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Viana do Castelo

Novo troço entre a EN 13 e o porto de Viana abriu hoje ao trânsito

Obras públicas

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Foto: CM Viana do Castelo

O novo troço de acesso ao Porto de Mar de Viana do Castelo entre a rotunda da Estrada Nacional 13 (EN13), em Neiva, e a rotunda da Amorosa Nova (kartódromo), abriu hoje ao trânsito, com um total de 3,6 quilómetros de extensão, anunciou a autarquia.

A empreitada custou 7,3 milhões de euros e pretende “descongestionar as vias urbanas do tráfego de veículos pesados, retirando da antiga Estrada Nacional 13 e do interior da freguesia de Darque o tráfego de pesados de e para o Porto de Mar”.

Em comunicado, a Câmara de Viana do Castelo explica que a obra “inclui a criação de uma rodovia de 8,8 quilómetros de extensão a ligar a A28 ao Porto de Viana do Castelo em São Romão de Neiva, com duas faixas de rodagem de 3,5 metros de largura”.

“Prevê ainda a requalificação de um troço e bermas da Estrada Nacional 13 e a construção de dois novos troços a ligar esta estrada nacional à A28, com acesso direto ao porto comercial”, refere a nota.

Segundo a autarquia, este investimento na construção dos novos acessos pretende atrair novas atividades económicas para a área de influência do Porto, reduzir os custos operacionais inerentes aos tempos de ligação rodoviária do Porto aos principais polos de atividade, reduzir o ruído e as emissões poluentes, aumentar a segurança da circulação e contribuir para o descongestionamento da circulação rodoviária, retirando o tráfego pesado das vias urbanas.

O Porto de Mar de Viana do Castelo é uma infraestrutura marítimo-portuária com uma capacidade instalada para movimentar cerca de 900 mil toneladas de carga por ano e um elemento âncora para o desenvolvimento da região, assumindo-se como uma plataforma de internacionalização do tecido económico no Alto Minho.

“Os acessos rodoviários ao Porto de Mar são fundamentais para o reforço da capacidade operacional e para garantir o crescente aumento de movimento do porto comercial de Viana do Castelo, em especial nas exportações, derivado da dinâmica comercial das empresas instaladas na região”, termina a mesma nota.

Recentemente, esta obra esteve envolta em polémica, depois de levar ao abate de vários plátanos na Avenida do Cabedelo, em Darque.

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