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Ave

Nuno Sá é candidato pelo PS à câmara de Famalicão

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A concelhia PS de Vila Nova de Famalicão, distrito de Braga, anunciou que escolheu o advogado Nuno Sá para candidato às eleições autárquicas do próximo ano.


“Temos um candidato que alia a juventude à experiência, a notoriedade à ambição. É uma personalidade famalicense com provas dadas por um percurso cívico, profissional e político de excelência. Pautou sempre a sua vida pela coragem em assumir os desafios mais difíceis, pelo empenho, pela ambição e seriedade com que sempre serviu o bem público”, descreve um comunicado dos socialistas.

O PS/Famalicão, que atualmente é oposição num município liderado em maioria pelo executivo PSD/CDS-PP de Paulo Cunha, descreve Nuno Sá como “o melhor candidato” na perspetiva do partido e do município, recordando que o agora candidato tem cerca de 11 anos de trabalho como deputado à Assembleia da República, com responsabilidade em várias áreas como Trabalho e Segurança Social.

“Estamos hoje capazes de protagonizar uma verdadeira alternativa para Famalicão, com a máxima ambição e responsabilidade, capaz de conquistar e merecer a confiança dos famalicenses”, refere a nota da concelhia socialista que é assinada pelo presidente da estrutura local Luís Andrade Moniz.

“Em democracia são os eleitores que decidem. Nunca há vencedores nem derrotados antes das eleições. O PS afirma-se unido, grande e forte com esta candidatura. Vamos ser alternativa, vamos dar luta e vamos para vencer em 2017”, conclui o comunicado.

Nuno Sá tem 40 anos e é licenciado pela Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa – Centro do Porto.

Atualmente trabalha na Autoridade para as Condições do Trabalho, tendo sido deputado à Assembleia da República e assessor do Governador Civil de Braga, Fernando Moniz.

 

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Guimarães

“Sou avesso às máscaras”, justifica militante de Guimarães durante convenção do Chega

Covid-19

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Foto: Chega TV

As máscaras de proteção contra a covid-19 usadas por muitos participantes na manhã do primeiro dia da Convenção Nacional do Chega foram “caindo” com o passar das horas e de tarde, na sala, poucos as tinham postas.

À entrada da sala para a II Convenção Nacional do partido, em Évora, um segurança controlou, desde o arranque dos trabalhos, o uso da máscara por quem entrava, sem registo de muitos “prevaricadores” durante a manhã.

Mas, os que não traziam máscara, também tinham “remédio” imediato. Aos seus pés, o segurança teve sempre uma caixa com máscaras, que distribuiu aos “esquecidos”.

Também no corredor de acesso, durante a manhã, foi possível observar que muita gente passou por uma estrutura com um doseador de gel desinfetante e um termómetro de infravermelhos.

Só que, depois de almoço, a “história” já foi outra, constatou a Lusa no local. Na sala com os cerca de 600 participantes, raros eram os que, fila a fila, ainda tinham a máscara colocada no rosto.

“Estou extremamente cansado de estar com ela e, pessoalmente, sou avesso à máscara. É um antro de doenças e não de proteção de doenças”, justificou à Lusa o militante do Chega Adão Pizarro, que viajou até Évora desde Guimarães, com outros três membros da concelhia local.

Questionado sobre se, ao estar sem máscara, não o preocupava a covid-19, o mesmo militante ironizou: “Vamos todos ter de passar pelo vírus. Quando vier, que venha por bem que a gente vai mandar a covid ‘às favas’”.

O seu companheiro de concelhia Rodrigo Freitas, sentado ali ao pé e igualmente sem máscara, comparou o facto de estar na convenção partidária com uma ida ao café

“Entrámos aqui com máscara e agora sentámo-nos e tirámo-la. É como no café”, afirmou.

Chegados só de tarde, Rui Pedro Rodrigues e Maria José Costa, um casal de Lisboa, foram outros dos que dispensaram as máscaras no interior da sala.

“Estamos sem máscara, mas com o distanciamento social necessário. É uma separação consciente e fizemos a desinfeção à entrada”, afiançou Maria José, acrescentando ter “desinfetante na carteira pronto a usar”.

O coordenador do núcleo do Chega em Gondomar (Porto), Durval Padrão, invocou igualmente o facto de estar sentado no seu “cantinho”, distanciado das pessoas, para ignorar a máscara.

“Isto da máscara é violento, é o que acho, ou então é por eu já estar perto dos 50”, disse o antigo dirigente do Partido Democrático Republicano (PDR), do qual se desvinculou por não ter gostado “do que lá se passava”, optando agora pelo Chega, que considera ser “um partido diferente”.

Aliás, a pandemia de covid-19 “foi um ótimo pretexto para quem vive à custa do dinheiro dos contribuintes não fazer nada”, alegou, criticando: “As câmaras e os tribunais aproveitam para fazer o menos possível. Tudo o que é público está parado paradinho”.

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Ave

Foi fazer voluntariado e roubaram-lhe o carro em Famalicão. Associação deixa apelo

Roubo

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Foto: Facebook de Refood Famalicão

Uma mulher de Famalicão ficou sem o carro, esta tarde de sábado, enquanto fazia ação de voluntariado junto à estação de comboios daquela cidade, nas instalações da Refood.

Numa publicação nas redes sociais, a instituição de solidariedade deixa um apelo a quem possa ter visto o automóvel para que contacte aquela associação ou as autoridades, que já tomaram conta da ocorrência.

O carro, um Toyota Starvan de cor vermelha, estaria estacionado em frente ao centro de operações da Refood quando foi levado por desconhecidos.

A matrícula é 51-77-EQ.

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Ave

Câmara de Vizela oferece 60 mil máscaras à população com entrega pelo correio

Covid-19

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Foto: Divulgação / CM Vizela

A Câmara de Vizela vai reforçar a distribuição de máscaras, efetuando uma nova distribuição de 60 mil unidades pela população, anunciou aquela autarquia do vale do Ave.

A entrega será efetuada pelos CTT e deverá ocorrer faseadamente ao longo das próximas duas semanas, num kit composto por quatro máscaras e um folheto de como as utilizar corretamente, que será distribuído por todas as habitações do concelho.

Este reforço de kits de máscaras será também entregue nas juntas de freguesia, pelo que os munícipes que não recebam as máscaras nas suas habitações podem dirigir-se àqueles espaços para efetuar o levantamento das mesmas.

Em comunicado, a autarquia revela que esta é também um incentivo á economia local, “pois estes kits são compostos por máscaras certificadas e produzidas por uma empresa do concelho de Vizela”.

“Esta medida, para além de ser relevante do ponto de vista da saúde pública, trata-se, acima de tudo de uma ação de sensibilização para o uso da máscara, de forma a que população se consciencialize das medidas de proteção a adotar, evitando a transmissão da doença na nossa comunidade”, diz o mesmo texto.

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