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Nuno Sá: “Governo injetou 7 milhões nas empresas de Famalicão”

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“A capacidade dos empresários e a ação do Governo de António Costa têm sido ferramentas decisivas para fazer descer o desemprego no concelho de Vila Nova de Famalicão. Só em 2016, o Governo injetou 7 milhões de euros no apoio às empresas famalicenses, através do Centro de Emprego, que tem menos 1700 desempregados registados do que tinha em finais de 2015, quando o Governo do PS entrou em funções, ou seja, estamos a falar de uma descida de 25 por cento.”


Este foi o balanço feito pelo famalicense Nuno Sá, após uma visita de trabalho ao Centro de Emprego de Vila Nova de Famalicão, na semana finda, no âmbito da iniciativa “Deputado em Ação”. Nuno Sá esteve reunido com Jaime Duarte, diretor do Centro de Emprego local, que transmitiu ao deputado do PS boas notícias sobre o comportamento das empresas e da economia às medidas tomadas pelo Governo. Em comunicado, Nuno Sá revelou ter ficado “bastante satisfeito”.

“O mérito não é do município”

Deputado Nuno Sá (PS) é também cabeça de lista à Câmara Municipal de Famalicão. DR

Segundo nota enviada pelo também candidato à Câmara de Famalicão, Jaime Duarte afirmou que “o Centro de Emprego de Famalicão foi o principal motor desta acentuada melhoria no emprego, ao ter contribuído em 2016 com a injeção de 7 milhões de euros em apoios às empresas, através das várias medidas disponíveis” no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).

“Revolta-me que tentem passar a mensagem que o mérito desta evolução seja das políticas autárquicas, quando não é verdade. É preciso respeito pelas instituições e, neste caso, pelo trabalho do Centro de Emprego de Famalicão”, desabafou Jaime Duarte, segundo a nota, uma vez que os apoios municipais, embora sejam bem-vindos pelos empresários, são residuais no contexto de um projeto de investimento empresarial.

O deputado Nuno Sá não poderia ter melhores notícias sobre o papel do Governo de António Costa no apoio efetivo às empresas, que, segundo Jaime Duarte, “está efetivamente” na base da forte descida do desemprego em Famalicão, ao contrário do que possam fazer entender certas notícias.

“Por vezes, tenho que me insurgir sobre o que leio na imprensa local, já que o papel fundamental na redução do número de desempregados e na criação de emprego não é do Município, mas sim do IEFP e, neste caso, do Centro de Emprego de Famalicão”, destacou o diretor Jaime Duarte.

O problema da mão-de-obra qualificada

Ouvidos os números e as explicações, o deputado Nuno Sá destacou “o excelente trabalho que está a ser realizado no Centro de Emprego de Famalicão” e a ação do Governo de António Costa, “nomeadamente com as medidas de devolução de rendimentos, do aumento do salário mínimo, da redução da carga fiscal, na aposta na inovação, no conhecimento e na qualidade do emprego”.

“Sete milhões de euros de investimento só em 2016 significa que o Centro de Emprego tem sido o motor e a alavanca que têm impulsionado o emprego no concelho de Famalicão”, reforçou Nuno Sá.

De acordo com a mesma fonte, o centro do IEFP de Famalicão tem inscritas 7.700 pessoas sem emprego, sendo que cerca de 3.000 desses desempregados são pessoas de difícil colocação, pois têm mais de 50 anos, sendo improvável a sua reconversão. Isto não significa que o mercado de trabalho esteja parado. Pelo contrário, as empresas procuram mão-de-obra, só que as competências dos desempregados registados estão desajustadas face às necessidades. “Na verdade, temos um problema grave: começamos a não ter resposta para os pedidos das empresas”, reconhece Jaime Duarte.

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Sindicato descontente com termas de Vizela encerradas pede reunião à Câmara

Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte

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Os trabalhadores das termas de Vizela pediram uma reunião ao presidente da Câmara para manifestar insatisfação com o encerramento do balneário desde novembro e por incumprimento dos direitos laborais, informou hoje o sindicato do setor.

Em comunicado, o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte, diz que “o balneário encerrou devido a uma contaminação nas águas”, mas esse problema “ficou resolvido em três meses”.

O sindicato refere que a empresa Tesal, que gere a estância termal, por concessão da Câmara, “não respeita os direitos dos trabalhadores, nem no balneário termal, nem no hotel”.

“O sindicato requereu hoje uma reunião com a empresa e com a Câmara Municipal para exigir a reabertura imediata do balneário termal, o pagamento dos salários de julho e agosto a 100% e o respeito pelos demais direitos dos trabalhadores”, lê-se no documento.

Sobre esta posição do sindicato, o presidente da câmara explicou à Lusa que o balneário só reabrirá quando forem cumpridas as exigências das autoridades de saúde.

Vítor Hugo Salgado informou que estão a ser feitas análises às águas termais para determinar a reabertura do equipamento, o que deve ocorrer até ao final do ano.

Sobre o alegado incumprimento nos salários, o autarca disse ter a informação de que a situação tem vindo a ser regularizada, recordando que a pandemia da covid-19 trouxe dificuldades acrescidas ao setor.

O presidente da câmara adiantou que vai receber o sindicato para ouvir a posição dos representantes dos trabalhadores.

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Guimarães

Jovem de 17 anos molestada sexualmente na via pública em Guimarães

Assédio sexual

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Uma jovem mulher de 17 anos alega ter sido molestada na via pública, em Guimarães, na tarde de ontem, segunda-feira.

De acordo com o Guimarães Digital, do Grupo Santiago, a vítima diz ter sido molestada sexualmente no centro da cidade, por volta das 15 horas.

O homem, desconhecido, terá encetado fuga depois do ataque sexual.

A jovem apresentou queixa na esquadra da PSP de Guimarães, que está a investigar a ocorrência.

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Guimarães

Guimarães: José Neves doa dois terços da fortuna para causas sociais

Economia

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O empresário José Neves, de Guimarães, anunciou hoje que irá doar dois terços da fortuna ao movimento Giving Pledge, fundado por Bill Gates e Warren Buffett, de forma a ajudar as principais causas sociais em todo o mundo.

De acordo com o jornal Público, o CEO da Farfetch é o primeiro português a aderir a este movimento.

“Fui aceite pela Giving Pledge, que é a iniciativa de Bill e Melinda Gates e de Warren Buffett para filantropos que prometeram doar mais de 50% da sua fortuna. No meu caso, foi dois terços”, disse esta quarta-feira o empreendedor aos jornalistas, no Porto, antes de apresentar um dos projetos-piloto de uma fundação que criou.

Neves declara que a adesão ao movimento solidário global passa por um “gesto de gratidão” e “um sentimento de dever, de missão”.

“Quando sentimos um dever, sem uma carga moral associada, um dever fazer, porque é o que tem de ser feito, chega o momento de começar a partilhar”, disse, classificando o movimento como “uma rede fantástica”.

O movimento fundado pelo casal Gates reune duas vezes por ano para “ouvir especialistas e trocar ideias” no que toca à filantropia.

Em 2019, a edição portuguesa da revista Forbes classificou o vimaranense como o quarto homem mais rico do país.

O empresário, que também tem residência em Londres e tem a Farfetch como o seu principal ativo, tem uma fortuna estimada em 1010 milhões de euros.

Vimaranense José Neves é o quarto mais rico de Portugal

Segundo a revista, a maioria dos milionários nasceu rico ou herdou uma fortuna. O vimaranense está na categoria dos que construíram a partir do zero.

Na primeira posição estava Maria Fernanda Amorim, com uma fortuna de 4,1 mil milhões de euros. Alexandre Soares e Vítor da Silva Ribeiro completavam o pódio.

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