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Desporto

O Championship está cada vez mais minhoto: Orlando Sá vai jogar no Reading

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Orlando Sá vai representar o Reading, clube do Championship, divisão do futebol inglês equivalente à II Liga, depois de duas temporadas ao serviço do Légia Varsóvia, da Polónia.


Orlando Sá, natural de Barcelos, começou a jogar futebol no Esposende mas fez a parte principal da sua formação no Sporting de Braga, onde se estreou como sénior, antes de ingressar no FC Porto.

O internacional português, que representou o Fulham em 2011/12, volta assim a Inglaterra.

“Estou muito feliz por chegar a um clube histórico. Adorei os momentos que passei no Légia, mas estava na altura de mudar”, revelou o avançado, de 27 anos, ao jornal Record.

“Tinha outras propostas em cima da mesa, mas o Reading foi o clube que mais determinação demonstrou em contar comigo. A conversa que tive com o treinador Steve Clarke [N.D.R. ex-adjunto de José Mourinho] e com os responsáveis do clube tornaram a minha decisão mais fácil.”

O Reading pagou 1,5 milhões de euros pela transferência do jogador, segundo revela o mesmo jornal, que, acrescenta, “ao contrário do que avança a imprensa polaca, vai auferir de um salário a rondar as 20 mil libras por semana, qualquer coisa como 28 mil euros”. 

Carlos Carvalhal, treinador recentemente contratado pelo Sheffield Wednesday, e Carlos Cachada, preparador-físico do Middlesbrough, que no final da época 2014-2015, já pelas mãos de Aitor Karanka, ex-adjunto de José Mourinho no Real Madrid, jogou a final de acesso à Premier League, em Wembley, são outros representantes do Minho no Championship.

Middlesbrough, Sheffield Wednesday e Reading terminaram a época passada nos 4º, 13º e 19º lugares, respetivamente.

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Futebol

Avançado do Wolverhampton reforça Famalicão

Mercado de transferências

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Foto: DR

O avançado Leonardo Campana vai reforçar o Famalicão esta temporada, por empréstimo do Wolverhampton, anunciou hoje o clube da I Liga portuguesa de futebol.

O avançado equatoriano, de 20 anos, despontou ao serviço do Barcelona de Guayaquil, pelo qual deu nas vistas no campeonato do Equador.

As atuações valeram-lhe a chamada à seleção de sub-20, tendo sido uma das figuras do Mundial da respetiva categoria e no Campeonato Sul-Americano do mesmo escalão, competição na qual se sagrou o melhor marcador e ajudou a equipa equatoriana a vencer a prova.

Internacional pela seleção principal do Equador, Leonardo Campana foi contratado pelo Wolverhampton, do treinador português Nuno Espírito Santo, em janeiro deste ano.

“Estou encantado por ter assinado pelo Futebol Clube de Famalicão. Sei que é um clube que aposta muito em jovens jogadores e, por isso, sinto que me irá oferecer todas as condições para evoluir”, referiu reforço da equipa orientada por João Pedro Sousa.

Na sua página oficial, os ‘Wolves’ esclarecem que o empréstimo de Campana ao Famalicão é válido por uma temporada.

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Futebol

Ricardo Soares mantém princípios da época passada focado na evolução do Moreirense

I Liga

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Foto: DR

O treinador Ricardo Soares admitiu hoje esperar um Moreirense à imagem da última época, apesar das mudanças notadas antes da receção ao Farense, no domingo, em jogo da ronda inaugural da I Liga de futebol.

“Saíram sete jogadores que normalmente faziam parte das escolhas e entraram outros atletas. Apresentámos uma boa organização na pré-época, superior ao normal para esta fase, fruto dos jogadores que já cá estavam. Temos muito a melhorar e cada dia é importante para o crescimento coletivo”, apontou o técnico, em conferência de imprensa.

Os ‘cónegos’ projetam a sétima temporada consecutiva na elite com renovadas esperanças de uma caminhada pacata e ambiciosa, após as duas melhores classificações de sempre, tendo enfrentado um defeso “com especificidades e a fugir ao padrão”, em função da pandemia de covid-19, que veio acrescentar ânsia de competir.

“Tivemos menos tempo, mas um grande sentido de responsabilidade em representar o Moreirense, que habituou as pessoas a fazer bons campeonatos nos últimos anos. O grupo está com enorme vontade de ir a jogo, até pelos fatores que são conhecidos. A pandemia afeta-nos a todos e o futebol é uma libertação para os jogadores”, observou.

A temporada arranca ainda sem adeptos nas bancadas, numa decisão tomada “para o bem comum”, embora contrariando a “beleza do futebol”, trazendo à vila de Moreira de Cónegos o recém-promovido Farense, que assistiu em abril ao cancelamento antecipado da última edição da II Liga e foi dos primeiros clubes a iniciar a preparação de 2020/21.

“Por acaso, contratámos jogadores que estavam há muito tempo parados. O Farense teve muito tempo parado, mas treina há muito mais tempo do que nós e isso pode ser uma desvantagem. Há sempre dificuldades para as equipas imporem o seu estilo no primeiro jogo, mas acredito que a equipa esteja preparada”, afiançou Ricardo Soares.

Diante de um adversário “extremamente organizado”, assente no “​​​​​​​aproveitamento da transição ofensiva e das bolas paradas”, o treinador do Moreirense pretende “vincar uma identidade de forma afirmativa e competente”, sabendo que o plantel “ainda não está no seu melhor” e necessita de adquirir no mercado “competitividade interna superior”.

“O ponto negativo da pré-época é que os jogadores tenham chegado tarde e ainda aguardarmos por outros. O futebol hoje é assim para todos os clubes e não é diferente para nós. Temos de ser moderados, pacientes e não trazer jogadores por trazer. Sei que a direção está atenta e a tentar dotar a equipa de maior competência no futuro”, finalizou.

Ricardo Soares terá de colmatar as ausências dos lesionados Kewin, Sori Mané, Derik Lacerda e Yan e de Nahuel Ferraresi, suspenso por dois jogos, após ter sido expulso na última partida cumprida ao serviço do FC Porto B na temporada anterior.

Moreirense e Farense estreiam-se em 2020/21 no domingo, às 18:30, no Estádio Comendador Joaquim de Almeida Freitas, em Moreira de Cónegos, em partida da ronda inaugural da I Liga, que será arbitrada por João Bento, da associação de Santarém.

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Motores

Miguel Oliveira arranca do 15.º lugar para o GP da Riviera de Rimini de MotoGP

Motociclismo

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Foto: DR / Arquivo

O piloto português Miguel Oliveira (KTM) vai partir no domingo do 15.º lugar da grelha para o Grande Prémio da Emília Romana e Riviera de Rimini, sétima prova da temporada de MotoGP, depois de hoje ter caído duas vezes.

Miguel Oliveira fez hoje a sua melhor volta em 1.31,841 minutos, tendo melhorado cerca de meio segundo face ao registo da semana passada neste mesmo circuito, onde se disputou o GP da São Marino, e que lhe valeu, na altura, o 12.º lugar da grelha.

O piloto luso sofreu hoje duas quedas durante a terceira sessão de treinos livres, que apurou os 10 melhores para a segunda fase da qualificação (Q2), tendo mesmo de passar pelo centro médico do circuito de Misano, “para despistar eventuais lesões”, explicou a responsável de comunicação da equipa Tech3, Mathilde Poncharal, à Lusa.

Miguel Oliveira apresentava queixas no ombro direito, mas “após os exames, não revelou lesões, pelo que o piloto está bem”, confirmou a mesma fonte.

As quedas, na curva 15 do circuito italiano, impediram o piloto português de melhorar o seu registo e ir além do 16.º lugar da sessão, o que o obrigou a participar na primeira fase da qualificação (Q1).

Oliveira chegou a liderar esta fase eliminatória, da qual seriam apurados os dois mais rápidos para a Q2, mas acabaria por baixar ao quinto lugar final, que corresponde ao 15.º posto da grelha de partida, a 764 milésimos de segundo do autor da ‘pole position’, o espanhol Maverick Viñales (Yamaha), que bateu o australiano Jack Miller (Ducati) e o francês Fabio Quartararo (Yamaha).

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