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Francisco Rodrigues dos Santos é o novo líder do CDS

Sucede a Assunção Cristas

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Foto: Divulgação

Francisco Rodrigues dos Santos será eleito presidente do CDS, este domingo, no 28.º congresso do partido, que decorre em Aveiro.

Com 31 anos, o atual líder da Juventude Popular (JP) teve a moção mais votada, com 671 votos (46,4%), contra os 562 recolhidos por João Almeida e os 209 de Filipe Lobo d’Ávila, segundo apurou O MINHO junto de fonte no congresso.

Votaram mais de 1.400 delegados.

Carlos Meira desiste da corrida à liderança do CDS

Carlos Meira, antigo presidente da concelhia de Viana do Castelo – onde concorreu à câmara, em 2013 – também foi candidato, mas anunciou, no sábado, ter desistido da candidatura à liderança do CDS-PP, não levando a sua moção a votos.

Chega, Iniciativa Liberal e PAN marcam presença no encerramento

Os partidos Chega, Iniciativa Liberal e PAN vão marcar presença no encerramento do 28.º Congresso do CDS-PP, confirmaram à Lusa fontes das três forças políticas, depois de PS, PEV e PSD terem informaram que também estarão presentes.

O congresso do CDS-PP encerra no domingo, previsivelmente pela hora de almoço, com a intervenção do novo líder.

Pelo Chega, estarão presentes o vice-presidente Diogo Pacheco de Amorim e o vogal Ricardo Regalla, transmitiu à Lusa fonte daquele partido.

Por seu turno, a Iniciativa Liberal será representada por Vicente Ferreira da Silva e Olga Batistas, ambos membros da Comissão Executiva do partido, adiantou uma fonte daquela força política.

Também o PAN vai marcar presença no encerramento do congresso que elege o sucessor de Assunção Cristas, repetindo a delegação que já esteve hoje a acompanhar os trabalhos, nomeadamente Marta Dutra e Rui Alvarenga, da Comissão Política de Aveiro do PAN.

Na sexta-feira, fonte do gabinete do secretário de Estado disse que o Governo estará representado no encerramento do 28.º Congresso do CDS-PP, em Aveiro, por Duarte Cordeiro, e fonte oficial do PS adiantou que por este partido marcarão presença o secretário-geral-adjunto, José Luís Carneiro, o presidente da Federação de Aveiro, Jorge Sequeira, e o presidente da concelhia de Aveiro, Manuel Oliveira e Sousa.

A delegação do PSD é composta por Paulo Mota Pinto, presidente da mesa do Congresso, o vice-presidente e líder da distrital de Aveiro, Salvador Malheiro, e o deputado e vogal da Comissão Política Nacional do PSD António Topa, referiu fonte social-democrata.

Em representação do PEV, estará presente o dirigente da Comissão Executiva Nacional, Miguel Martins e João José Ferreira, do Coletivo Regional de Aveiro, enquanto PCP e BE, como habitualmente, não estarão presentes.

O CDS-PP está reunido em Congresso nacional, em Aveiro, para eleger o sucessor de Assunção Cristas na liderança.

São três os candidatos na “corrida”, o deputado e porta-voz João Almeida, o antigo parlamentar Filipe Lobo d´Ávila, do grupo “Juntos pelo Futuro”, o líder da Juventude Popular (JP), Francisco Rodrigues dos Santos.

Abel Matos Santos, da Tendência Esperança em Movimento (TEM), e o ex-presidente da concelhia de Viana do Castelo Carlos Meira retiraram as suas moções de estratégia e desistiram da corrida.

(em atualização)

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Governo diz que ainda é cedo para tirar conclusões sobre efeito das medidas

Covid-19

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Foto: ps.pt / DR

O secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales, afirmou hoje que ainda é cedo para conclusões sobre os efeitos das medidas de combate à covid-19, apesar de se verificar um abrandamento na tendência de expansão do vírus.

“É verdade que nos últimos dias se tem verificado essa tendência, mas é ainda cedo para tirar essa conclusão”, afirmou o governante durante a habitual conferência de imprensa, em Lisboa, quanto questionado sobre as medidas de restrição impostas pelo Governo à população.

Neste sentido, garantiu que a linha a seguir será “não abrandar, para já” as medidas em vigor, no âmbito do estado de emergência.

“Estas medidas foram bem tomadas, no tempo certo e, provavelmente, alguns desses números estão a dizer-nos exatamente isso”, disse o secretário de Estado, referindo-se aos dados nacionais do boletim diário divulgado pelas autoridades de saúde.

“Temos de estar sempre preparados para o pior”, assumiu.

Por seu lado, a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, assegurou que está a ser feito “um esforço grande” no país para aumentar a capacidade relativamente aos ventiladores e camas ventiladas.

O número de pacientes que se encontra nos cuidados intensivos está muito relacionado com a faixa etária, disse, indicando que as autoridades estão atentas aos números e que será posteriormente feito o estudo clínico dos casos, nomeadamente se há outras patologias e o tempo que medeia entre os sintomas e o internamento.

Questionada sobre a continuação de obras de construção, referiu que as entidades fiscalizadoras têm mecanismos para fazer as entidades empregadoras cumprir as regras que devem ser cumpridas para garantir a segurança dos trabalhadores.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 828.000 pessoas em todo o mundo, das quais mais de 41.000 morreram.

Dos casos de infeção, pelo menos 165.000 são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 187 mortes, mais 27 do que na véspera (+16,9%), e 8.251 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 808 em relação a terça-feira (+10,9%).

Dos infetados, 726 estão internados, 230 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 43 doentes que já recuperaram.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril.

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Transdev entra hoje em ‘lay-off’ que abrange 2.000 funcionários

Covid-19

em

Foto: DR / Arquivo

A empresa de transportes Transdev aderiu hoje ao sistema de ‘lay-off’ simplificado, devido à quebra de receitas na sequência da pandemia da covid-19. A decisão abrange cerca de 2.000 trabalhadores.

Em comunicado, a Transdev dá conta de que as “restrições decretadas à mobilidade” como medida de mitigação da doença provocada pelo SARS-CoV-2, “provocaram a quase total redução da atividade” desta empresa, que se “traduziu numa quebra das receitas na ordem dos 90%”.

Por isso, a Transdev vai entrar “no sistema de ‘lay-off’ simplificado nas condições previstas” pelo Governo, a partir de quarta-feira, 01 de abril, e que a adesão a este programa “abrange os cerca de 2.000 colaboradores do grupo das empresas Transdev”.

O ‘lay-off’ simplificado permite a redução temporária do período normal de trabalho ou a suspensão de contrato de trabalho.

As empresas que aderirem a este sistema podem suspender contratos de trabalho ou reduzir o horário dos trabalhadores que, por sua vez, têm direito a receber dois terços da remuneração normal líquida – 70% suportada pela Segurança Social e 30% pela empresa.

Esta é uma das medidas excecionais aprovadas pelo Governo para manutenção dos postos de trabalho, no âmbito da crise causada pela pandemia.

A nota da Transdev sublinha que vai manter os serviços mínimos, que “serão assegurados pelo número de colaboradores necessários” em cada região, e que também manterão as medidas ditadas pela Autoridade da Mobilidade e dos Transportes e pela Direção-Geral da Saúde (DGS) para proteger os clientes e trabalhadores.

A empresa de transportes advertiu ainda que “a medida mais relevante e imediata é o pagamento dos nove milhões de euros que o Estado” deve à Transdev, de modo a “assegurar a tesouraria e permitir o pagamento de salários”.

A Transdev pede ainda a “suspensão imediata de todos os processos de contratualização que estejam em curso, assim como o não lançamento de quaisquer procedimentos tendentes à contratualização das obrigações de serviço público”.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 828 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 41 mil. Dos casos de infeção, pelo menos 165 mil são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, segundo o balanço feito pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 160 mortes e 7.443 casos de infeções confirmadas. Dos infetados, 627 estão internados, 188 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 43 doentes que já recuperaram.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril.

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Subsídios social de desemprego e por cessação de atividade prorrogados automaticamente

Covid-19

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Foto: DR

O subsídio social de desemprego e o subsídio por cessação de atividade estão abrangidos pela medida relacionada com a pandemia covid-19 que estabelece a prorrogação automática de prestações sociais, esclareceu o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

“A prorrogação automática do subsídio de desemprego abrange também o subsídio social de desemprego”, disse à Lusa fonte oficial do ministério liderado por Ana Mendes Godinho.

Segundo o gabinete da ministra do Trabalho, “são ainda abrangidos o subsídio por cessação de atividade [para os trabalhadores independentes], o Complemento Solidário para Idosos (CSI) e o Rendimento Social de Inserção (RSI)”.

“Estas prorrogações são feitas de forma automática, não sendo necessário fazer requerimento”, acrescentou a mesma fonte.

A prorrogação automática destas prestações sociais é uma das medidas aprovadas pelo Governo no âmbito da crise relacionada com a pandemia da covid-19 que entraram em vigor em 27 de março.

O diploma estabelece que “são extraordinariamente prorrogadas as prestações por desemprego e todas as prestações do sistema de Segurança Social que garantam mínimos de subsistência” cujo período de concessão ou prazo de renovação termine antes de 30 de junho de 2020.

A mesma lei determina que as reavaliações das condições de manutenção das prestações da Segurança Social são suspensas até à mesma data.

A prorrogação automática de prestações sociais é financiada pelo Orçamento do Estado, de acordo com o diploma.

A medida foi anunciada em 20 de março pelo primeiro-ministro, António Costa, no final de uma reunião do Conselho de Ministros que aprovou medidas de apoio social e económico para a população afetada pela pandemia de covid-19.

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