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Braga

Números covid descem em Braga. Há agora 912 infetados ativos

Covid-19

em

Foto: O MINHO

O concelho de Braga regista 912 casos ativos de covid-19, menos 171 do que na quinta-feira.

O município contabiliza agora 3.496 casos desde o início da pandemia, mais 142 em 24 horas.

Há ainda mais 312 doentes curados nas últimas 24 horas, totalizando 2.648 recuperações desde o início da pandemia.

Há 78 óbitos a lamentar, mais um desde quinta-feira.

Por fim, estão 1.317 pessoas em isolamento profilático, mais 129 do que na quinta.

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Braga

Longas filas em Braga para o voto antecipado

Eleições presidenciais 2021

Foto: Paulo Silva

Foram longas as filas desta manhã à porta do Altice Fórum, em Braga, para o voto antecipado nas Eleições Presidenciais, sobretudo entre as 11 e as 13 horas.

Através das redes sociais, são vários os relatos que dão conta da enorme afluência, mostrando também dezenas de pessoas nas filas para as diferentes mesas de voto. A distância entre diferentes filas era de cerca de um metro, não cumprindo os limites impostos pela DGS.

O presidente da Câmara de Braga, Ricardo Rio, que também votou hoje, sublinhou a importância do voto antecipado para “aligeirar a carga” sobre as mesas de voto que no dia 24 funcionarão nas juntas de freguesia, mas, talvez antecipando este cenário, voltou a mostrar preferência pelo adiamento das eleições.

Foto: Paulo Silva

“É um processo eleitoral que vai decorrer em circunstâncias muito particulares, eu tive já oportunidade de expressar a minha opinião de que deveria ter sido adiado, sobretudo tendo consciência de que iríamos entrar num período de confinamento (…).

“Ainda assim, se a opção foi prosseguir com o ato eleitoral, temos de criar todas as condições para que em todos os locais exista o máximo de segurança e o máximo de confiança e a participação possa ser o mais alargada possível”, referiu o autarca.

Rio acrescentou que a resposta em Braga “foi bastante positiva”, com quase 6.000 inscritos para o voto antecipado em mobilidade, sendo 75 por cento do concelho.

Foto: Ricardo Rio

Para votar em Braga, no Altice Fórum, inscreveram-se, concretamente, 5.972 eleitores, dos quais 4.513 são daquele concelho.

Há 11 mesas de voto e são respeitadas as regras da Direção-Geral da Saúde, destacando-se a desinfeção permanente das mesas de voto, o uso obrigatório de máscara, a medição da temperatura corporal e a desinfeção do calçado.

De forma a evitar aglomerações, as mesas de voto estão equipadas com um software de gestão de filas de espera, desenvolvido pela MobiQueue, ‘startup’ da comunidade da Startup Braga.

No país, 246.880 pessoas pediram o voto antecipado em mobilidade para as presidenciais de 24 de janeiro, quatro vezes mais do que para as legislativas de 2019.

As eleições presidenciais, que se realizam em plena epidemia de covid-19 em Portugal, estão marcadas para 24 de janeiro e esta é a 10.ª vez que os portugueses são chamados a escolher o Presidente da República em democracia, desde 1976.

A campanha eleitoral começou no dia 10 e termina em 22 de janeiro.

Concorrem às eleições sete candidatos, Marisa Matias (apoiada pelo Bloco de Esquerda), Marcelo Rebelo de Sousa (PSD e CDS/PP) Tiago Mayan Gonçalves (Iniciativa Liberal), André Ventura (Chega), Vitorino Silva, mais conhecido por Tino de Rans, João Ferreira (PCP e PEV) e a militante do PS Ana Gomes (PAN e Livre).

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Braga

Eleitores em Braga preferem o frio ao perigo da pandemia

Eleições presidenciais 2021

Foto: Ricardo Rio / Facebook

Apesar de os termómetros andarem pelos zero graus, cerca de 20 pessoas chegaram hoje antes da abertura das urnas ao local destinado para o voto antecipado em Braga e esperaram largos minutos ao relento para votarem para as Presidenciais.

A ideia era, sobretudo, fugir aos aglomerados no dia previsto para as eleições, 24 de janeiro, porque a pandemia está cada vez mais preocupante e, por isso, todo o cuidado é pouco.

Além disso, os eleitores consideram desnecessário esperar pela segunda semana de campanha para decidirem o seu voto, até porque não é propriamente a cor do batom que interessa aos portugueses.

“O meu voto já estava decidido. A campanha é muito fraca, abordaram-se poucos assuntos de interesse, como a educação, o desemprego, os sem-abrigo ou as alterações climáticas. Tem estado muito centrada no debate direita-esquerda, no batom vermelho ou batom preto”, referiu Carlos Dobreira.

Entre críticas ao facto de não haver uma estrutura que protegesse do frio, Carlos Dobreira, eleitor de Braga, disse que optou pelo voto antecipado “por questões de segurança” e de distanciamento social.

Na fila para entrar no local onde decorre a votação, estava também Valentina Pereira, de 20 anos, que é de Penafiel, mas pediu para votar antecipadamente em Braga.

“Vim às 08:00 a ver se não apanhava tanta fila e não estava tanta gente”, adiantou, sublinhando a importância de os eleitores terem a oportunidade de exercer o seu direito de voto mesmo “não estando em casa”.

Disse-se “esclarecida” sobre as eleições, sobretudo com os debates entre os candidatos, e sublinhou que “é importante” todos exercerem o seu direito de voto.

De igual forma, Lucas Reis, 21 anos, natural de Évora, mas residente em Braga há dois anos, também pediu para votar antecipadamente, face à incerteza quanto ao seu horário de trabalho no próximo domingo.

“Principalmente numa altura destas, nos tempos em que estamos, é mais que importante votar. Conquistámos o direito de votar, é nosso dever e nosso direito votar”, apontou.

O presidente da Câmara de Braga, Ricardo Rio, que também votou hoje, sublinhou a importância do voto antecipado para “aligeirar a carga” sobre as mesas de voto que no dia 24 funcionarão nas juntas de freguesia.

“É um processo eleitoral que vai decorrer em circunstâncias muito particulares, eu tive já oportunidade de expressar a minha opinião de que deveria ter sido adiado, sobretudo tendo consciência de que iríamos entrar num período de confinamento (…). Ainda assim, se a opção foi prosseguir com o ato eleitoral, temos de criar todas as condições para que em todos os locais exista o máximo de segurança e o máximo de confiança e a participação possa ser o mais alargada possível”, referiu o autarca.

Rio acrescentou que a resposta em Braga “foi bastante positiva”, com quase 6.000 inscritos para o voto antecipado em mobilidade, sendo 75 por cento do concelho.

Para votar em Braga, no Altice Fórum, inscreveram-se, concretamente, 5.972 eleitores, dos quais 4.513 são daquele concelho.

Há 11 mesas de voto e são respeitadas as regras da Direção-Geral da Saúde, destacando-se a desinfeção permanente das mesas de voto, o uso obrigatório de máscara, a medição da temperatura corporal e a desinfeção do calçado.

De forma a evitar aglomerações, as mesas de voto estão equipadas com um software de gestão de filas de espera, desenvolvido pela MobiQueue, ‘startup’ da comunidade da Startup Braga.

No país, 246.880 pessoas pediram o voto antecipado em mobilidade para as presidenciais de 24 de janeiro, quatro vezes mais do que para as legislativas de 2019.

As eleições presidenciais, que se realizam em plena epidemia de covid-19 em Portugal, estão marcadas para 24 de janeiro e esta é a 10.ª vez que os portugueses são chamados a escolher o Presidente da República em democracia, desde 1976.

A campanha eleitoral começou no dia 10 e termina em 22 de janeiro.

Concorrem às eleições sete candidatos, Marisa Matias (apoiada pelo Bloco de Esquerda), Marcelo Rebelo de Sousa (PSD e CDS/PP) Tiago Mayan Gonçalves (Iniciativa Liberal), André Ventura (Chega), Vitorino Silva, mais conhecido por Tino de Rans, João Ferreira (PCP e PEV) e a militante do PS Ana Gomes (PAN e Livre).

Reportagem de Vítor Pereira, da agência Lusa.

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Braga

Há dez meses que voluntários fornecem duas refeições diárias aos carenciados de Braga

Projeto “Virar a Página”

Foto: Divulgação / VAP

A 16 de janeiro, o projeto Virar a Página (VAP) completa dez meses de refeições solidárias, preparando e distribuindo, a cidadãos carenciados da cidade de Braga, duas refeições diárias.

No momento em que o país inicia o segundo confinamento geral, o projeto VAP confirma que não irá fechar, nem interromper o serviço de emergência alimentar, que dura já desde março de 2020.

“Preparamo-nos, aliás, para uma nova vaga de pedidos de ajuda”, afirma Helena Pina Vaz, da coordenação do projeto.

Para além das necessidades relacionadas com a falta de alimento, situação de carência particularmente agravada com o aparecimento da pandemia, o projeto VAP acompanha de perto os beneficiários, tendo sido possível conhecer a situação particular de cada uma dessas pessoas.

“Neste momento, o VAP, tem vindo também a ajudar a equipar as casas destas famílias, que conhecem agora com grande proximidade, ajudando também na procura de empregos.

“É impossível ignorarmos as necessidades que conhecemos, que vieram ao nosso encontro. Muitas destas pessoas, não têm os bens mais elementares nas suas casas”, explica ainda Helena Pina Vaz,

“As necessidades são estremas e procuramos que as pessoas reequilibrem a sua vida e possam virar a página mesmo. O nosso serviço tem de permitir que as pessoas vivam com dignidade e a promoção da paz social passa, garantidamente, pela correção das injustiças. Por tudo isto, não desistiremos”, assegura.

O VAP insiste no pedido de apoios regulares, como as contribuições dos “Amigos do Virar a Página”. “Podem começar o ano da melhor forma apoiando o nosso projeto com um euro. Euro a euro viramos muitas páginas”, apelam.

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