assinam acordo. Árvores abatidas serão substituídas

Alameda do Cabedelo

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Foto: DR

A Câmara de Viana do Castelo vai substituir árvores que tiverem de ser abatidas por razões fitossanitárias na alameda do Cabedelo, em Darque, por exemplares da mesma espécie e com 2,5 metros de altura, foi hoje divulgado.

O compromisso, adiantou a autarquia em comunicado, consta de um acordo assinado com a associação de moradores do Cabedelo que vai permitir retomar a construção da última fase dos acessos ao porto de mar da cidade, parada desde 11 de setembro.

Em causa está a construção de uma rotunda de acesso ao porto que foi embargada pelos moradores, que contestam o abate de 30 dos 170 plátanos existentes nos 628 metros daquela artéria.

Questionado hoje pela agência Lusa, o presidente da Câmara de Viana do Castelo, José Maria Costa, não soube apontar uma data para o reinício dos trabalhos, “por estar dependente da disponibilidade do empreiteiro”.

O acordo assinado, que contempla “contrapartidas ambientais e de segurança”, resultou de uma reunião realizada, na semana passada, entre a Câmara e aquela associação.

Na nota enviada às redações, o município especificou que, “na alameda do Cabedelo, quando o estado fitossanitário de um ou mais árvores determine o seu abate, deverão as mesmas ser substituídas por outras, de igual espécie, com altura não inferior a dois metros e cinquenta centímetros”.

Com o acordo, “o município obriga-se a proceder à classificação como interesse público municipal do conjunto arbóreo a nascente da nova rotunda prevista no projeto de execução da obra do acesso rodoviário ao porto de mar”.

A Câmara “irá ainda proceder a um estudo paisagístico para a restante área da estrada do Cabedelo, desde a rotunda prevista no traçado do acesso rodoviário ao porto de mar, até à antiga rotunda do cabedelo (Raio Verde)”.

Aquele estudo pretende aferir da “possibilidade da classificação como interesse público municipal do restante conjunto arbóreo existente e, por outro lado, levar a cabo a sua reflorestação de modo a permitir um percurso arbóreo contínuo para a zona em causa”.

O acordo com os moradores do Cabedelo inclui também a realização de “um estudo para a reorganização dos passeios da antiga Estrada Nacional (EN) 13-5, que preveja, no passeio sul da alameda, a libertação dos constrangimentos atuais das caldeiras dos plátanos e proceder à sua consequente concretização”.

Câmara de Viana vai avançar com abate das 30 árvores, mas há contrapartidas ambientais

Será construído “um novo passeio a norte (da nova rotunda para nascente) numa faixa de terreno já adquirida pelo município em 2017, que liberte os constrangimentos que se verificam nas caldeiras dos plátanos”.

O documento prevê ainda a construção de “um passeio na berma da antiga EN13-5, em frente ao denominado terreno do Inatel, que faça a ligação entre o passeio norte já existente, desde a rua Campo da Areia à ecovia que dá acesso à avenida dos trabalhadores”.

No âmbito da intervenção, “o município, em articulação com a Junta de Freguesia de Darque, irá efetuar uma requalificação do espaço público envolvente da capela da Senhora das Areias e da área envolvente ao pequeno núcleo habitacional frontal à capela”.

Será ainda feita “a arborização dos dois lados da avenida que irá nascer com o novo acesso rodoviário ao porto de mar na área interior à quinta da diocese de Viana do Castelo e ainda do lado direito da avenida dos trabalhadores (INATEL)”.

No documento, o município “reconhece a importância da alameda do Cabedelo para os moradores e a associação de Moradores do Cabedelo reconhece a importância da obra do acesso rodoviário ao porto de mar”.

“O município irá ainda solicitar ao Ministério das Infraestruturas que seja efetuado estudo para verificação do estado das fundações da ponte Eiffel, devido ao previsível aumento de tráfego de automóveis ligeiros e diligenciar pela sua boa conservação e segurança”, refere a nota.

Na semana passada, em declarações aos jornalistas, José Maria Costa disse que “as intervenções físicas e o plano de arborização” previstos no acordo terão de estar concluídos “até ao final do primeiro semestre de 2021”.

A construção dos acessos rodoviários ao porto de mar foi iniciada em fevereiro de 2019. Os novos acessos, com 8,8 quilómetros e reivindicados há mais de quatro décadas, terão duas faixas de rodagem de 3,5 metros de largura, e representam um investimento superior a nove milhões de euros.

A obra é financiada pela Câmara de Viana do Castelo e pela Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL).

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Viana do Castelo

Escuteiros, PSP e GNR vão controlar cemitérios de Viana no Dia de Todos os Santos

Covid-19

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Foto: DR

Os cemitérios do concelho de Viana do Castelo vão ficar abertos para o Dia de Todos os Santos, a 01 de novembro, anunciou hoje aquela autarquia do Alto Minho.

Em comunicado, a Câmara de Viana dá conta de uma articulação com as freguesias para criar um plano que “visa assegurar a realização da habitual romagem”, mas “com todos os condicionamentos necessários e acessos controlados”.

Para que tudo decorra “de forma ordeira”, a autarquia vai “solicitar a colaboração dos escuteiros e das forças de segurança, apelando à responsabilidade de todos”.

Recorde-se que na Arquidiocese de Braga, as romagens foram suspensas pelo arcebispo D. Jorge Ortiga, embora este tenha feito um apelo às autarquias para que deixem os cemitérios abertos naquele dia e no Dia de Fieis Defuntos, a 02 de novembro.

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