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O interior da central hidroelétrica de Ponte da Barca 100 anos depois de ser inaugurada

em

Foto: DR

Foi inaugurada em 1922 e era a mais potente central hidroelétrica do país, mas que inicialmente até só fornecia energia para os concelhos de Braga, Porto e Gaia, que eram os mais necessitados em termos de recursos energéticos. Até então, apenas uma central no rio Coura fornecia eletricidade para algumas vilas do Alto Minho.

100 anos depois da sua inauguração, a Central Hidroelétrica de Paradamonte, em Britelo, Ponte da Barca, continua à espera de recuperação, intenção manifestada, pelo menos, desde 2009, quando a EDP e a Câmara de Ponte da Barca assinaram um protocolo de recuperação do património hidroelétrico antigo naquele concelho que incluía a construção de um museu de eletricidade.

Nos últimos dias, várias fotografias daquele património têm viralizado nas redes sociais, mostrando o atual estado do que outrora foi um dos maiores empregadores de toda a região e que surgiu numa altura de crise com o carvão por causa da I Guerra Mundial.

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De acordo com uma nota da autarquia acerca desta central, é explicado que em “1907 foi concessionado o aproveitamento das águas do rio Lima, as Quedas do Lindoso, utilizado pela empresa espanhola Electro del Lima”.

O empreendimento ficou concluído em 1922 e  alvo de sucessivas ampliações até 1953.

Em 1922 já abastecia os concelhos do Braga, Porto e Gaia, enquanto, por exemplo, logo ali ao lado, em Ponte da Barca e Arcos de Valdevez, a luz só chegou em 1925.

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