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Alto Minho

Novo hotel rural de quatro milhões em Ponte da Barca inaugurado em junho

Vai criar 10 postos de trabalho

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Foto: CM Ponte da Barca / Divulgação

Um investimento de quatro milhões de euros está a criar, na freguesia de Grovelas, em Ponte da Barca, um hotel rural que vai criar 10 postos de trabalho, foi hoje divulgado.

Em comunicado enviado às redações, aquela autarquia adiantou que o novo estabelecimento hoteleiro, de quatro estrelas, será inaugurado no final de junho.

“Este investimento reveste-se de grande importância para o nosso concelho, pois consolida as suas potencialidades turísticas, contribui para a criação de emprego e para o desenvolvimento económico local”, destacou o presidente da Câmara de Ponte da Barca, o social-democrata Augusto Marinho, citado na nota.

Implantado junto à serra do Oural, “o novo hotel rural, com o nome Cotto do Gatto em homenagem à toponímia original do local onde está localizado, conta com 28 quartos, distribuídos por 24 quartos ‘standard’, quatro ‘suítes’ e um quarto adaptado a pessoas com mobilidade reduzida”.

Os quartos “são inspirados na natureza circundante e interligados às tradições da região, tanto nos materiais utilizados como na decoração, com a particularidade de cada um obedecer a uma temática que se interliga com os usos e costumes desta região do Alto Minho, como o mel, vinho, trigo, oliveira, terra, alfazema e água”.

O empreendimento inclui piscina exterior, com bar, diversos espaços ao ar livre para caminhadas, passeios e outras atividades, biblioteca e ‘lounge’ com vista panorâmica.

Para Augusto Marinho, o novo hotel “vai dar impulso turístico à região”, sendo que “a sua entrada em funcionamento reforçará a oferta dos serviços prestados, quer pelo aumento do número de quartos disponíveis, quer na área da restauração”.

“Esta política de proximidade e apoio aos empreendedores que querem e estão a investir em Ponte da Barca tem tido excelentes resultados na criação de emprego e na diversidade de investimentos, mesmo num quadro económico difícil como o que temos vivido nestes últimos anos em Portugal e no mundo”, acrescentou.

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