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Futebol

“O Moreirense fez um excelente jogo”

Declarações após o Moreirense-Setúbal (1-1), da 20.ª jornada da I Liga, temporada 2019/2020

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Foto: DR / Arquivo

Declarações no final do encontro Moreirense-Vitória de Setúbal (1-1), da 20.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol:

– Ricardo Soares (treinador do Moreirense): “O empate acaba por ser saboroso pela forma como foi obtido, porque foi na parte final, numa bola parada, em condições especiais.

O Moreirense fez um excelente jogo. Os jogadores fizeram uma primeira parte de grande nível, e o futebol, nesse sentido, acabou por ser injusto hoje. Ganhámos em todas as vertentes do jogo, exceto no anti-jogo.

Na primeira parte, fomos excelentes. O Moreirense conseguiu cinco oportunidades de golo. É difícil conseguir isso contra uma equipa que luta pelos mesmos objetivos do que nós.

Na segunda parte, também entrámos bem e criámos duas oportunidades, mas as paragens, depois, condicionaram-nos. Há uma condescendência incrível por parte de quem dirige o jogo. Isso enerva a equipa que está a perder. Vamos perdendo qualidade na tomada de decisão.

Não podemos apregoar um futebol positivo e aceitar este tipo de situações os meus jogadores trabalharam muito, lutaram até à exaustão e o jogo não teve a intensidade que queríamos, para que trabalhámos durante a semana. Mas, realço o acreditar de um grupo forte, coeso.

O Vitória de Setúbal baixou as linhas e jogou perto da sua área com qualidade defensiva, mas não teve uma oportunidade [além do golo]. Há um remate na primeira parte que bate nas pernas de um jogador nosso e dá outra vez canto. O Moreirense foi extremamente forte e penalizado pela falta de eficácia.

Defendemos com grande qualidade. Sofremos um golo e a equipa manteve-se estável. A equipa está mais consistente, rápida e equilibrada. A equipa sofreu um golo e não se enervou. Os adeptos também ajudaram pela energia que transmitiram para dentro de campo. No jogo do Gil Vicente [goleada por 5-1], fomos muito mais eficazes do que hoje”.

– Julio Velázquez (treinador do Vitória de Setúbal): “Obviamente, quando se tem o jogo praticamente ganho e não se ganha no último lance, é frustrante.

Fizemos um bom jogo, num contexto difícil, contra uma equipa que vinha de ganhar, e bem, ao Gil Vicente. Fizemos o mais difícil, que foi chegar à vantagem no marcador. Faltou ter um bocado de calma nalgumas situações de transição. Isto é futebol e o jogo dura até ao momento em que o árbitro apita.

Fiquei contente ao ver a equipa frustrada no balneário. A equipa joga para ganhar em casa e fora e acredita que é possível. Fazendo uma análise a frio, um ponto fora de casa tem de ser valorizado. Fico contente com a equipa querer fazer tudo para ganhar.

Tivemos duas equipas bastante similares em termos de plantel. Para fazermos o segundo golo, tínhamos de ter tido mais calma. Tivemos muito boa atitude a ganhar segundas bolas, mas falhámos no último passe e na decisão [a atacar].

O futebol é um todo. Não se pode analisar apenas a fase defensiva ou a fase ofensiva isoladamente. Dentro das particularidades deste estádio, com esta dimensão [pequena], adaptámo-nos bem e fizemos um bom jogo. Na globalidade, até fomos superiores, mas faltou um pouco mais de tranquilidade”.

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Desporto

Cristiano Ronaldo e Jorge Mendes doam cinco ventiladores à Madeira

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

O internacional futebolista português Cristiano Ronaldo, nascido na Madeira, e o empresário Jorge Mendes vão doar ao Serviço Regional de Saúde da Madeira cinco ventiladores, revelou hoje aquele organismo.

“O Serviço de Saúde da Região Autónoma da Madeira (SESARAM) irá receber uma doação de equipamentos para ajudar no combate à covid-19, cedidos pelo futebolista madeirense Cristiano Ronaldo e pelo empresário Jorge Mendes”, refere uma nota de imprensa, especificando que “vão financiar cinco ventiladores para apoiar no combate à pandemia covid-19” no arquipélago.

Para o Governo Regional, “a cedência destes equipamentos ao SESARAM e à Região vai aumentar a capacidade de resposta ao doente crítico no combate à pandemia”, juntando-se aos 99 ventiladores de que a região dispõe.

“O Serviço de Saúde da RAM agradece a iniciativa do capitão da seleção portuguesa e do seu empresário.”, conclui a nota.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 600 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram quase 28.000.

Dos casos de infeção, pelo menos 129.100 são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 100 mortes, mais 24 do que na véspera (+31,5%), e registaram-se 5.170 casos de infeções confirmadas, mais 902 casos em relação a sexta-feira (+21,1%).

Dos infetados, 418 estão internados, 89 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 43 doentes que já recuperaram.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril.

Além disso, o Governo declarou no dia 17 o estado de calamidade pública para o concelho de Ovar.

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Desporto

UEFA tem vários planos para retomar competições

Covid-19

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Foto: Ilustrativa / DR

A UEFA ainda não sabe quando é que a temporada de futebol pode ser retomada, depois da interrupção devido à pandemia da covid-19, com o presidente do organismo a explicar que existem vários planos que podem ser aplicados.

“Ninguém sabe quando é que a pandemia vai terminar. Temos um plano A, B ou C, e estamos em contacto com as ligas, temos um grupo de trabalho, mas temos de esperar como todos os outros setores”, disse Aleksander Ceferin, presidente da UEFA, em entrevista ao jornal italiano La Repubblica.

O organismo que tutela o futebol europeu tem várias opções, mas Ceferin explicou que não pode existir um plano final, uma vez que a pandemia continua a evoluir.

“A temporada pode recomeçar em meados de maio, em junho ou fim de junho. Existe até uma proposta para terminar a época no início da próxima, que começaria mais tarde. Agora, sem saber quando a pandemia vai terminar, não podemos ter um plano final”, explicou.

A UEFA decidiu adiar o Euro2020 para 2021 e tem as suas competições suspensas, como é o caso da Liga dos Campeões e da Liga Europa.

Sobre a redução dos salários dos jogadores, o esloveno que lidera a UEFA desde 2016 afirmou que não existe “espaço para egoísmos” nesta situação, salientando que muitos jogadores estão de acordo.

Na entrevista, Aleksander Ceferin deixou também críticas à União Europeia na resposta à pandemia.

“Estou dececionado com a União Europeia. A Europa é dominada por um excesso de regras, está dividida e, por essa razão, é mais fraca. Não há solidariedade e é muito triste”, concluiu.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou cerca de 572 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 26.500. Dos casos de infeção, pelo menos 124.400 são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia. Vários países adotaram medidas excecionais, incluindo o regime de quarentena e o encerramento de fronteiras.

Em Portugal, registaram-se 76 mortes e 4.268 infeções confirmadas, segundo o balanço feito na sexta-feira pela Direção-Geral da Saúde. Dos infetados, 354 estão internados, 71 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 43 doentes que já recuperaram.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril.

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Desporto

FIFPro “preocupada” com corte unilateral de salários dos futebolistas

Covid-19

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Foto Ilustrativa / DR

A Federação Internacional das Associações de Futebolistas Profissionais (FIFPro) manifestou-se hoje “preocupada” com a decisão de vários cubes europeus de despedir ou baixar unilateralmente os salários aos atletas em reflexo da pandemia da covid-19.

“Estamos extremamente preocupados que um número significativo de clubes, em mais de meia dúzia de países, tenha começado a dispensar jogadores ou a reduzir unilateralmente os seus salários”, denunciou o organismo, em comunicado.

A FIFPro desafiou todos aqueles que estão com “dificuldades financeiras” a adequar-se à realidade dos respetivos países e a negociar “acordos proporcionais e justos”.

Vários clubes europeus reagiram aos efeitos do novo coronavirus, que suspendeu praticamente todos os campeonatos na Europa, refletindo no corte de salário dos seus atletas as previsíveis perdas com a paragem competitiva.

O FC Barcelona, bicampeão espanhol, anunciou uma redução de salários, os escoceses do Hearts convidaram os seus futebolistas a reduzir o vencimento para metade e vários clubes franceses e alemães privaram os atletas de parte do seu rendimento.

“No momento de uma crise social tão marcante, é preciso encontrar soluções com a contribuição de todos. A maioria dos jogadores de futebol fora das maiores ligas do mundo ganha ao mesmo nível, se não menos, do que o salário médio do país e seria seriamente afetada por cortes salariais”, completa a FIFPro.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou cerca de 572 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 26.500. Dos casos de infeção, pelo menos 124.400 são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, que está em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril, registaram-se 76 mortes e 4.268 infeções confirmadas, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde.

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