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Desporto

Nuno Barros, Rui Lacerda e mais 9 canoístas lusos nos Mundiais de maratonas — Programa

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Uma seleção de 11 canoístas lusos participa nos Mundiais de maratonas, que decorrem de sexta-feira a domingo em Brandenburgo, Alemanha.

Entre outros, estarão presentes o experiente Nuno Barros e pelo jovem Rui Lacerda, ambos com títulos europeus e mundiais na variante de canoas (C1), Duarte Silva e Ricardo Coelho, atuais campeões da Europa de maratona em C2 júnior, os quatro do Clube Náutico de Ponte de Lima, e Sérgio Maciel do Darque Kayak Clube.

Os pupilos do selecionador Rui Câncio já conquistaram 28 medalhas em provas internacionais de maratonas em 2016, nomeadamente seis nos Europeus e 22 na Taça do Mundo.

No seu historial em Campeonatos do Mundo de maratonas, Portugal já soma 29 pódios, sendo que quatro deles foram de ouro, nomeadamente a K1 Beatriz Gomes (2009) e os C1 Nuno Barros (2010), Samuel Amorim (2013) e João Amorim (2015).

A comitiva partiu hoje do Porto rumo à Alemanha.

Programa

– Sexta-feira, 16 setembro

11:03 C1 júnior: Sérgio Maciel e Marco Apura.

14:45 K1 sub-23: Miguel Rodrigues.

– Sábado, 17 setembro

09:00 K1 júnior: Nuno Cruz e Luis Ferreira.

11:35 C1 Nuno Barros e Rui Lacerda.

14:45 K1 José Ramalho e Alfredo Faria.

– Domingo, 18 setembro

09:00 K2 júnior: Luis Ferreira/Nuno Cruz.

09:05 C2 júnior: Ricardo Coelho/Duarte Silva e Sérgio Maciel/Marco Apura.

11:33 C2 Nuno Barros/Rui Lacerda.

14:30 K2 Alfredo Faria/Miguel Rodrigues.

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Futebol

“Vamos tentar fazer 31 pontos na segunda volta”

Declarações após o Famalicão-Marítimo (1-1)

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Foto: DR / Arquivo

Declarações dos treinadores do Famalicão e do Marítimo no final do encontro da 17.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol:

– João Pedro Sousa (treinador do Famalicão): “O Marítimo é uma equipa muito forte, com um processo ofensivo com muita qualidade, com um bom guarda-redes, que dificulta a pressão alta que queríamos fazer, uma vez que consegue vascular o jogo com facilidade. No processo defensivo também é uma equipa muito forte.

Contudo, conseguimos ser competentes para chegar com bola aos nossos médios. Na primeira parte, tivemos várias oportunidades para lá chegar. Fomos previsíveis e algo lentos, falhámos alguns passes e não chegámos com a qualidade que pretendíamos para as zonas de finalização.

Na segunda parte fomos melhores e dominámos o Marítimo. Fomos muito pressionantes com e sem bola, mas com algum azar não empatámos. No último lance fomos felizes, mas o último é igual ao primeiro. Acabámos por empatar e foi um justo prémio para nós.

Vamos tentar fazer 31 pontos na segunda volta. Como profissionais, num clube como o Famalicão, só podemos pensar desta forma: fizemos jogos contra todas as equipas da primeira divisão e não podemos olhar para trás. O jogo acabou e está tudo no balneário triste. Ninguém pode falar em acabar no oitavo lugar, isso não nos passa pela cabeça. Se fomos capazes de fazer 31 pontos na primeira volta, sabemos que é complicado, que há equipas com outros recursos, mas vamos lutar por objetivos altos e pelos mesmos 31 pontos. Não vamos baixar a fasquia, trabalhamos numa casa que nos exige vitórias e sucesso”.

– José Gomes (treinador do Marítimo): “Foi um jogo repartido, com o Famalicão a ter mais tempo a controlar o jogo, mas os meus jogadores foram cumpridores naquilo que era o nosso plano de jogo, a parar aquilo que eles fazem neste campeonato. Normalmente, nestas situações, o foco vai para aquilo que o Famalicão não fez bem, mas a questão é porque é que não conseguiu fazer o que costuma fazer.

Todos os maritimistas antes do jogo comprariam o empate. Depois do jogo fica o sabor de perda de dois pontos. Jogámos contra uma equipa muito bem organizada e que não está no terceiro lugar por acaso. Defensivamente fomos cumpridores e conseguimos anular o jogo ofensivo do Famalicão. Foi pena este lance no fim que deu o golo.

Desde que cá estou, só perdemos o primeiro jogo. Por isso, atendendo ao registo desta época, podemos considerar positivo. A tendência é melhorar e que a equipa suba o nível”.

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Desporto

Autópsia a Paulo Gonçalves realizada e corpo esperado no início da semana em Esposende

Corpo sujeito a duas autópsias a pedido da seguradora

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Foto: Divulgação

A autópsia de Paulo Gonçalves já foi realizada e o corpo do piloto falecido no Rali Dakar deverá ser libertado nos próximos dias, indicou à Lusa fonte da Secretaria de Estado das Comunidades.

“Realizaram-se hoje [domingo] os procedimentos forenses que estavam ainda em falta. Aguarda-se que o processo fique concluído do ponto de vista administrativo no início da semana. A trasladação irá realizar-se nos dias seguintes”, revelou à agência Lusa a mesma fonte, por escrito.

Mais de mil motards homenagearam Paulo Gonçalves em Lisboa

De acordo com a mesma fonte, “a família foi contactada pela Embaixada de Portugal na Arábia Saudita, que tem acompanhado todo o processo, em contacto com as autoridades sauditas”.

Esta segunda autópsia ao corpo do malogrado piloto português foi feita a pedido da seguradora, faltando agora o relatório médico.

De acordo com o que revelou fonte da equipa Hero à Lusa na semana passada, “lesões graves na cabeça e cervical” provocadas pela queda a alta velocidade durante a sétima etapa da prova estiveram na origem da morte do piloto luso.

A Câmara Municipal de Esposende indicou que está a ser preparado o desfile fúnebre até ao cemitério de Gemeses, onde será sepultado.

‘Motards’ vão encher marginal de Esposende no último adeus a Paulo Gonçalves

Paulo Gonçalves faleceu dia 12 de janeiro, aos 40 anos, na sequência de uma queda sofrida ao quilómetro 273 da sétima de 12 etapas do Rali Dakar de todo-o-terreno, cuja 42.ª edição se disputou este ano na Arábia Saudita.

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Futebol

“Dividiu-se o mal pelas aldeias”

17.ª jornada da Liga

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

Declarações dos treinadores após o jogo Paços de Ferreira – Gil Vicente, que terminou empatada (0-0), da 17.ª jornada da I Liga de futebol:

– Vítor Oliveira (treinador do Gil Vicente): “Foi um jogo muito difícil. Houve uma guerra tremenda pelos pontos. O jogo nem sempre foi bem jogado, mas foi emotivo. Estava-se a adivinhar um golo para qualquer um dos lados e, quem marcasse, ficava mais perto de ganhar.

Não houve muitas oportunidades, lembro-me de duas bolas na barra, também tivemos as nossas oportunidades, mas seria penalizante a derrota para qualquer uma das equipas. Mas, também, nenhuma delas merecia vencer. Dividiu-se o mal pelas aldeias. Conseguimos ganhar um ponto e o resultado está de acordo com o que as equipas produziram”.

– Pepa (treinador do Paços de Ferreira): “Tornou-se um jogo difícil e complicado. Tentámos na primeira parte ter mais bola e ligar os setores, mas uma equipa quando está baixa, de frente para o jogo e à espera do erro, torna-se fácil identificar as referências de pressão. Sentimos isso, o que deu azo às transições do Gil, mas a entrada foi positiva da nossa parte. Optámos depois por um jogo diferente, mais combativo e direto, o terreno assim exigia. Conseguimos várias oportunidades, mas não fizemos golo.

Estamos sempre mais próximos de ganhar quando não sofremos e nesse aspeto temos crescido muito. Quatro jogos seguidos sem sofrer é algo de valorizar, e muito”.

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