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Novo presidente do Conselho de Fundadores de Serralves eleito com “voto unânime”

O ex-presidente da Fundação Calouste Gulbenkian, Emílio Rui Vilar.

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Foto: DR/Arquivo

O ex-presidente da Fundação Calouste Gulbenkian Emílio Rui Vilar foi esta quarta-feira eleito, “com o voto unânime”, presidente do Conselho de Fundadores de Serralves, no Porto, substituindo no cargo Luís Braga da Cruz, anunciou a Fundação.

Rui Vilar. Foto: Wikipedia

Rui Vilar, ex-presidente do Conselho de Administração da Caixa Geral de Depósitos (1989-1995), e ex-presidente da Fundação Calouste Gulbenkian (2002-2012), foi ontem eleito “com o voto unânime dos seus pares para o triénio 2019-2021”, sucedendo a Luiz Braga da Cruz, lê-se no comunicado da Fundação Serralves, distribuído esta noite aos jornalistas, após a reunião anual do Conselho de Fundadores de Serralves, que teve a presença de “mais de uma centena de fundadores”.

Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, membro do Conselho Superior da Universidade Católica Portuguesa, Emílio Rui Vilar foi fundador e primeiro presidente da SEDES (1970-1972), secretário de Estado do Comércio Externo e Turismo do I Governo Provisório (1974), ministro da Economia dos II e III Governos Provisórios (1974-1975), e ministro dos Transportes e Comunicações do I Governo Constitucional (1976-1978).

Rui Vilar foi ainda vice-governador do Banco de Portugal (1975-1984), diretor-geral da Comissão das Comunidades Europeias, em Bruxelas (1986-1989) e Comissário Geral da Europália-Portugal (1989-1992).

Na reunião de ontem, o Conselho de Administração de Serralves, presidido por Ana Pinho, manifestou o seu “profundo agradecimento a Luís Braga da Cruz, pela dedicação empenhada que desde o primeiro dia devotou a Serralves”, e que evocou razões pessoais para se afastar.

Na reunião do Conselho de Fundadores de Serralves, que decorreu no auditório de Serralves, foi ainda apresentando o plano de atividades para o próximo ano de 2019 e foi feito o balanço de 2018.

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São João tira carros a administradores e entrega-os a ‘hospital’ domiciliário

Medida

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Hospital de São João. Foto: porto24

O Hospital de São João, no Porto, decidiu acabar com a “atribuição de viaturas” aos administradores e vai alocar os cinco automóveis à “hospitalização domiciliária”, que arranca na primeira quinzena de maio, revelou hoje à Lusa fonte da instituição.

Na sua primeira deliberação, a nova administração do centro hospitalar, presidida pelo ex-secretário de Estado da Saúde Fernando Araújo, resolveu “terminar com a atribuição, aos membros do Conselho de Administração, de viaturas para uso pessoal, com efeitos imediatos”.

Os automóveis dos cinco administradores vão agora ser usados para “arrancar, na primeira quinzena de maio”, com o projeto de hospitalização domiciliária” daquela unidade, especificou à Lusa fonte hospitalar.

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Trás-os-Montes: Ministro do Ambiente garante que não há minas de lítio em Boticas

“Há é uma mina de feldspato”

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Foto: Divulgação / CM Viana do Castelo (Arquivo)

O ministro do Ambiente e da Transição Energética, João Matos Fernandes, garantiu hoje, no parlamento, que não há uma mina de lítio em Boticas, distrito de Vila Real, mas sim uma de feldspato há cerca de 15 anos.

“Não existe uma mina de lítio em Boticas. Não existe. Há é uma mina de feldspato”, afirmou João Matos Fernandes, numa audição na Comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas da Assembleia da República, onde está a ser ouvido sobre diversos assuntos, entre os quais a prospeção de lítio nas terras do Barroso.

Para o ministro, o que está a realizar-se em Boticas, no distrito de Vila Real, é uma prospeção de lítio.

“A partir de uma licença que vem do início do século há uma autorização para a prospeção [de lítio]. Não são crateras, são buracos para a procura desse mesmo lítio”, realçou.

De acordo com João Matos Fernandes, três das 12 localidades previstas para o concurso público para a exploração de lítio foram excluídas, por causa da proteção de recursos e da biodiversidade.

O concurso para captar novos investidores para explorar reservas de lítio, em Portugal, deverá ser aberto em maio.

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Trás-os-Montes: Três acidentes na A4 com seis feridos e nove viaturas envolvidas

Uma criança ficou ferida com gravidade, na zona da serra do Marão, onde caiu granizo

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Foto: Facebook de Lídia Tavares / "Operação STOP - Vila Real"

Uma criança ficou ferida com gravidade e outras cinco pessoas de forma ligeira em três acidentes na Autoestrada 4 (A4) na zona da serra do Marão, Vila Real, onde caiu granizo, disse fonte dos bombeiros.

O comandante dos bombeiros da Cruz Branca, Orlando Matos, disse que ocorreu um capotamento de um carro ligeiro ao quilómetro 84 da A4, sentido Vila Real – Amarante, que resultou em ferimentos graves numa criança.

O alerta para este acidente foi dado por volta das 15:00 e para o local foram mobilizados 17 operacionais e oito viaturas, entre bombeiros, INEM e GNR.

Poucos minutos depois, houve uma colisão entre duas viaturas, ao quilómetro 85 da A4, mas no sentido contrário, Amarante – Vila Real.

Orlando Matos referiu que este acidente provocou um ferido ligeiro, também uma criança.

Para esta colisão, foram mobilizados 11 operacionais e quatro viaturas.

Já de manhã, perto do Túnel do Marão, inserido na A4, verificou-se uma colisão entre viaturas enquanto outras se despistaram, envolvendo um total de seis veículos.

Foto: Facebook de Manuel Gonçalves / “Operação STOP – Vila Real”

Deste acidente resultou um ferido ligeiro, que, segundo Orlando Matos, foi transportado para o hospital de Vila Real “por precaução”.

O comandante alertou para as condições da estrada, onde hoje se tem verificado a queda de granizo de forma intensa, embora esporádica, provocando “um tapete de gelo”.

Para além da queda de granizo, nevou no distrito de Vila Real, em zonas de montanha, não havendo, no entanto, estradas cortadas, estando no terreno os limpa-neves.

Na sexta-feira, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) emitiu um aviso à população até domingo devido a um agravamento das condições meteorológicas, com forte precipitação, queda de neve, vento e agitação marítima.

Na sequência de um alerta do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), a ANEPC avisa para a “queda de neve persistente e com acumulação” a partir dos 800/1.000 metros nas regiões norte e centro, com especial destaque para as formações da Peneda-Gerês, Montesinho, Alvão-Marão, Montejunto e Estrela, com acumulados que podem chegar aos 15 centímetros nos próximos três dias.

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